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terça-feira, outubro 18, 2016

Por Onde Anda?

VILMAR FERREIRA ARRUSSUL

Nome, local de nascimento, filiação.
VILMAR FERREIRA ARRUSSUL, sou natural de Alegrete, RS, filho de Eulina Ferreira de Melo e de Alfeu Pain Arrussul, data de nascimento 20 de junho de 1943.
Apelido (se for o caso) – Gaúcho
Casamento. Com quem, quantos filhos, netos e etc. –
Sou casado com LACI SAMANIEGO, santa-rosense de nascimento, casamento realizado na cidade de Santa Rosa, RS, no ano de 1964, temos 05(cinco) filhos: Rosane Samaniego Arrussul, Gilmar Samaniego Arrussul, Sandra Samaniego Arrussul, Cátia Samaniego Arrussul e Luciano Samaniego Arrussul; 06 netos: Karine Arrussul Coelho, Willian Rocha Arrussul, Wesley Rocha Arrussul, Brunna Arrussul Machado, Matheus Arrussul Silva e Lucas Arrussul Silva; e 03 bisnetos: Maria Luiza Arrussul Bittencurt, Inácio Leal Arrussul e Martin Leal Arrussul.
Grau de escolaridade – 2.º Grau completo.
Como foi a infância (descrever, onde, quando). – foi muito boa, toda infância vivida na companhia de meus pais e na minha cidade natal de Alegrete, RS.
Vida esportiva – (onde iniciou – atuou em que clubes) – o que recorda desta fase.
A paixão pelo futebol começou ainda menino jogando nos campos improvisados da cidade de Alegrete, RS; em 1963, com 20 (vinte) anos de idade, me transferi para a cidade de Santa Rosa, RS, a convite do Dr. Monte Alvar Aurélio Rodrigues, alegretense de nascimento e na época já residente na cidade de Santa Rosa e presidente do Paladino F. C. daquela cidade do noroeste do Estado; tendo atuado no dito clube nos anos de 1963 e 1964, onde, em 1963, atuando como centro-médio, fui vice-campeão citadino e campeão citadino no ano de 1964, atuando como meia-direita; integrei - eleito pela crônica esportiva - a seleção dos melhores jogadores naquele campeonato de 1964 (fotos abaixo); em 1965/1966 joguei no E. C. Aliança, também daquela cidade de Santa Rosa; em paralelo ao futebol também fui funcionário da Rádio Santa Rosa e do Banco Industrial e Comercial S. A.; no período de 1963 até meados de 1964 residi em prédio de propriedade do Sr. Arthur Silva Ribas (técnico de futebol que dirigiu os dois clubes de maior rivalidade da cidade de Santa Rosa, RS, ou seja, o E. C. Aliança e Paladino F. C.), situado na Av. Borges de Medeiros; em 1965 e 1966 residi em prédio de propriedade da família de meu sogro Sr. Alberto Samaniego (ex-atleta e também fundador do Paladino F. C. de Santa Rosa, RS), no endereço da Rua Santo Ângelo; em 1967 me transferi para o Botafogo F. C. da cidade de Três de Maio, RS; o futebol fez com que retornasse para Alegrete, RS, minha cidade natal, passando a jogar no Flamengo F. C., onde, em paralelo ao futebol, fui admitido como funcionário da empresa denominada Termo Elétrica de Alegrete; em 1975, em razão da profissão, fui transferido para a cidade de Itaqui, RS, quando então ingressei no quadro de funcionários da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE); atuei como atleta, na cidade de Itaqui, pelo clube denominado 24 de Maio, onde fui campeão citadino no ano de 1975; em 1976 deixei a cidade de Itaqui vindo residir na cidade de São Gabriel, RS, onde mantenho meu domicílio até a presente data.

Time do 24 de Maio da cidade de Itaqui - Campeão citadino de Itaqui, RS, em 1975

Clube(s) pelo qual torce - E. C. Internacional de Porto Alegre, RS
Mantém atividade relacionada com o esporte? Somente na modalidade do jogo de Bocha.
Já foi treinador, dirigente ou algo similar? Sim, fui treinador do Clube Palmeiras aqui de São Gabriel.
O que faz atualmente?  Sou aposentado da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE).


Vilmar e esposa Laci rodeados pelos filhos: Luciano,Marinei (nora); Gilmar, Bruna (neta) Werley (neto); a filha Catia e Euclides (genro).

