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quinta-feira, maio 11, 2017

Gauchão 2017

BETO CAMPOS: da casamata do Carlos Denardin, a campeão gaúcho.


No dia 24 de fevereiro 1964, nascia Gilberto Cirilo de Campos na cidade de São Borja. Como todo garoto, tinha o sonho de ser jogador de futebol. Em 1982 Gilberto,  ou melhor Beto Campos como era conhecido, começou a traçar sua trajetória no futebol, como centroavante. Entre os anos de 1982 a 1987, Beto atuou no São Borja até ser vendido para o Santa Cruz. Em 1988 a pedido do presidente do José Emílio Kruel do Dínamo, Beto foi cedido pelo Santa Cruz por empréstimo para o Dínamo de Santa Rosa para a disputa da segunda divisão. Em 1989 voltou para Santa Cruz e em 1990, retornou ao Dínamo para a disputa da segunda Divisão, após disputou o octogonal final da segunda divisão pelo São Luiz de Ijuí, onde conquistou o acesso. Em 1991 atuou pelo Novo Hamburgo, onde conquistou o acesso, e no mesmo ano também subiu com o Dínamo para a 1ª Divisão do Campeonato Gaúcho. Em 1992 atuou no Pelotas, 1993 no Ypiranga de Erechim, 1994 no Brasil de Farroupilha, 1995 no Esportivo onde conquistou mais um acesso.
De 1996 a 1998 atuou no Santo Ângelo (1996 conquistou o acesso com o Santo Ângelo), após foi pro Passo Fundo onde conquistou mais um acesso para a elite, em 1999 foi para o 15 de Campo Bom, 2000 no Guarani de Venâncio Aires,  2001 no São Luiz de Ijuí e logo em seguida foi para o Juventus onde encerrou sua carreira.
Como jogador, Beto foi o segundo maior artilheiro da história do Dínamo, com 34 gols em três temporadas, perdendo o posto somente para João Luís Pazze Marquez, com 43 gols, e ainda chegou a marca de 7 acessos para a elite do Campeonato Gaúcho pelas equipes em que atuou.
No ano de 2002, Beto iniciou a carreira de treinador frente a equipe Profissional do Juventus, em 2003 assumiu a equipe de Juniores quando disputou a final da Copa James Vidal, contra o Internacional, e ficou com o vice campeonato. Em 2004 e 2005 foi treinador do profissional do Juventus e Três Passos, em 2006 foi para o Santo Ângelo e Tupi, 2007 no  Avenida de Santa Cruz, e 2008 para o Juvenil da Ulbra e atuou como auxiliar técnico do Profissional, em 2009 treinou o Pelotas, 2010 e 2011 treinou o São Luiz de Ijuí, após a disputa da Série A do Gauchão, foi para o Avenida, onde foi Campeão da Divisão de Acesso. No  início de 2013 treinou o Cruzeiro de Porto Alegre, após foi para o Passo Fundo e São José, no ano de 2014 treinou o Caxias no Gauchão e na Série C do Brasileiro, 2015 no Passo Fundo  Seara – SC, 2016 retornou ao Caxias conquistando a Divisão de Acesso. Em 2017 assumiu o Novo Hamburgo equipe atual Campeão Gaúcho de Futebol.


