sábado, junho 24, 2017

FUTEBOL AMADOR

E. C. COLONIAL

Lajeado Bonito


Em pé da esquerda para a direita: Darci Rodrigues da Silva, Ivo Hilebrandt, Valdomiro da Silva Costa, Adilino Fontana, Lamar Arbelo, Eca, Toninho Fontana e Pedro da Silva Costa. Agachados: Ari Marafiga, Neri Tábile, Eve Kraus, Abrilino da Silva Costa, Eloi Schleimer, Darci da Silva Costa. (Fevereiro de 1976).

Para conhecer um pouco da história desse time, entrevistamos o desportista Abrilino da Silva Costa, filho de um dos fundadores do Colonial.
Conta que seu pai Pedro da Silva Costa, mais os tios e alguns vizinhos, na década dos anos 1950, reuniram-se para fundar o Colonial do Lajeado Bonito. A proposta era de os moradores da comunidade, principalmente os jovens, a pratica do futebol, como um meio de diversão nos finais de semana, onde as famílias reuniam-se para conversar e ao mesmo tempo divertir-se.

O Colonial durante sua existência, que foi até 1985, teve sua sede ou campo de jogo em três locais diferentes. Segundo Abrilino(foto ao lado), o primeiro campo foi no travessão que passava ao lado de um matrizeiro de suínos, na propriedade de Rui Magalhães; o segundo em terras de Andrino Goulart( hoje pertence a  Chiquino Sturm) e o terceiro, perto da minha casa, em terras de Darci Rodrigues da Silva.
Abrilino, disse que desde aos doze anos participou das atividades, como atleta, dirigente e treinador, relata que o Colonial nos bons tempos, embora nunca tenha participado de campeonatos municipais, sempre montava grandes times, segundo ele, verdadeiras seleções; alguns atletas que jogaram para nós, como o Lamar, seu irmão Caio, o Baitaca (que mais tarde foram do Dínamo), o Gringo, Serginho, Sapateiro, Evandir(conhecido como Alto União), entre ouros tantos que marcaram presença no Lajeado Bonito.
 “Jogamos partidas com grandes adversários do município e da região, como aqui em Santa Rosa, o Cruzeiro do Sul, o Prenda, o próprio Dínamo, times de Porto Mauá, Porto Biguá em Alecrim, Entre-Ijuís, naquele campo na beira do rio, assim foram muitos que não dá para relatar todos”, destaca Abrilino.
Depois de deixar o Colonial, Abrilino ainda, como jogador, atuou no Flor do Ipê, da comunidade do Lajeado Ipê, próxima do Lajeado Bonito, onde lá também foi atleta e treinador.
Além do Colonial e do Flor do Ipê, Abrilino vestiu também, como atleta, as camisas do Rio Negro do Lajeado Manchinha e da Associação Guia Lopes. Abrilino também, por 15 anos, depois de parar como atleta, trabalhou como árbitro, voluntariamente, em diversas comunidades da região.
Assim como tantos outros times de futebol do nosso interior, como surgiu, desapareceu, deixando um rastro de história no nosso futebol amador.


Amistoso em dezembro de 1975, no lajeado Bonito, frente ao Cruzeiro do Sul(Vila Pereira/Bairro Cruzeiro). Atletas  do Colonial, da esquerda para a direita, em pé: Chico Fontana, Ivo Hilebrandt, Valdomiro da Silva Costa, Lamar Arbelo, Eca, Toninho Fontana e Pedro da Silva Costa(dirigente). Agachados: Darci Rodrigues da Silva, Ari Marafiga, Neri Tábile, Eloi Schreiner, Abrilino da Silva Costa, Darci da Silva Costa e Eve Kraus.