Vilmar e sua esposa Laci com seus netos: Matheus, Bruna, Werley, Karine e Lucas -  2010

Vilmar e esposa Laci rodeados pelos filhos: Catia, Gilmar, Luciano, Rosane e Sandra.







No Paladino F. C. em 1963



Na seleção dos melhores do ano de 1964.



Estádio Carlos Denardin - Vilmar é o primeiro da esquerda para a direita.

Vilmar também atuou no futsal


Colaboração de Raul Meneguini

quarta-feira, agosto 24, 2016

Por Onde Anda

OQUELESIO DOS SANTOS GALVÃO

Nome, local de nascimento, filiação.
OQUELESIO DOS SANTOS GALVÃO, sou natural de Lagoa Vermelha, RS, filho de Ernesto Galvão e de Silvina dos Santos Galvão.
Apelido (se for o caso) – não tenho apelido.
Casamento. Com quem, quantos filhos, netos e etc. –
Sou casado com LUZIA GERALDO GALVÃO – temos um filho de nome MAURO GERALDO GALVÃO e um neto de nome DIOGO OLLE GALVÃO.
Grau de escolaridade – Ensino primário.
Como foi a infância (descrever, onde, quando). – foi boa a minha infância.
Vida esportiva (onde iniciou – atuou em que clubes ) – o que recorda desta fase.
Iniciei jogando futebol de campo no Clube União Independente, depois no Clube Tristezense F. C., ambos de Porto Alegre, RS; em 1964 joguei pelo Paladino F. C. da cidade de Santa Rosa, RS, levado pelo Sr. Ernani Kotlinski, a mando do  então presidente daquele clube de nome Dr. Monte Alvar, tendo ajudado na conquista do título citadino daquela cidade do ano de 1964, lembro haver jogado ao lado de Canjica, Chico Cappellari, Lotario Dreher (Patrola), Mineirinho, Mulita; o técnico era o famoso Artur Silva Ribas ( Caiera).

Tristezense FC de Porto Alegre, Oquelesio é o meia esquerda.

União Independente FC de Porto Alegre, Oquelesio é o quinto, em pé, da esquerda para a direita.

Estádio Carlos Denardin - 1965 - Paladino F. C. x Grêmio Portoalegrense. Em pé - da esquerda p/direita: Chico Cappellari, Cléo Souza, ?, Alberto Silveira, Luiz Fortes (Gordo), Paulo Souza, ?, Osmarino, Burrinho, Volmir, Varguinha, ?, Sergio Lopes, Oscar Warth, Airton Ferreira da Silva, ?, Altemir, Canjica, ?.Agachados: Thomas(Pelezinho), Lotario Dreher, Oquelésio dos Santos Galvão, ?, Ivanir Taffarel, Joãozinho, Pinheiro, Alcindo, Pedro Dias (Mulita), Mineirinho, ?, ?.

Clube(s) pelo qual torce -  torço pelo Grêmio Foot Ball Portoalegrense e pelo S.C. Internacional - tal ineditismo  em razão do meu filho MAURO GALVÃO ter sido atleta em ambos os clubes. 
Mantém atividade relacionada com o esporte? Sim, administro o Ginásio de Esportes denominado GALVAO ESPORTE – situado na Av. Ipiranga, n.ºs 543 e 549, em Porto Alegre, RS, telefone 51 3233 3007
Já foi treinador, dirigente ou algo similar? Não.
O que faz atualmente? Aposentado.


           
Colaboração de Raul Meneguini
e Paulo Heitor Fernandes - PHF

sábado, agosto 06, 2016

Por Onde Anda

OSVALDO ANTÔNIO BÁRBARO

Nome, local de nascimento, filiação:
OSVALDO ANTÔNIO BÁRBARO, nasci em 11/02/1948 na cidade de Porto Lucena, RS, sou filho de Abrelino Ricardo Bárbaro e de Clara Tereza Bárbaro.

Apelido (se for o caso): não tenho apelido.

Casamento. Com quem, quantos filhos, netos e etc.: um filho e duas netas.

Grau de escolaridade: Sou Bacharel em Ciências Contábeis.

Como foi a infância (descrever, onde, quando). O que lembra com saudade:
Foi ótima. Jogando futebol, pescando, caçando, cavalgando e executando trabalhos caseiros, além de estudar, tudo acontecido no município de Porto Lucena, RS.