Por Fernando Kronbauer
Foto Crédito Visão do Vale

quarta-feira, agosto 20, 2014

PROJETO


JUVENTUS FORTE

Em reunião ocorrida na última segunda-feira, 18 de agosto de 2014, a Direção do           Juventus Atlético Clube aprovou o início dos trabalhos do Projeto Juventus Forte, assim como, parte do processo de campanhas de sócios. Para seguir na linha da transparência, está sendo divulgado o trabalho a ser desenvolvido:
1-      O elenco  Profissional será montado com jogadores regionais  com idade de juniores e, jogadores profissionais da região que queiram voltar para a vitrine. Á partir dessa montagem, buscaremos  por empréstimo nos clubes da série A, jogadores que não estão sendo aproveitados, mas, que o clube só aproveitará os mesmos em 2016/17. Esses jogadores virão para dar sustentação ao elenco em alto nível. 
Além da segunda divisão  gaúcha, o clube jogará vários amistosos durante o ano, para que o clube não entre em recesso, já que, o Juventus trabalhará o ano todo e não somente durante a competição, pois, o objetivo é manter todos os atletas em atividade. 
2-      A equipe juvenil jogará o gaúcho da categoria e torneios nacionais, com possibilidade de um torneio internacional.
3-      As categorias abaixo do juvenil e acima do Sub 11, jogarão torneios nacionais, 1 competição a nível estadual e torneios de grande porte, onde participam clubes de alto nível. Essa ação é necessária, para que tenhamos parâmetros na formação de atletas futuros. 
4-      As categorias  abaixo da Sub 11, jogarão torneios regionais em campo reduzido (futebol sete) e possivelmente o estadual da categoria. Também jogará 2 torneios internacionais (Argentina e Paraguai).
5-      Todas as categorias da escolinha participarão de competições regionais, pois, entende-se que todos os jogadores precisarão ir adaptando-se ao novo sistema de trabalho. 
6-      Todas as categorias de base, assim como as escolinhas, seguirão o sistema de jogo implantado pelo profissional.
7-      O sistema de trabalho seguirá uma linha única, desenvolvido especialmente para formação de atletas de qualidade técnica e alto nível, onde primaremos principalmente na adoção de sistemas modernos, com resultados extremamente eficientes. 
8-      A montagem da comissão técnica do profissional, está  sendo realizada com critérios bastante arrojados, pois, será de profissionais com capacidade técnica, liderança de grupo, ideias de futebol moderno, educação (hoje não se ganha no grito), trabalhador, aptidão para olhar atletas da base, que tenha conhecimento de vestiário e adapte-se ao plano de trabalho a médio/longo prazo. 
9-      Nas categorias de base, está sendo realizada em cima de um projeto que todos os profissionais tenham capacidade e educação para lidar com crianças e jovens talentos.
10-   O projeto Juventus Forte prevê uma equipe competitiva, com futebol bonito e moderno, fazendo com que todo jovem regional queira chegar ao profissional, para depois galgar um clube maior. Esse projeto se desenvolverá ao longo de 5 anos, independentemente das mudanças de profissionais comandantes e Diretoria em Geral. 
11-   O elenco de atletas iniciará na segunda quinzena de setembro e o anúncio da comissão técnica completa será no dia 30 de agosto de 2014. 
CARLOS ALBERTO FARIAS -  Diretor de Futebol                                           
ANTÔNIO BOICZUK -  Presidente

sábado, maio 31, 2014

Memórias do nosso futebol

CAÇULA
Por Fernando Kronbauer 

O mundo do futebol é um baú de informações e histórias, repleto de sonhos, conquistas, desafios e superações. Hoje o Jornal Gazeta Regional conta um pouco da trajetória de um dos maiores Xerifões do interior do Rio Grande do Sul. Sim, é ele Carlos Osvaldo Hagemann Dauve, ou simplesmente Caçula.
Oriundo de uma família humilde, mas batalhadora da cidade de Santa Rosa, Caçula desde cedo conciliou trabalho e o futebol. No ano de 1983, aos 16 anos foi campeão estadual pelo CEBEM (Juventude da Vila Winkelmann), aos 17 anos foi Vice-campeão Municipal pelo Grêmio Santarosense.