Agradecemos a colaboração de Abrilino da Silva Costa para a elaboração desta matéria.
Fotos: Abrilino da Silva Costa.

sábado, junho 17, 2017

Por Onde Anda

                                      SERGIO WEREMCHUK

SERGIO WEREMCHUK, natural de Santa Rosa, RS, filho de Constante Weremchuk e de Agnes Weremchuk.
 Apelido  – Sequito e/ou Chiquito.
Casamento – Divorciado; do casamento 03(três) filhos: Marcelo; Daisy e Sheila; 06(seis) netos: Rafaela, Diego, Samuel, Eziquel, Eduardo e Felipe.
Grau de escolaridade – 3.º Grau completo (Bacharel em Ciências Sociais e Jurídicas)-
Como foi a infância (descrever, onde, quando). O que lembra com saudade.
Quando, com 12 anos de idade, do internato em Passo Fundo/RS, no Instituto Educacional (IE) Colégio Metodista; do serviço militar em Santa Maria, RS, no 3.º Batalhão de Carro de Combate- chegando a 3.º Sargento Furriel.
Vida esportiva (onde iniciou e em que clubes jogou – o que recorda desta fase.
Joguei no IE (Instituto Educacional) de Passo Fundo, RS; no Gaúcho F. C. de Passo Fundo, no início nos juvenis e no time principal em 1960 e 1961; encerrando no G. E. Sepé Tiarajú,  clube de futebol amador de Santa Rosa, RS,  treinado na época pelo professor João Lencina Toledo e tendo como presidente e jogador o Sr. Alceu Medeiros. 
Clube(s) pelo qual torce.   Grêmio Foot Ball Porto Alegrense.
Atividade atual – Aposentado e advogado (de processos remanescentes).
Mantem atividade relacionada com o esporte? Somente em Academias (musculação).
Já foi treinador, dirigente ou algo similar? Não
O que faz atualmente? Acompanho processos ainda pendentes da advocacia.   




Colaboração de Raul Meneguini

Clique nas fotos para ampliar.


quinta-feira, maio 11, 2017

Gauchão 2017

BETO CAMPOS: da casamata do Carlos Denardin, a campeão gaúcho.


No dia 24 de fevereiro 1964, nascia Gilberto Cirilo de Campos na cidade de São Borja. Como todo garoto, tinha o sonho de ser jogador de futebol. Em 1982 Gilberto,  ou melhor Beto Campos como era conhecido, começou a traçar sua trajetória no futebol, como centroavante. Entre os anos de 1982 a 1987, Beto atuou no São Borja até ser vendido para o Santa Cruz. Em 1988 a pedido do presidente do José Emílio Kruel do Dínamo, Beto foi cedido pelo Santa Cruz por empréstimo para o Dínamo de Santa Rosa para a disputa da segunda divisão. Em 1989 voltou para Santa Cruz e em 1990, retornou ao Dínamo para a disputa da segunda Divisão, após disputou o octogonal final da segunda divisão pelo São Luiz de Ijuí, onde conquistou o acesso. Em 1991 atuou pelo Novo Hamburgo, onde conquistou o acesso, e no mesmo ano também subiu com o Dínamo para a 1ª Divisão do Campeonato Gaúcho. Em 1992 atuou no Pelotas, 1993 no Ypiranga de Erechim, 1994 no Brasil de Farroupilha, 1995 no Esportivo onde conquistou mais um acesso.
De 1996 a 1998 atuou no Santo Ângelo (1996 conquistou o acesso com o Santo Ângelo), após foi pro Passo Fundo onde conquistou mais um acesso para a elite, em 1999 foi para o 15 de Campo Bom, 2000 no Guarani de Venâncio Aires,  2001 no São Luiz de Ijuí e logo em seguida foi para o Juventus onde encerrou sua carreira.
Como jogador, Beto foi o segundo maior artilheiro da história do Dínamo, com 34 gols em três temporadas, perdendo o posto somente para João Luís Pazze Marquez, com 43 gols, e ainda chegou a marca de 7 acessos para a elite do Campeonato Gaúcho pelas equipes em que atuou.
No ano de 2002, Beto iniciou a carreira de treinador frente a equipe Profissional do Juventus, em 2003 assumiu a equipe de Juniores quando disputou a final da Copa James Vidal, contra o Internacional, e ficou com o vice campeonato. Em 2004 e 2005 foi treinador do profissional do Juventus e Três Passos, em 2006 foi para o Santo Ângelo e Tupi, 2007 no  Avenida de Santa Cruz, e 2008 para o Juvenil da Ulbra e atuou como auxiliar técnico do Profissional, em 2009 treinou o Pelotas, 2010 e 2011 treinou o São Luiz de Ijuí, após a disputa da Série A do Gauchão, foi para o Avenida, onde foi Campeão da Divisão de Acesso. No  início de 2013 treinou o Cruzeiro de Porto Alegre, após foi para o Passo Fundo e São José, no ano de 2014 treinou o Caxias no Gauchão e na Série C do Brasileiro, 2015 no Passo Fundo  Seara – SC, 2016 retornou ao Caxias conquistando a Divisão de Acesso. Em 2017 assumiu o Novo Hamburgo equipe atual Campeão Gaúcho de Futebol.