Vida esportiva, onde iniciou em que clubes jogou o que recorda desta fase:
Iniciei jogando no Uruguai F. C. de Porto Lucena-RS, depois pelo Paladino F. C. de Santa Rosa, RS, E. C. Aliança de Santa Rosa, RS, Riograndense F. C. de Santa Maria, RS, e no E. C. Internacional de Santa Maria-RS.


Clube(s) pelo qual torce:  em Porto Alegre pelo Grêmio Foot Ball Porto-alegrense, em Santa Maria torço pelo E. C. Internacional  e em Santa Rosa pelo Paladino F. C.  
Atividade atual: Atuo como Contador e empresário no ramo de Transporte de Cargas.

Mantém atividade relacionada com o esporte? Não.

Já foi treinador, dirigente ou algo similar? Somente no Futebol amador.

O que faz atualmente? Trabalho em meu escritório de Contabilidade e administro empresa que opera no ramo de Transporte de Cargas.




Osvaldo vestindo o uniforme do Inter/SM


Uruguai F.C.  de Porto Lucena RS- x Olímpia de Oberá em 06/08/1965 Campo do Uruguai - placar  2x1 para o Uruguai. Osvaldo é o quinto da direita para a esquerda.

Colaboração de Raul Meneguini

quinta-feira, agosto 04, 2016

Por Onde Anda

MIGUEL DE QUADROS PAZ

Nome, local de nascimento, filiação. : MIGUEL DE QUADROS PAZ, natural de Santa Rosa, RS, filho de Fermino Rodrigues Paz e de Maria de Quadros
Apelido – Miguelzinho
Casamento. Com quem, quantos filhos, netos e etc.
Casado com Henriqueta Casagrande Paz (falecida), filhos: Altemir de Quadros Paz e Ademir Quadros Paz; neto Wellington  Casagrande Paz.
Grau de escolaridade – Ensino primário.
Como foi a infância (descrever, onde, quando). O que lembra com saudade.
Jogando futebol no campinho da Estação Rodoviária e da Vila Americana,  estudei na Escola Visconde de Cairú, na cidade de Santa Rosa, RS.
Vida esportiva (onde iniciou,  em que clubes jogou – o que recorda desta fase.
Iniciei jogando em Santa Rosa, RS, no Paladino F. C. - como ponteiro esquerdo ofensivo - na época dos presidentes Dr. Monte Alvar Aurelio Rodrigues, Dr. Luiz Lopes Burmeister e Dr. Paulo Laércio Soares Madeira (1967 até 1972), tendo como treinador o Sr. Artur Silva Ribas (Caiera); no Paladino F. C. fui Bi-campeão citadino (1971/1972), lembro-me de um jogo contra o Rolinho do E.C. Internacional de Porto Alegre, treinado na ocasião pelo Sr. Ernesto Guedes, em jogo amistoso onde fiz o gol do Paladino, vencido pelo Inter por 3x1;


Posteriormente, joguei no Tamoio F.C. e Elite Clube Desportivo, ambos da cidade de Santo Ângelo, RS (1973/1978); em 1974 fui campeão citadino pelo Elite Clube Desportivo, lembro-me do jogo decisivo, realizado em campo neutro, contra o Tamoio F. C., vencido pelo Elite pelo escore de 1x0, tendo marcado o gol da vitória.


Legenda da foto acima:
Estádio do Elite Clube Desportivo – Santo Angelo, RS Equipe campeã citadina de 1976
Em pé: Alberi, Polaco, Tomé, Mariano (jogou no Cruzeiro de Belo Horizonte MG), Mauro, Carlos Alberto (goleiro).
Agachados: Capitão, Edorildo, Volnei, Luizinho e Miguel de Quadros Paz

Posteriormente passei a jogar também, pela ordem no  Cruzeiro de São Borja, RS, (1979/1980); Tupi F. C. de Crissiumal , RS, (1981); Cascavel, PR; Guarani F.C. de São Miguel do Oeste, SC (1982/1983);  encerrando a minha carreira no Paissandu, da cidade de Brusque (SC).
Na foto Miguelzinho é o último à esquerda.