Em 1984, aos 18 anos começou a traçar um longo e vitorioso caminho pelo Dínamo de Santa Rosa, equipe que no seu 1º ano de clube disputou Campeonatos Amadores, e no ano seguinte (1985), se profissionalizou juntamente com a equipe, formando por 4 anos dupla de zaga lendária e até hoje temida pelos adversários com o seu grande amigo Salcicha, dupla esta que é lembrada e comentada até hoje por esportistas e ex-esportistas do estado, pois eram comparados a renomada dupla de zaga Daison e João Pontes, que atuavam nas décadas de 60 e 70 pelo Gaúcho de Passo Fundo,que era considerada a melhor dupla de zaga do interior do Estado naquela década. Segundo Caçula, torcedores diziam que, “depois de Daison e João Pontes a dupla mais respeitada no interior do Estado era Salcicha e Caçula, dupla que atuou 5 anos juntas, pelas equipes do Dínamo de Santa Rosa e São Luiz de Ijuí.
Em 1989, Caçula foi em busca de novos caminhos e se transferiu para a equipe do são Luiz de Ijuí, aonde atuou por 6 anos. Durante os 6 anos foi titular, capitão, ovacionado e respeitado pela torcida, sondado pela dupla Grenal e emprestado ao Atlético Paranaense.
 No São Luiz de Ijuí, Caçula teve seu auge na carreira, sendo Campeão Gaúcho da Segunda Divisão no ano de 1990 e Vice-Campeão da Copa Governadores no ano de 1991, perdendo o título para a equipe do Internacional de Porto Alegre. Ano este que Caçula alcançou seu ápice, sendo cobiçado por vários clubes do Brasil, como a dupla Grenal, que não concretizaram suas negociações, por que esbararam na questão financeira solicitada por dirigentes do São Luiz de Ijuí. Também foi bastante lembrado pela imprensa do Estado, como na crônica escrita por Ruy Carlos Ostermann, no Jornal Zero Hora do dia 23 de julho de 1991, que falava sobre as perdas da equipe do São Luiz de Ijuí para a decisão contra o Internacional, na qual dizia o seguinte: “Caçula, brilhante Zagueiro de marcação, está fora por terceiro cartão amarelo. Gostei demais de vê-lo sábado passado contra o Grêmio. Sai para a marcação do centroavante adversário, acompanha-o nos dois lados, o que dá origem ao líbero Newmar na mesma medida em que anula as tentativas de ataque que cogitem da participação do centroavante. E, ao mesmo tempo, o que é muito fácil de compreender, adianta a linha de marcação e coloca com facilidade o time todo mais avançado sobre o campo adversário. Mas há qualidade pessoal envolvida nisso não apenas um esquema de marcação um pouco menos ortodoxo: Caçula é ótimo, ágil, tem magnífica percepção do tempo da jogada, uma clara compreensão dos movimentos do adversário combinado com as ações dos companheiros de sua defesa, é forte, cabeceia bem e sabe marcar a partir do princípio de que o bom marcador é aquele que sempre está entre quem cabe ser marcado e a goleira a ser defendida. Nunca, ao lado, que promove a falta como correção, nunca à frente que patrocina as melhores expulsões da temporada e os fracassos mais simples, sempre atrás como um caçador” (Palavras de Ruy Carlos Ostermann).
No ano de 1992, Caçula foi emprestado pelo São Luiz de Ijuí à equipe do Atlético Paranaense para a disputa do Campeonato Brasileiro daquele ano. Logo na chegada, Caçula se adaptou ao estilo de jogo da equipe e foi promovido a titularidade, disputou algumas partidas, mas uma sequência de lesões o afastou dos jogos, tirando a sequências de jogos do defensor.
No ano de 1993, Caçula voltou para o São Luiz de Ijuí com a frase “Esta área tem dono”, onde atuou até o ano 1995, quando decidiu buscar novos desafios em sua carreira e no ano de 1996 se transferiu para equipe do Pelotas, para a disputa do Campeonato Gaúcho daquele ano. Foram poucas partidas pela equipe e uma séria lesão no joelho. Submetido a cirurgia, Caçula nunca imaginaria que aquela data seria o fim de sua carreira, mas isso aconteceu, após um cirurgia mal sucedida.  Caçula teve que abandonar a sua carreira de jogador, sendo o fim de uma história que durou 12 anos.

