terça-feira, outubro 13, 2015

Futebol Amador

EXPRESSO TODA HORA
Bairro Cruzeiro



O Expresso Toda Hora foi fundada em 1968.  Sua história está vinculada ao início do transporte coletivo em Santa Rosa.  Vencendo desafios, hoje o Expresso Toda Hora é referência em transporte coletivo, pela sua frota, e pela sua qualidade.
Seus sócios fundadores, Antônio Monjabosco, Adil Arlindo Manjabosco, Guerino Vione, Valentim Vione, Maximo C. Vione e Moacir Vione construíram uma empresa familiar, hoje administrada por seus sucessores, fazendo parte da história da cidade de Santa Rosa.
Mas o que tem a ver a empresa com o futebol. É, mas parece que tem. Na década os anos 1980, no Bairro Cruzeiro, sede da empresa, um grupo de amigos ligado à rapaziada da empresa, entre eles Beto Vione, filho de um dos sócios e que gostava de jogar futebol, uniram-se e formaram um time de futebol com o nome da empresa.  Na primeira formação do time, quem era o goleiro? Cláudio André Taffarel. Ele mesmo, o goleiro campeão do mundo, nascido no Bairro Cruzeiro, criado junto com a rapaziada. O goleiro era muito requisitado. Além de ter atuado no Expresso, era requisitado por outros times amadores da cidade de Santa Rosa, antes de se apresentar no Internacional de Porto Alegre. Jogou no Farroupilha do Lajeado Reginaldo e no Real Madri da Vila Oliveira e em Crissiumal, no Tupy, para onde a família foi residir  por causa da profissão de seu pai. Taffarel antes do futebol atuava nas quadras de vôlei do Colégio da Paz onde estudava e era muito bom nesse esporte, devido seu porte.

Taffarel , agachado, entre os companheiros

Durante a sua existência o time do ETH disputou vários campeonatos municipais entre 1982 e 1985 e  realizavam jogos amistosos pela região.

segunda-feira, setembro 21, 2015

Futebol Amador

RACING FUTEBOL CLUBE 
Vila Flores





O Racing da Vila Flores, como era conhecido pelos desportistas, foi fundado em dois de fevereiro de 1962, como uma extensão do Grêmio Esportivo Duque de Caxias.  




O tricolor da Vila Flores, usava as cores  vermelho, verde e o branco nos seus uniformes.
Talvez, pela proximidade da Corporação do Exército Brasileiro, o 19º RCMec, teve certa influência na formação da agremiação. O Racing, aos domingos movimentava a comunidade da vila. Famílias, adultos, jovens e crianças, aos domingos frequentavam o campo para assistir os jogos. 


O terreno onde estava localizado o campo de jogo do Racing, pertencia a Prefeitura de Santa Rosa. O município retomou o terreno e lá construiu uma bela praça, para a comunidade da vila ter o seu lazer. Mesmo sem campo, o Racing tentou dar sequencia e sobreviver com suas atividades, mas não resistiu e acabou cerrando as portas.
Como todo   time tem um líder que faz tudo, o Racing também tinha. Era o Seu Souto. Hoje, Souto, é o fiel depositário do patrimônio do time.  Guarda em sua casa, terno de camiseta, bandeiras, fichas de inscrição de atletas, troféus e algumas fotos de times numa paredes de sua casa. Este foi o Racing. Enquanto existiu, deixou sua história, com nos títulos conquistados:  Campeão Municipal de Aspirantes em 1970 e Campeão da Associação de Clubes do Bairro Cruzeiro e Santa Rosa em 1995.

Equipe Campeã de 1995. 

Troféu conquistado em 1995.

Em 1986, o antigo reduto do Racing, foi transformado pelo Poder Público Municipal, na bela Praça Assis Brasil, num local para a prática de esporte e lazer pelos moradores da Vila Flores.









terça-feira, junho 09, 2015

Futebol Amador

FERROVIÁRIO FUTEBOL CLUBE
Santa Rosa





História. Foi isso que o Ferroviário fez enquanto esteve em atividade. Criado por um grupo de descontentes do GE 1º de Maio, segundo Waldir Weiss, o Nuno: “Não lembro o ano, mas um grupo de desportistas deixou o 1º de Maio. Eu o Nêne Reihner, o Davi Schütler, os três irmãos da família Batista, o Valtair, o Valdir e o João Carlos, o João Wandenvert, o Canhoto, é os que me lembro e então fundamos o Ferroviário. Deixamos o que tinha, como,  fardamento, troféus, etc. para o 1º de Maio, que mais tarde transferiu-se na antiga Baixada e posteriormente para um campo na Vila Planalto, até encerrar suas atividades.  Então conseguimos uma área para o campo, que ficava na saída para Cândido Godoy, na propriedade da família Schütler, em frente hoje da Vila Auxiliadora. “ Estas foram as palavras de Waldir Weiss, para o futebol, o Nuno, que atuou como atleta no GE 1º de Maio, EC Aliança, GE Sepé Tiaraju,  Ferroviário FC e Associação Atlética Real, sobre o inicio do Ferroviário FC.
O Ferroviário, que não tem nada a ver com a viação férrea que liga Santa Rosa com outras cidades,  é o mesmo assumido mais tarde pelo saudoso Pedro Motta, nas décadas dos anos 1980 e 1990, o seu período glorioso.