Em Novembro de 2013 participei, como homenageado pela Secretaria de Esportes e Turismo do Município de Santa Rosa, RS, em evento denominado Noite da História e Memória do Futebol de Santa Rosa, RS, na condição de ex-atleta do Paladino F.C. – cfe. Foto abaixo, onde aparecem: Wilson Codinotti, Sergio Rodrigues, Charles Joner, Anacleto Giovelli, Irineu Donini, João Adão Mousquer Marques (de apelido Perigoso),  Dr. Paulo Soares Madeira, Mantey (de apelido Polaco), Bartolomeu Neiss (de apelido Pato) e Miguel de Quadros Paz.  (foto acima)

Na foto da esquerda para a direita: Irineu Donini, Paulo Madeira, Miguelzinho e Délcio Steffen.

Em 23 de julho de 2016, por ocasião das festividades pelo transcurso dos 70 anos de fundação do Paladino F. C. de Santa Rosa, RS, fui homenageado pela sua direção em evento realizado em sua sede social, tendo na ocasião recebido a medalha  Comenda de Mérito Desportivo.(foto acima)


Clube(s) pelo qual torce.   Internacional de Porto Alegre, RS
 Atividade atual – aposentado pelo INSS.
 Mantém atividade relacionada com o esporte? Não
 Já foi treinador, dirigente ou algo similar? Não

 O que faz atualmente? Aposentado, resido na cidade Apiúna, SC, há 35 anos.  Fone (47) 9233 2506 ou (55) 9693 8224


Colaboração de Raul Meneguini

quarta-feira, novembro 19, 2014

Por Onde Anda?

Oscar Warth Neto

Local de nascimento: Porto Alegre/RS.
Filiação: Walter Larth(falecido) e Liesing Warth
Apelido (se for o caso) Nena
Local do casamento. Com quem, quantos filhos, netos e etc.
Porto Alegre - Capela da Assunção com Cleusa Figueiró(60), Cleon Figueiro Warth(34), Lisane Figuiero Wath(33), ambos advogados, Catherine Leichtweis (1.7 meses)
Grau de escolaridade
Superior - Professor de Educação Física
Como foi a infância (descrever, onde, quando). O que lembra com saudade. Porto Alegre, Curitiba e Santa Rosa.
Porto Alegre: granja pesqueiro Guaíba , produção de arroz (meu avo Oscar Warth) Rua Santo Antonio, Bairro Floresta, Curitiba: bairro Hugo Lang -clubes frequentados: Clube dos Oficiais do Exercito e Coritiba F.C.
Santa Rosa: adolescência: clubes: Cultural, Concórdia, Vigor, Cisne, e CTG Sepé Tiarajú.



Saudade: jogos esportivos, banhos na taipa (rio Pessegueiro), passeios com o patrão (Walter) pelo interior, Argentina (Porto Mauá) cascata Santo Cristo e cascata Santa Rosa.
Vida esportiva (onde iniciou em que clubes jogou – o que recorda desta fase.
Futebol de campo: Paladino, categoria juvenil e time principal.
Futebol de salão: União, Brasil, Alvorada e Real Clube dos Sete.
Tênis: Clube Cultural

Uses: União Santarosense de Estudantes Secundários
Clube que torce: Grêmio
Atividade atual: professor de educação física,  aposentado e professor de tenis.
Mantem atividade relacionada com o esporte? Sim escola de tenis em Gravataí
Já foi treinador, dirigente ou algo similar? Não
O que faz atualmente?
Trabalho como professor de tenis em minha escola: warthtenis@gmail.com,com alunos dos 4 anos  ate senior.

Por João Jayme Araujo

segunda-feira, julho 14, 2014

Por Onde Anda?


