segunda-feira, julho 29, 2013

Copa Carlos Eduardo

Categoria Sub 13 do Juventus aplica nova goleada

Jogando pela 5ª COPA CARLOS EDUARDO DE FUTEBOL DE CAMPO, CATEGORIAS DE BASE/2013, em CORONEL BARROS – RS, no ultimo domingo, dia 28 de Julho, a garotada do Juventus Categoria Sub 13, fez novamente uma brilhante apresentação, na 6ª rodada da competição,  aplicando uma histórica goleada de 18 a 0, no Cetremis/XV de Novembro, mostrando a qualidade do trabalho que está sendo feito na base do Juventus. Os gols do Juventus formam marcados por Ronald Zaiakoski 4 gols, 3 gols de Ricardo Bittelkon, 3 gols de Bruno Gerlach, 3 gols de Cristian Viana, 2 gols de Ruan Girardon, 1 gol de Arthur Necker, 1 gol de Vagner Massaia e 1 gol de Gabriel Leite. Parabéns garotada.

Veja os outros resultados da 6ª RODADA  
Dia: 28/07/2013 – DOMINGO  
LOCAL: Campo da SER Ipiranga – Coronel Barros  
SUB 17 9h00
SER Ipiranga/CMD Cel. Barros 4X0 Juventus/Tomé de Souza A  
SUB 13 10h30  
CFE Tricolor 6X1 Grêmio Cruz Alta  
SUB 11 13h15  
Ser Santo Ângelo/ACESA 0X2 Cetremis/XV de Novembro
SUB 15 15h45
 Cetremis/XV de Novembro 0X5 Juventus/Tomé de Souza
 DOMINGO – 28/07/2013  
LOCAL: Local campo do Piratini - PANAMBI
SUB 9 13h30  
Clube Esportivo Cometa 3X2 Greminho Condor  
SUB 11 14h30  
Greminho Condor 4X0 Clube Esportivo Cometa

Fonte: clique aqui.


sexta-feira, julho 26, 2013

Por Onde Anda?

ALFREDO MORÉ


Filho de Norberto Moré e de Helena Maria Joner Moré. Casou em Porto Alegre com Lygia Brun Moré e tiveram seis  filhos e quinze netos.  Possui o Curso Primário completo e era conhecido pelo apelido de Dino.
É o único fundador remanescente do Paladino F.C. Seu pai, Norberto Moré, em conversa com Waldemar Simeão e ambos resolveram fundar um time de futebol para fazer frente ao Ypiranga, Operário e outros existentes na época.
Da infância, Allfredo se lembra dos jogos de futebol no Campo do Pessegueiro.
Sua vida esportiva, iniciou no Paladino FC, primeiro como fundador, depois, atleta e como tesoureiro, fez parte da Diretoria.
Além de atleta, exerceu a profissão de pintor e de inspetor de educação.
É torcedor do Sport Club Internacional de Porto Alegre. Hoje aposentado reside na capital gaúcha.
Para a fundação do Paladino, as reuniões e a sede provisória eram na casa do futuro presidente: Norberto Moré, que tinha dois filhos homens, Alfredo (Dino) e Arnildo.
Fizeram parte da diretoria, Alberto Samaniego, atleta paraguaio, como refugiado político de seu país - o Paraguai. Jogou como centroavante e era goleador nato. Importou um irmão, Leo, que depois de uma breve passada pela cidade, foi para Santo Ângelo, jogar no Grêmio, de onde teria ido para Porto Alegre.
Reneu Steffen - Filho de um antigo e conceituado comerciante, Fernado  Steffen, estabelecido junto à Praça da Independência, onde trabalhava. Torcedor apaixonado pelo time.
Jacob Mander -  Também atleta que alegrava em jogar. Beque central, de onde a bola vinha, voltava. Cativou a torcida com sua maneira tosca e brincalhona de atuar.
Alfredo Moré - Nosso craque de hoje.  Nos primeiros jogos atuou como back esquerdo. Depois cedeu o lugar para Nino Cappellari. Permaneceu atuando quando chamado e exercendo a sua função na diretoria.
Waldemar Simeão - Aportou em nossa terra, vindo de Gravataí, daí a origem do nome Paladino, mesma denominação do clube da cidade de onde viera. Escolheram camisetas nas cores vermelho e branco em listas verticais.   Simeão, funcionário da polícia, também “enganava” como jogador de futebol.        