As grandes conquistas:
Foi com o espírito de liderança de Pedro Motta, que sempre formava um bom plantel de atletas, que o Ferroviário chegou as  glorias. Em 1989, o Ferroviário havia pedido nos pênaltis a decisão para o Palmeiras da Vila Glória. Aliás, Palmeiras e Ferroviário fizeram grandes clássicos no Carlos Denardin, reeditando para os mais saudosos, o outrora o clássico dos anos 1980: Dínamo x Real Madri da Vila Oliveira.
Em 1990 o Ferroviário não deixa escapar o titulo, diante do mesmo Palmeiras. Após um grande jogo e empate em zero, foi a decisão para prorrogação e posteriormente pênaltis. Vitória do “ferrinho” por 3 a 1. Lali, o goleiro, defendeu três penalidades(Flavio, Caprinha e Givanildo), saindo consagrado pela torcida.
o time de Pedrinho Motta recuperou o título perdido no ano passado, para o próprio palmeiras e também nas cobranças de pênaltis.  O time comandado por Pedro Motta, foi campeão com Lalí, Jonha, Taborda, Flamengo, Norbe, Rufino, Fio, Neco, Toninho, Martins, Grilo, Caio, Marino e Giovani.


Com esse triunfo o Ferroviário começou a desenhar uma grande a trajetória de títulos  na década dos anos 1990.
No ano 1992, foi a vez do Noroeste do Rincão dos Rolins conhecer a força do Ferroviário, na decisão daquele ano. O Noroeste havia conquistado seu campeonato em 1983, diante do Grêmio Santa-rosense e buscava outra vez o triunfo, mas não foi possível, diante da qualidade dos comandados de Pedrinho Motta. Martins, aos 30 minutos da segunda fase, marca e dá a vitória e mais um titulo – o bi.  O Ferroviário atuou na  final com: Cristiano; Lamar(Jonha), Paulo, Juca e Venildo; Ito, Neco(Pato) e Jean;  Pipoca(Joel Nunes), Grilo e Martins. O Noroeste ficou com o vice com: Mota; Rogério, Beto, Luiz e Maders; Valmir, Fio e Macalé; Dani(Fernando), Lepe e Casagrande.


Em 1993, Ferroviário e Palmeiras reeditaram a final do Campeonato  de 1990.  Com dois gols de Grilo, aos 11 e 46 minutos da etapa derradeira, deu ao Ferroviário mais uma vês o campeonato, utilizando para a final a seguinte esquadra: Cristiano; Rufino, Caçula, Paulo Berger e Grilo; Ito, Neco e Jean; Joel Nunes, César e Pato.
No biênio 1994/95, o Ferroviário foi arrasador. Pedro Motta mantinha o plantel de anos anteriores, mas sempre o qualificando: Grilo, Joel Nunes, Vagão, Flamengo, Jean, Lamar, Ito  Rufino, Marcelo, Aranha, Macalé, Samarone, Gélson, Luisinho, Neco, Venildo, Paulo Timm e Junior Baiano.
A saga de títulos voltou em 1998. Agora a final era gente ao
Cruzeiro da Vila Sulina. O Ferroviário com uma equipe de mais qualidade técnica, goleou pelo placar de quatro a um, não dando chances ao adversário que foi brioso. Os gols da decisão foram anotados por Emersom em duas oportunidades e por  João Luiz e Pipoca.
Foto
O time campeão de 1998: Bagio, Danilo, Pipoca, João Luiz, Ito, Emerson, Macalé, Marinho, Beto Rolin, Gelson e Milla.


Ano de 1999. Ferroviário e Comercial do Bairro Cruzeiro, por méritos, chegaram para a disputa final.  Em jogo muito disputado e empatado em 2 tentos para cada lado e se encaminhando para o final, veio o terceiro gol, anotado aos 32 minutos da segunda etapa através de Macalé  que deu ao Ferroviário o  sétimo título em oito disputados desde 1989.
O Ferroviário, comandado por Pedrinho Motta, foi o time que mais títulos conquistou na década dos anos 1990. Para os torcedores, era carinhosamente o “Ferrinho”, era o “furacão vermelho” chegando e causando terror  em campo para os adversários.
Além dos títulos na categoria principal o Ferroviário foi campeão nas seguintes categorias: em 1999, nos aspirantes; em 1997 e 1999 na categoria de veteranos e em 1999, na categoria mirim. Em 1990 e 1999, conquistou por duas vezes o campeonato regional.
Estas foram as conquistas do ferrinho, que infelizmente cessou suas atividades para o futebol.