VITÉLIO PEDROLO 

Nasci em Catuípe, RS, em 1943, conhecido no mundo do futebol por Vitélio. Casado com Helga H. Zielke Pedrolo,  temos 05 filhas ( Anete, Ariete, Adriane, Angela e Bianca; temos 06 netos.
Grau de escolaridade: Ensino Fundamental.
Como foi a infância: Minha infância, vivida em Catuípe, RS, até os 07 anos de idade, lembra com saudades da “primeiras peladas” jogadas com bola de “bexiga” de porco; como entregador de leite no Hospital da cidade de Catuípe, RS (montado no “petiço marchador”); do catecismo aos domingos e já pensando que na volta ia jogar futebol.
Vida esportiva: Iniciei em 1958, como juvenil (com 15 anos de idade) no G. E. Sepé Tiarajú, clube amador com sede em Santa Rosa, RS. Aos 16 anos, atuei no mesmo clube, porém, na categoria de aspirantes.  Com 17 anos, tornei-me titular e sempre jogando na lateral direita do alvi-azul santa-rosense, tendo, em 1960, conquistado o título de campeão citadino de Santa Rosa,  quebrando a hegemonia, até então,  exercida pelo E. C. Aliança. E, o fato que mais me marcou, até hoje ainda na minha memória, foi o gol que fiz, em jogo contra o Paladino F. C., no Estádio Carlos Denardin, quando faltavam dois minutos para o encerramento da partida, ao cobrar uma falta de fora da área grande, vazando a meta guarnecida pelo goleiro Canhete (goleiro famoso do Paladino, paraguaio de origem).
Em 1960, como bairrista e apaixonado pelo lugar onde então morava, me transferi para o Juventude F. C., do Bairro Cruzeiro, distrito de Santa Rosa RS. Nesse Clube, atuei até o ano de 1973, onde no ano de 1965, fui vice-campeão citadino. Lembro, com saudades daquele período, pois éramos como uma grande família, onde dirigentes e jogadores, torcedores, inclusive com ala feminina, irmanados nos mesmos objetivos, ou seja, dar o melhor de si em prol do Clube, cujas cores das camisetas eram verde e amarelo.  Lembro, que joguei ao lado dos irmãos Ivar e Ivanir Taffarel, dos irmãos Plínio e Jarbas Tonel,  do Willy Dias (nosso inesquecível capitão), dos meus irmãos Nelci (Seco) e o Eugenio (Gordinho), dos goleiros Adão, Geraldo e Gilberto Rosa e muitos outros atletas de muito boa qualidade técnica. Nos jogos do Juventude, sempre aos domingos e no Estádio Carlos Denardin, a população de Cruzeiro nos acompanhava e torcia com muito entusiasmo, e, as vitórias eram sempre festejadas entre jogadores, dirigentes e torcedores e na maioria das vezes o local das comemorações eram realizadas no Clube Social 7 de Setembro. Também atuei, no período de 1963/1965, como jogador de futebol de salão (Futsal) pelo Santos F. C., de Santa Rosa, RS. Os jogos quase sempre realizados na quadra do Colégio Evangélico da Paz, onde despontavam atletas como Valdi Lopes da Silva, Canjica, Plínio, Ivar Taffarel, Francisco Brandão (Mineirinho), Vilmar, Adão Marques (Perigoso) e Raul Meneguini.
Também, atuei como jogador de Bolão, pelo Clube Sete de Setembro, de Cruzeiro, onde integrei e ajudei nas conquistas de dois  campeonatos estaduais, nos anos de:  1964, jogando a partida decisiva na cidade de Cachoeira do Sul, RS, e em 1985, na cidade de Igrejinha, RS.
Com a extinção do Juventude F. C., ainda joguei pelo Cruzeiro do Sul e pelo Farroupilha de
Lajeado Reginaldo e encerrando minha carreira como jogador de futebol no Canarinho F. C. , clube fundado por um grupo de amigos
Clube pelo qual torce: S. C. Internacional de Porto Alegre 
Atividade atual: Não mantenho atualmente atividade profissional. No passado, fui comerciário, atuando na empresa Ferramis e também como gerente comercial da empresa Máquinas Agrícolas Carpenedo Ltda, .na cidade de Giruá, RS. Fui também representante comercial.
Mantem atividade relacionada com o esporte? Não.
Já foi treinador, dirigente ou algo similar? Sim, treinei o Cruzeiro do Sul e o Canarinho, ambos do Bairro de Cruzeiro, onde, até hoje, ainda resido no endereço da Rua Ângelo Cordenonsi, nº 227, Santa Rosa, RS, meu querido bairro, telefones 55 3511 6565 ou 9183 9310 .
O  que faz atualmente? Usufruo, como aposentado, das dependências do Clube dos Aposentados de Santa Rosa, RS, onde jogo canastra e passo o maior tempo de lazer. 



 
Colaboração de Raul Meneguini

sexta-feira, julho 04, 2014

POR ONDE ANDA?