Foto 01 - Alfredo (Dino) Moré, fundador do Paldino F.C.
Foto 02 - Norberto Moré (pai), fundador e primeiro presidente e Alfredo Moré (filho), vestindo o uniforme do Paladino F.C.
Colaboração de João Jayme Araujo/POA.     

quarta-feira, julho 24, 2013

Notícias

DUAS GOLEADAS NA COPA DUNGA
 
O Juventus se deslocou até a cidade de Ijuí, no sábado, 20, para disputar mais uma rodada da Copa Dunga, no campo do SESC, nas categorias Fraldinha e Pré-mirim. Os jogos foram disputados abaixo de muita chuva e muito frio e como recompensa para a garotada, foram duas vitórias com duas grandes goleadas, o que fez esquentar o ambiente.
Na Categoria Fraldinha, a meninada enfrentou a equipe do Modelo de Ijuí e o resultado foi uma goleada por sete a zero, com destaque para o atleta André Kruger que anotou quatros gols. Já na Categoria Pré-mirim, outra goleada, agora por oito a um, contra o Dimicron, com destaque para o atleta João Afonso que marcou em quatro oportunidades e Diogo Wolkmer, que além de dar quatro assistências , balançou a rede adversária por três vezes.
Parabéns a gurizada juventina, pelos grandes resultados.

terça-feira, julho 23, 2013

Notícias

PALADINO F.C. COMEMORA ANIVERSÁRIO


Com um almoço, no sábado, 21, na sua sede social, o Paladino F.C. de Santa Rosa, comemorou seus 67 anos de atividades. Na oportunidade a Direção reuniu autoridades, ex-atletas, parceiros e convidados para uma bela confraternização. Foram homenageados   com Medalha de Honra, vários ex-atletas e membros da diretoria que prestaram serviços ao clube.
Fundado em 21 de julho de 1946, o Paladino desativou seu departamento de futebol  no inicio da década dos anos 1970. Hoje, mantém várias atividades sociais de apoio a comunidade, com projeto de ampliação.
Atualmente, o clube é presidido pelo desportista  Presidente Irineu Donini, que fez durante o almoço um agradecimento a todos os presentes. Também falou o Sr. Paulo Madeira, que com muita emoção contou várias passagens da bela história do clube. Parabéns Paladino, que fez história no futebol de Santa Rosa, tendo como principal rival o E.C. Aliança, fazendo clássicos memoráveis, primeiro no Estádio do Pessegueiro, depois no Estádio Carlos Denardin.
Mais sobre a história do Paladino clique AQUI.

sexta-feira, julho 19, 2013

Por Onde Anda?

ALCEU MEDEIROS


Nasci em Santa Rosa/RS., no ano de 1941, filho de  Paulino Medeiros e Dorcina Portinho Medeiros. Tive o apelido de Tigrinho.  Sou formado em Direito e cursei dois anos de Economia.