Ao ser questionado sobre os clássicos e a pressão da torcida nos anos que atuou,
Caçula lembra que quem jogou clássicos contra o Tupi em Crissiumal, Oriental e Botafogo em Três de Maio e TAC de Três Passos estava vacinado a disputar qualquer campeonato em qualquer estádio do Brasil, pois Caçula disputou jogos em estádio com mais 35 mil torcedores e não sentiu tanta pressão como nos clássicos regionais.
Ainda, quando perguntado sobre qual foi o pior atacante a ser marcado, e qual a sua maior lembrança da carreira, ele lembra que Renato Portaluppi era muito ruim de ser marcado pelo fato de ser muito rápido e possuir muita força física. Das lembranças, Caçula lembra da partida em que o São Luiz de Ijuí parou a seleção Brasileira em um jogo treino, no ano de 1991, que terminou empatado em 0 a 0. O jogo era preparatório para a Copa América e a Seleção Brasileira contava no seu elenco com Taffarel, Cafú, Branco, Renato Portaluppi, , entre outros jogadores que foram campeões mundiais no ano de 1994.

Caçula ainda frisa, que as crianças de hoje em dia que pensam em virar jogadores de futebol profissional, não devem desistir de seus sonhos, mas sempre pensar nos estudos, conciliando o sonho com os estudos, pois ninguém sabe o quanto tempo pode durar um carreira no futebol.

segunda-feira, agosto 19, 2013

Categoria de Base


Rodada ruim para o Juventus no final de semana.


Jogando em Júlio de Castilhos, no Estádio  Municipal  Miguel Weihrich Filho, pelo campeonato estadual SULIGAFI, o Juventus não obteve bons resultados frente ao Macléres, no ultimo sábado, 17.
A Categoria 1999 entrou em campo às 15h30min e obteve um empate em dois tentos.

Já a Categoria 2001, que havia entrado em campo às 14 horas, não foi feliz e foi derrotada pelo placar de dois tentos a um.

Foto:gazetaesportivo
 

segunda-feira, agosto 05, 2013

Base

Não houve jogos  pelo Estadual Suligafi no final de semana.


As equipes da categorias de base do Juventus  não entraram em campo no final de semana pelo Campeonato Estadual Suligafi. O carnê  marcava confrontos em Santa Rosa contra a SER Caxias e em Erechim contra o Ypyranga.
No sábado a tarde, 03, a SER Caxias não se apresentou no  Estádio Municipal Carlos Denardin para o compromisso da rodada, e o Juventus, nas categorias 1999 e 2001, venceu por WO.

Já, no domingo, a rodada marcada para Erechim, nas categorias 1998 e 2000, foi transferida em função da chuva que deixou o gramado do Colosso da Lagoa impraticável para o futebol.


Está no site da SULIGAFI:

 Últimos resultados:

- Cat 2001 - 03/08/2013 - Sábado - 14:00 - JUVENTUS A. C. 2 x 0 S.E.R CAXIAS DO SUL  

- Cat 1999 - 03/08/2013 - Sábado - 14:00 - JUVENTUS A. C. 2 x 0 S.E.R CAXIAS DO SUL

quinta-feira, agosto 01, 2013

Categorias de Base

Campeonato Estadual SULIGAFI


O Juventus estará em campo neste final de semana, sábado e domingo, com suas categorias de base.
No sábado, 03, as categorias 1999 e 2001 enfrentam a SER Caxias do Sul no Estádio Carlos Denardin. A categoria 1999 ainda não venceu na competição.

Na estreia empatou em casa com o São Borja, de Canoas, em um tento, e depois jogando em Arroio do Meio, foi goleado por 4 x 0 pelo Prata da Casa. O grupo está motivado para a reabilitação no campeonato. Já  a categoria 2001obteve dois empates em dois jogos: zero a zero e um a um.

No domingo, 05, as categorias 1998 e 2000 se deslocarão a Erechim onde enfrentará o Ypiranga, no Estádio Colosso da Lagoa.

A categoria 1998 disputou três partidas.  Venceu a  primeira, jogando contra o Ipiranga em Sarandi pelo placar de 2 a 0;  na segunda, jogando em casa , ficou no um a um com o Macléres, de Júlio de Castilhos e por último, passou pelo Cometa, de Panambi, pelo placar de  2 x 0.

quarta-feira, julho 10, 2013

Destaque

Santarosense é destaque no Avaí  de Florianópolis

Atleta iniciou sua trajetória no Juventus de Santa Rosa.