TITA


JOÃO BATISTA RIBEIRO DA SILVA, nasceu no dia  03 de outubro de 1939, em Santa Rosa, Rs, é filho de João Ribeiro e Senali Alves Da Silva
Ficou conhecido no futebol pelo apelido de Tita.
Casado com Jurema Pedrosa da  Silva, do qual nasceram: Luiz Carlos Pedroso Da Silva, Sergio Roberto Pedroso Da Silva, Elisabeth Pedroso Da Silva e Iara Pedroso Da Silva.  Possui dois netos e dois bisnetos.
Grau de escolaridade: Ensino primário.
Como foi a infância: Vivida no lugar denominado Lageado Figueira, distrito de Santa Rosa, RS.,  em companhia de meus pais. Lembro, que aos 05 anos fui morar com meus pais na Vila Agrícola, em Santa Rosa,RS. Estudei no colégio Visconde de Cairú. Comecei a trabalhar com 12 anos de idade, em pedreira de propriedade do Município de Santa Rosa,  localizada na Av. Borges de Medeiros, nas proximidade do antigo Estádio Municipal do Pessegueiro. Depois, trabalhei no armazém de propriedade de Fernando Steffen, localizado defronte a Praça da Independência. Fui empregado do Sr. Agostinho Frainer no Cine Odeon e depois trabalhei em uma empresa de propriedade do Sr. Rosalino Vargas, ajudando na execução dos calçamentos, com pedras irregulares, no percurso das Avenidas  Rio Branco, Santa Cruz, Expedicionário Weber, todas  em Santa Rosa, RS. Aos 18 anos alistei-me  no 1º Regimento de Cavalaria Motorizada, com sede em Santa Rosa, RS., tendo engajado e lá permanecendo por 09(nove) anos, chegando ao grau de cabo. Em 1972 ingressei como funcionário do DAER lá exercendo atividades como motorista até 2007, quando me aposentei.   
Vida esportiva: Iniciei jogando na várzea em campo de terra localizado nas proximidades do Colégio Santa Rosa de Lima, depois no G. E. Sepé Tiarajú, onde joguei de 1958 até o ano 1964. Lá,  fui campeão citadino, pelo Sepé no ano de 1960, jogava como ponta esquerda, - recuado e lateral esquerda.

Clube pelo qual torce: S. C. Internacional.
Atividade atual: Aposentado
Mantem atividade relacionada com o esporte? Não.
Já foi treinador, dirigente ou algo similar? Não. 

 Colaboração de Raul Meneguini


sábado, maio 31, 2014

Memórias do nosso futebol

CAÇULA
Por Fernando Kronbauer 

O mundo do futebol é um baú de informações e histórias, repleto de sonhos, conquistas, desafios e superações. Hoje o Jornal Gazeta Regional conta um pouco da trajetória de um dos maiores Xerifões do interior do Rio Grande do Sul. Sim, é ele Carlos Osvaldo Hagemann Dauve, ou simplesmente Caçula.
Oriundo de uma família humilde, mas batalhadora da cidade de Santa Rosa, Caçula desde cedo conciliou trabalho e o futebol. No ano de 1983, aos 16 anos foi campeão estadual pelo CEBEM (Juventude da Vila Winkelmann), aos 17 anos foi Vice-campeão Municipal pelo Grêmio Santarosense.