A minha infância foi muito difícil e 
ao mesmo tempo muito boa. Difícil porque a gente não tinha calçados para usar. O primeiro calçado que usei se chamava alpargatas. Muito boa (a vida), porque tinha um riacho perto da minha casa (o rio Pessegueirinho), que quando transbordava, enchia à várzea de peixes e bastava pegá-los no tapa (traíras, jundiás e muitos lambaris). Também, tinha um campinho de futebol onde se jogava de pés no chão. O problema é que tinha um pé de tuna atrás de uma goleira e quando a bola chegava lá, furava. O pé de tuna (perto da casa do Raul Meneguini, o xerifão da área do Aliança) também é chamado de cacto. O mais divertido é que tinha um canal de água perto de casa, para impulsionar uma roda gigante, de um curtume de couros (do Fenner) e a gente se largava no canal, até bem pertinho da roda e antes de chegar nela, a gente se agarrava numa trava que tinha bem no final e voltava pelo canal, mesmo para repetir a proeza. Hoje, chamam isso  de esportes radicais. Depois, o pai que trabalhava no curtume, se mudou para a Rua Caxias, bem ali onde a polícia matou o Pala Branca, o Robin Hood missioneiro. A cruz, que assinalava o local da morte do Pala Branca, ficava bem defronte à casinha, (sabe aquela onde antigamente a gente fazia as necessidades) e de noite, era um problema para gente ir até lá..., pois ficava (a cruz) na cara da gente. Uma vez, meu pai ficou cheio da situação e jogou um punhado de bolitas (bolas de gude) na tal de casinha e eu não tive dúvidas. Enterrei-me até os joelhos e catei uma por uma das minhas bolitas. Fiquei cheirando mal por uma semana. O bom era que a gente só tomava banho uma vez por semana, naqueles chuveiros improvisados, ou seja, uma lata de querosene que a gente enchia de água fria e depois botava água quente. A operação era muito cansativa, daí a razão de tomar só um banho por semana. Bola, a gente jogava sábado de manhã e de tarde e ainda domingo pela manhã, no tal campinho das tunas ou então no estádio do Pessegueiro, lá perto do cemitério. Sempre tinhas uns torneios. A bola era de tento e tinha que ser cheia com um bico próprio e uma bomba de encher pneu de bicicleta. As chuteiras eram de bico duro. Valia tudo nesses jogos, menos xingar a mãe do outro. Depois, veio o Sepé Tiaraju, time de pobres, dos pés no chão. Os times que existiam em Santa Rosa, eram dos engomados e não deixavam nem a gente treinar. A maior alegria foi o dia em que o Sepé ganhou um campeonato citadino em cima do bicho papão, que se chamava Aliança. O Meneguini não se conforma até hoje e diz que a gente comprou o juiz daquele jogo. Bobagem.  Choro de perdedor é assim mesmo. À noite houve um baile na sede do Sepé e quebrou o maior pau entre os associados, pois tinha muitos jogadores do EC Aliança  (e também do Paladino), que eram associados do Sepé e não gostaram das flautas.

Torcia pelo Paladino, porém sempre joguei no Sepé, onde a gente era meio jogador e meio dirigente. A diretoria do Sepé era constituída, quase só de Medeiros (Aldo Medeiros, Engo Medeiros, Dino Medeiros e Alceu Medeiros. Eu, por exemplo, jogava com um olho na pelota e com o outro na bilheteria, caso contrário sobrava pra eu pagar tudo. Sou torcedor do Sport Clube Internacional, é claro, campeão de tudo. Aposentado da Secretaria da Fazenda do Estado, desde 1989, depois a gente virou operador do Direito (advogado).
Minha atividade esportiva, hoje, é só na arquibancada (quando joga o Esportivo) e depois torcedor fanático defronte da TV, quando joga o Inter ou o Grêmio (secando).
Fui dirigente só do Sepé Tiaraju. Depois disso, nunca mais. Valeu a lição. Maior feito: contratei o Paulinho Araujo, como treinador, depois que ele saiu do Grêmio, onde foi preparador físico.

Foto 01 - Com a esposa Vera e a filha Maria Eduarda na colação de grau em Direito, na UCS, da Vera. 
Foto 02 - Com o uniforme do Grêmio Esportivo Sepé Tiarajú de Santa Rosa. 

Colaboração de João Jayme Araujo/POA.