Por Fernando Kronbauer
Foto Crédito Visão do Vale

terça-feira, maio 09, 2017

GAUCHÃO 2017

JARDEL LAUERMANN

Um dos grandes pilares desta equipe vitoriosa e aguerrida do Novo Hamburgo é o seu volante, natural de Santo Cristo, Jardel Lauermann, 30 anos, que se destacou pela sua liderança e garra dentro de campo.
Jardel, teve seu início de carreira, com 14 anos,  atuando pelo esportivo de Bento Gonçalves, onde se profissionalizou e atuou até se transferir para o Internacional de Porto Alegre, sendo pouco aproveitado no time principal, se transferiu para o Brasiliense, ainda teve passagens pelo Ceará e o Pelotas, até desembarca em Caxias do Sul para atuar pelo Juventude, equipe o qual atuou por cinco temporadas, sendo campeão do interior em 2011, ainda foi campeão em duas oportunidades da Copinha Gaúcha do segundo semestre. Numa das conquistas Jardel teve a felicidade de fazer o gol do título. Ainda teve a oportunidade de subir o Juventude pra Série C do Campeonato Brasileiro, antes de se transferir para o São Caetano para disputar a Série B, passou ainda por Brasil de Pelotas, Ypiranga de Erechim, até desembarcar no segundo semestre de 2016 em Novo Hamburgo.
Ao ser perguntado sobre o Novo Hamburgo, Jardel comenta: “é um momento único, pois com muito esforço de nós todos (atletas, comissão, diretoria e torcedores), conquistamos a melhor campanha da competição e  disputaamos a final do Gauchão. A cidade nos abraçou, estou muito feliz,  e a todo momento recebo o apoio e carinho de muitas pessoas que não conhecia, e que vem acompanhando minha carreira”.
“Durante a competição passamos por algumas dificuldades, em termos de estrutura, se tratando de uma equipe do Interior. Mas hoje, olhando nossa campanha temos que nos considerar verdadeiros campeões, e no domingo, 07 de maio, entraremos em campo para dar mais um passo importante nas nossas carreiras e vidas. Quero agradecer e deixar um grande abraço a todos que vem me apoiando e torcendo pela minha carreira, ao povo de Santo Cristo e região que está na torcida e dizer que todo esse carinho serve de motivação e inspiração para que eu continue trabalhando forte em busca do melhor espaço”, disse.
Na primeira partida da final, contra o Internacional no estádio Beira Rio ocorreu o empate em 2 a 2. Com o resultado empatado, a partida do domingo, no Centenário, em Caxias do Sul, nos 90 minutos terminou e empate em um gol para cada lado. Nos pênaltis o Nóia foi mais competente(3x1) e se sagrou Campeão Gaúcho de 2017. Jardel foi escolhido como o melhor volante, fazendo parte da seleção do campeonato. Agora, está de malas prontas para atuar pelo Londrina na Série B do Brasileiro. Por esta conquista o Prefeito de Santo Cristo Adair   Filippsen, por decreto, nomeou Jardel Embaixador Honorário da cidade, aliás merecida homenagem dos santocristenses.