Em 1984, aos 18 anos começou a traçar um longo e vitorioso caminho pelo Dínamo de Santa Rosa, equipe que no seu 1º ano de clube disputou Campeonatos Amadores, e no ano seguinte (1985), se profissionalizou juntamente com a equipe, formando por 4 anos dupla de zaga lendária e até hoje temida pelos adversários com o seu grande amigo Salcicha, dupla esta que é lembrada e comentada até hoje por esportistas e ex-esportistas do estado, pois eram comparados a renomada dupla de zaga Daison e João Pontes, que atuavam nas décadas de 60 e 70 pelo Gaúcho de Passo Fundo,que era considerada a melhor dupla de zaga do interior do Estado naquela década. Segundo Caçula, torcedores diziam que, “depois de Daison e João Pontes a dupla mais respeitada no interior do Estado era Salcicha e Caçula, dupla que atuou 5 anos juntas, pelas equipes do Dínamo de Santa Rosa e São Luiz de Ijuí.
Em 1989, Caçula foi em busca de novos caminhos e se transferiu para a equipe do são Luiz de Ijuí, aonde atuou por 6 anos. Durante os 6 anos foi titular, capitão, ovacionado e respeitado pela torcida, sondado pela dupla Grenal e emprestado ao Atlético Paranaense.
 No São Luiz de Ijuí, Caçula teve seu auge na carreira, sendo Campeão Gaúcho da Segunda Divisão no ano de 1990 e Vice-Campeão da Copa Governadores no ano de 1991, perdendo o título para a equipe do Internacional de Porto Alegre. Ano este que Caçula alcançou seu ápice, sendo cobiçado por vários clubes do Brasil, como a dupla Grenal, que não concretizaram suas negociações, por que esbararam na questão financeira solicitada por dirigentes do São Luiz de Ijuí. Também foi bastante lembrado pela imprensa do Estado, como na crônica escrita por Ruy Carlos Ostermann, no Jornal Zero Hora do dia 23 de julho de 1991, que falava sobre as perdas da equipe do São Luiz de Ijuí para a decisão contra o Internacional, na qual dizia o seguinte: “Caçula, brilhante Zagueiro de marcação, está fora por terceiro cartão amarelo. Gostei demais de vê-lo sábado passado contra o Grêmio. Sai para a marcação do centroavante adversário, acompanha-o nos dois lados, o que dá origem ao líbero Newmar na mesma medida em que anula as tentativas de ataque que cogitem da participação do centroavante. E, ao mesmo tempo, o que é muito fácil de compreender, adianta a linha de marcação e coloca com facilidade o time todo mais avançado sobre o campo adversário. Mas há qualidade pessoal envolvida nisso não apenas um esquema de marcação um pouco menos ortodoxo: Caçula é ótimo, ágil, tem magnífica percepção do tempo da jogada, uma clara compreensão dos movimentos do adversário combinado com as ações dos companheiros de sua defesa, é forte, cabeceia bem e sabe marcar a partir do princípio de que o bom marcador é aquele que sempre está entre quem cabe ser marcado e a goleira a ser defendida. Nunca, ao lado, que promove a falta como correção, nunca à frente que patrocina as melhores expulsões da temporada e os fracassos mais simples, sempre atrás como um caçador” (Palavras de Ruy Carlos Ostermann).
No ano de 1992, Caçula foi emprestado pelo São Luiz de Ijuí à equipe do Atlético Paranaense para a disputa do Campeonato Brasileiro daquele ano. Logo na chegada, Caçula se adaptou ao estilo de jogo da equipe e foi promovido a titularidade, disputou algumas partidas, mas uma sequência de lesões o afastou dos jogos, tirando a sequências de jogos do defensor.
No ano de 1993, Caçula voltou para o São Luiz de Ijuí com a frase “Esta área tem dono”, onde atuou até o ano 1995, quando decidiu buscar novos desafios em sua carreira e no ano de 1996 se transferiu para equipe do Pelotas, para a disputa do Campeonato Gaúcho daquele ano. Foram poucas partidas pela equipe e uma séria lesão no joelho. Submetido a cirurgia, Caçula nunca imaginaria que aquela data seria o fim de sua carreira, mas isso aconteceu, após um cirurgia mal sucedida.  Caçula teve que abandonar a sua carreira de jogador, sendo o fim de uma história que durou 12 anos.

Ao ser questionado sobre os clássicos e a pressão da torcida nos anos que atuou,
Caçula lembra que quem jogou clássicos contra o Tupi em Crissiumal, Oriental e Botafogo em Três de Maio e TAC de Três Passos estava vacinado a disputar qualquer campeonato em qualquer estádio do Brasil, pois Caçula disputou jogos em estádio com mais 35 mil torcedores e não sentiu tanta pressão como nos clássicos regionais.
Ainda, quando perguntado sobre qual foi o pior atacante a ser marcado, e qual a sua maior lembrança da carreira, ele lembra que Renato Portaluppi era muito ruim de ser marcado pelo fato de ser muito rápido e possuir muita força física. Das lembranças, Caçula lembra da partida em que o São Luiz de Ijuí parou a seleção Brasileira em um jogo treino, no ano de 1991, que terminou empatado em 0 a 0. O jogo era preparatório para a Copa América e a Seleção Brasileira contava no seu elenco com Taffarel, Cafú, Branco, Renato Portaluppi, , entre outros jogadores que foram campeões mundiais no ano de 1994.