O Atleta Santarosense , mais conhecido em Santa Rosa como Lipe, atualmente integra a equipe sub20 do Avaí de Santa Catarina.

Luis Felipe começou a sua trajetória no futebol ainda cedo, com apenas 12 anos. Apoiado pelo pai, Luis Felipe começou a dar os seus primeiros chutes e fazer seus primeiros gols no Estádio Carlos Dernardin, com a camisa do Juventus. Foram 3 anos de treinamentos e disputas em campeonatos pela equipe de Santarosense.

Em 2008, Luis Felipe passou em uma peneira do Grêmio de Porto Alegre e foi convidado a fazer parte de um centro de treinamento do Grêmio que se localiza na cidade de Sobradinho- RS. Luis Felipe treinou durante um no centro de treinamentos do Grêmio, após este período recebeu uma proposta da direção do Juventus para voltar a Santa Rosa e defender as cores do Clube no Gauchão de Juvenis de 2009. No decorrer da competição Luis Felipe rompeu os ligamentos cruzados e o menisco do joelho direito, com o apoio do Juventus a cirurgia foi realizada com sucesso e após 9 meses, ele voltava a treinar com o grupo que disputava a divisão de acesso de 2010 pelo Juventus. No decorrer da competição Luis Felipe foi convidado por um antigo treinador do Juventus a participar da base do Ypiranga de Erechim. Lá, ele realizou um excelente campeonato gaúcho de Juvenis, e marcou 8 gols na competição.

Com a apresentação de um bom futebol no campeonato Gaúcho de Juvenil, Luis Felipe no ano seguinte foi integrado a equipe profissional, e com apenas 17 anos se profissionalizou, e compôs o elenco do Ypiranga de Erechim na disputado Gaúchão de 2011.

Na metade do ano se transferiu para a equipe do Juventude de Caxias do Sul, se integrando a equipe sub20 do juventude.

No final do ano, e com uma proposta de uma equipe de Rondonópolis –MT, para  a disputa da Copa são Paulo de Futebol Junior,  acabou rescindindo o seu vínculo com o Juventude e se transferiu para equipe Mato-grossense, onde, juntamente com a equipe do Rondonópolis conquistou um feito inédito para o Estado Mato-grossense na competição. Pois foi a 1ª vez em que uma equipe do Estado do Mato Grosso passou da fase de grupos da Copa são Paulo de Futebol Junior. Naquele ano a equipe avançou mais uma fase e acabou ficando entre as 16 melhores equipes da competição,lembrando que a competição daquele ano contou com 96 equipes participantes.

Após se destacar na competição Luis Felipe foi convidado a integrar a equipe do São José de Porto Alegre, para disputar o Gauchão de Juniores. Com um equilíbrio na competição e boas atuações em partidas decisivas no Campeonato Gaúcho de Juniores, Luis Felipe despertou o interesse  do Avaí de Santa Catarina. A qual Luis Felipe já está a 11 meses integrado, fazendo parte do grupo que atualmente disputa o campeonato Catarinense de Juniores.

Segundo Luis Felipe, o principal objetivo da sua carreira é se firmar em uma grande equipe do futebol Brasileiro, conquistar ascensão profissional e oportunizar a sua família a viver em um padrão de vida confortável.

Felipe ainda ressalta que, se não fosse o apoio da família e a confiança em Deus teria abandonado o futebol, pois em 2010, ele acabou perdendo o seu maior ídolo e a base  para o seu futebol, o seu amado pai. Mas Deus conformou as suas dores e hoje Luis Felipe tem o objetivo de realizar os sonhos que o seu pai sonhava para ele.

Ficha Técnica do Atleta
Nome: Luis Felipe
Altura: 1,75
Peso: 71 kg
Data de nascimento: 18/09/1993
Idade: 19 anos
Clubes que atuou: Juventus A.C de Santa Rosa, Ypiranga de Erechim, Juventude de Caxias do Sul, Rondonópolis Mato Grosso, São José de Porto Alegre e Avaí de Santa Catarina.


por Fernando Kronbauer