Muitas historias aconteceram  na campanha vitoriosa, como esta de Jardel. Como não tinha como se locomover para os treinamentos, seu tio de Canela, emprestou um veículo e junto com mais quatro companheiros na carona se encaminhavam para o local. Como Jardel não tem habilitação, quem conduzia o veiculo era seu colega Julio Santos. O curioso é que o carro nunca foi lavado enquanto esteve com ele, somente agora após a conquista, pois foi uma promessa e esta deveria ser  cumprida.

Colaboração de Fernando Kronbauer
Foto crédito Adilson Germann 

sábado, abril 29, 2017

SER SANTA ROSA

SER SANTA ROSA
Santa Rosa em nova fase!

O dia 28 de abril é especial para a Sociedade Esportiva e Recreativa Santa Rosa, pois dá inicio a nova fase do clube. Fundado em 2015, com os dois primeiros anos voltados para as categorias de base e agora, em 2017, O Santa Rosa está de cara nova e dá um importante passo em sua história

ingressando com o Departamento de Futebol Profissional e o Departamento de Marketing.




NOVO ESCUDO

O símbolo faz alusão em seu formato aos brasões da tradição europeia medieval. O desenho em sua parte superior ostenta uma muralha, símbolo de força e firmeza. Este elemento foi inspirado na coroa com detalhes de muralha que faz parte do brasão do município. Os tipos, em caixa alta, destacam o nome Santa Rosa que é sustentado pelas cores do clube: amarelo, azul e grená em colunas verticais e dando a forma do escudo. Dois ramos de louro fazem alusão as conquistas e vitorias que a agremiação irá conquistar em sua caminhada esportiva. Entre os ramos está o ano de surgimento do clube: 2015.



HINO DO CLUBE



O hino oficial do Santa Rosa é uma composição de letra e música de Claudio Joner e conta com a participação de talentos da cidade na gravação original, entre eles Paulo Severo, Flávio Almeida e Vinícius Kunzler, além do próprio Claudio. A letra presta uma homenagem aos antigos clubes de futebol que já desfilaram pelos campos do município e principalmente enaltece o espirito vitorioso e o orgulho do povo santa-rosense.

O hino: 

Santa Rosa
Santa Rosa
Jogamos pra vencer
Temos força e raça – Santa Rosa
É por ti que irei viver!

Santa Rosa
Santa Rosa
Sou tricolor de fé
Amarelo, azul e grená
Fomos feitos pra ganhar

O grito de gol. O som da vitória
Passado e memória dos clubes de outrora
Futuro de glórias
E orgulhos mil

Um só coração. O povo cantando
O mundo girando feito uma bola
Eu sou Santa Rosa
Do sul do Brasil

Santa Rosa
Santa Rosa
Seremos campeões!


BANDEIRA OFICIAL DO CLUBE


Outro símbolo importante do Santa Rosa é a bandeira do clube. Três colunas com as cores amarela, azul e grená marcam o pavilhão. Ao centro da flâmula destaca-se o brasão da SER Santa Rosa.




O UNIFORME

O manto sagrado do Santa Rosa ostenta as cores Amarelo, Azul e Grená. O uniforme número 1 tem a parte superior em azul sustentado por três colunas grená e duas amarelas formando uma combinação única que dá personalidade a camiseta do clube. O calção é azul com meias amarelas. O uniforme 2 é todo em azul com uma faixa no peito com um tom azul mais claro. A camiseta recebe detalhes em grená na parte lateral e o uniforme se completa com calções e meias azuis. O uniforme 3 tem camiseta amarela com uma faixa no peito amarela mais clara, os calções e meias são grená.



A estreia do clube na categoria profissional será no segundo semestre de 2017 disputando a Super Copa Gaúcha. No evento também foram apresentados os Planejamento estratégico do clube para os próximos cinco anos.

O MASCOTE GUAXINIM



Também foi apresentado o mascote do clube - o guaxinim. O guaxinim é um animal selvagem,  um mamífero omnívoro. Trata-se de um animal pequeno, talvez um pouco maior que um gato, com garras afiadas e uma cauda grossa com anéis. Por aqui é conhecido também como Mão Pelada.


facebook: https://www.facebook.com/pg/santarosafutebol/posts/ 

site:www.santarosafutebol.com.br

Aguardem, mais novidades vem por aí...