Caçula ainda frisa, que as crianças de hoje em dia que pensam em virar jogadores de futebol profissional, não devem desistir de seus sonhos, mas sempre pensar nos estudos, conciliando o sonho com os estudos, pois ninguém sabe o quanto tempo pode durar um carreira no futebol.

terça-feira, maio 27, 2014

Por Onde Anda?

ZILMAR GONÇALVES DE OLIVEIRA (GIBA)


Nome, local de nascimento, filiação: ZILMAR GONÇALVES DE OLIVEIRA(foto ao lado) , nasci 15 de outubro de 1940, em Cerro Largo, RS,  filho de Manoel Olmiro Gonçalves e Elísia Gonçalves  de Oliveira

Apelido: Giba

Casamento: Em primeiras núpcias com VILMA DOS SANTOS DE OLIVEIRA (já falecida); filhos MARISETE, DOLORES, SÁVIO, JANETE e MOISÉS. Temos 10 (dez) netos. Em segundas núpcias com MARICÉIA PARAÍBA DE OLIVEIRA(foto abaixo),

Grau de escolaridade: Ginasial.

Como foi a infância: Desde a idade de 05 (cinco) anos, vivida em Santa Rosa, RS, residindo nas proximidades de antiga pedreira localizada na Avenida Borges de Medeiros, depois na Rua Giruá, na companhia de meus pais, até 18 anos de idade. Estudei no Colégio Visconde de Cairú, localizado na Avenida Borges de Medeiros, próximo ao Colégio Santa Rosa de Lima, depois estudei no colégio Machado de Assis, situado à Rua Santo Ângelo, em prédio que depois foi sede social do G. E. Sepé Tiarajú. RS.

Vida esportiva:  Iniciei como jogador de futebol da várzea, no antigo Estádio Municipal do Pessegueiro, situado às margens dos rios Pessegueiro e Pessegueirinho. Fui jogador do G. E. Sepé Tiarajú de Santa Rosa/RS, nos anos de 1957 até 1961. Em 1962/1963, joguei pelo Juventude F. C. de Cruzeiro, fazendo parte do elenco em que jogavam os irmãos Ivar e Ivanir Taffarel, o Willy Dias, os irmãos Plínio e Jarbas Tonel, o Mido e tantos outros. Em meados de 1963, retornei, encerrando a carreira, como jogador de futebol, jogando pelo G. E. Sepé Tiarajú, onde atuei até o ano de 1968. Sempre atuei como meia-direita, articulador; fui, no ano de 1960, campeão citadino de futebol de Santa Rosa/RS, pelo G. E. Sepé Tiaraju. Exerci a atividade de auxiliar de topógrafo - na companhia do grande amigo Jose Luis Fortes Rodrigues, de apelido Gordo - na Prefeitura de Santa Rosa/RS, e, posteriormente, fui vigilante na mesma Prefeitura de Santa Rosa, onde acabei me aposentando. Hoje sou membro da Igreja Assembleia de Deus, com sede em Santa Rosa/RS. Gostamos do tradicionalismo gaúcho - somos frequentadores dos eventos sociais, promovidos pelo Centro de Tradições Gaúchas Chama Crioula, com sede social em Santa Rosa/RS.

Clube(s) pelo qual torce: Torcedor do S. C. Internacional de Porto Alegre.

Atividade atual: Aposentado, pelo Município de Santa Rosa, RS.

Mantem atividade relacionada com o esporte? Não.
Já foi treinador, dirigente ou algo similar?Não. 

O que faz atualmente? Aposentado
GE Sepé Tiarajú campeão de 1960 com a seguinte formação: Darci Kanitz (goleiro), Montenegro, Luis Fortes Rodrigues (Gordo), Vitélio Pedrolo, Machado, Miro, João Gangorra, Waldemar, Engo Medeiros, Zilmar Gonçalves de Oliveira (Giba) e João Batista Ribeiro da Silva (Tita). 

Giba no Juventude FC do Bairro Cruzeiro

Data de 8 de novembro de 2013 - Noite da História e Memória do nosso Futebol. Representação dos homenageados do GE Sepé Tiarajú. À esquerda Giba e sua esposa,  presentes no ato de homenagem aos ex-atletas, dirigentes, técnicos e torcedores.

Colaboração de Raul Meneguini