Fundado por um grupo de amigos,em 15 de
dezembro de 1982, com o objetivo de se encontrar nas tardes de sábado, para jogar futebol. Iniciou, tendo como local para os jogos, o
campo do Colégio Santa Rosa de Lima. As equipes eram formadas por ordem de
chegada dos atletas, que aguardavam a chegada das irmãs franciscanas para abrir
o portão, para que tivessem acesso ao campo.
Composto por 38 atletas, o grupo também começou a jogar futsal, de
quarta feira, no Salão Paroquial da comunidade do Sagrado Coração de Jesus, no
centro. Atualmente os jogos são disputados no campo do Sindicato dos Bancários
de Santa Rosa. O grupo é regido por um regulamento interno. O grande líder do
grupo é o desportista Marcos Mauro Maicá. terça-feira, janeiro 24, 2017
Futebol Amador
Fundado por um grupo de amigos,em 15 de
dezembro de 1982, com o objetivo de se encontrar nas tardes de sábado, para jogar futebol. Iniciou, tendo como local para os jogos, o
campo do Colégio Santa Rosa de Lima. As equipes eram formadas por ordem de
chegada dos atletas, que aguardavam a chegada das irmãs franciscanas para abrir
o portão, para que tivessem acesso ao campo.
Composto por 38 atletas, o grupo também começou a jogar futsal, de
quarta feira, no Salão Paroquial da comunidade do Sagrado Coração de Jesus, no
centro. Atualmente os jogos são disputados no campo do Sindicato dos Bancários
de Santa Rosa. O grupo é regido por um regulamento interno. O grande líder do
grupo é o desportista Marcos Mauro Maicá. domingo, fevereiro 03, 2013
Memórias
Mas aos remanescentes foram acrescentados com destaque, Careca e Telmo vindos de Porto Alegre, Décinho da terra e principalmente Estevão (Polaco) que teria atuado no Grêmio, como aspirante, mas, estava quilômetros à frente dos amadores da terra.
Pela sua picardia, capacidade e qualidade superior fez a diferença entre os dois times.
Os golos foram marcados, como se vê, por Jayme, cobrando pênalti e Telmo e Estevão (Polaco), estes, duas vezes
Pelo Paladino Ernani, Décio e Charles.
O Juventus fez cinco contra três na partida, talvez, mais emocionante entre esses adversários.
Digno de destaque a estreia nesse clássico de Estevão a que já nos referimos e, pelo Paladino, Paulo Terra, como se diria então, sem observância do politicamente correto, um “colored” de alma banca como atleta e principalmente, como gente.
Abaixo, a maioria dos atletas que se fizeram presentes nesse clássico histórico, com exclusão dos irmãos Cappellari, Luiz e Sadí, que aparecem no lugar de Carlinhos e Estevão.
Mais uma raridade.
domingo, janeiro 20, 2013
Memórias
Aproveitando as minhas férias - estou em Atlântida - resolvi transcrever um texto a mim enviado e manuscrito pelo ex-ponteiro direito do E. C. Aliança, o Sr. ELOI PEREIRA, mais conhecido nos meios futebolísticos santa-rosenses pelo apelido de Taquariano (ele jogou somente no Aliança e foi sempre titular no período das maiores conquistas do Clube, ou seja, de 1957 até 1963.
O E. C. Aliança, na condição de penta-campeão citadino de Santa Rosa, habilitou-se a participar do Campeonato Estadual de Amadores do RGS do ano de 1958. Foi vice-campeão naquele ano, tendo disputado a final com o Quaraí F. C., representante da cidade de Quaraí. O relato abaixo, é de autoria do ex-atleta ELOI PEREIRA, ponta direita da linha atacante do E. C. Aliança, fato acontecido em 1958. De invejável memória, relembra os fatos ocorridos nos três jogos da final do campeonato daquele ano.
O primeiro jogo foi realizado no Estádio Municipal Carlos Denardin, em Santa Rosa, tendo o Aliança ganho a partida pelo placar de 7 a 5. A curiosidade, trazida e contada pelo então ponteiro direito do E. C. Aliança, Sr. Eloi Pereira (Taquariano), está no do placar, assim construído: Aliança 1 x 0 - Quaraí 2x1 - Aliança 2x2 - Quaraí 3x2 - Aliança 3x3 - Quaraí 4x3 - Aliança 4x4 - Quaraí 5x4 - Aliança 5x5 - Aliança 6x5 e Aliança 7x5. Totalizando 12 gols.
O segundo jogo foi realizado na cidade de Quaraí e o placar foi de 3x2 para o Quaraí em cujo jogo foi apitado por árbitro Uruguaio, o Aliança vencia por 2x0 até os 38 minutos do segundo tempo, quando, o então árbitro, resolveu dar uma mão ao time de Quaraí, prorrogando o jogo em mais 15minutos, em cujo acréscimo, o Quaraí virou o placar vencendo o jogo por 3x2. Total de 5 gols.
O terceiro jogo, a melhor de três, foi realizada na cidade de Santa Maria, tendo então o Quaraí ganho o jogo por 5x2, cujo placar foi assim construído: o Quaraí saiu com 3x0 em apenas 08(oito) minutos do primeiro tempo; o Aliança fez 02 gols e teve a grande oportunidade de empatar, aos 45 minutos do primeiro tempo, quando foi assinalado um pênalti a seu favor, porém, desperdiçado pelo atacante Alceu Mallmann, que bateu forte na bola que foi direta ao travessão. No segundo tempo o Aliança se perdeu no jogo e daí a vitória do Quaraí por 5x2. Total de sete gols. Se somarmos os gols das três partidas disputadas nas finais, chegamos a um total de 24 gols, tendo em média por partida de oito gols.
Curiosidade: O campo onde foi realizada tal partida estava completamente enlameado e o barro era tanto, que em diversos locais quase encobria as chuteiras dos jogadores, nos narra o ex-atleta do Aliança, que o Quaraí era um clube com muitos recursos financeiros, tendo, inclusive, para disputar a melhor de três em Santa Maria, se deslocado com uma semana de antecedência ao dito jogo e, tendo treinado, nas condições do campo enlameado, 03(três) vezes. Tal estádio (ou campo) ficava numa baixada, onde o lodo se conservava por vários dias, em tempos chuvosos. Relatou Eloi.
Comentário: Naquele tempo os resultados eram quase sempre construídos com muitos gols e a razão era que não havia a filosofia dos técnicos de hoje (retranqueiros); naquele tempo se jogava no esquema de 2 (dois zagueiros de área); linha intermediária com 3 jogadores, e a linha atacante com cinco jogadores – avançados, sempre na busca dos gols.
Obs: este texto se encontra também no blog do EC Aliança: http://ecalianca.blogspot.com
domingo, outubro 28, 2012
Memória
sábado, agosto 25, 2012
Memórias do nosso futebol
(História do jogo realizado a 59 anos. Colaboração: João Jayme Araujo)
sábado, agosto 27, 2011
Memórias
jjgaucho23@hotmail.com
Por intermédio de um amigo – Prof. Atanagildo - recebo uma foto, de um local terraplanado onde fora campo de futebol, velho reduto do Mato do Líbano, depois apelidado de CAMPO DA BAIXADA, talvez com inspiração da velho Fortim Tricolor do Grêmio Porto Alegrense, na atual rua Mostardeiro e onde funciona hoje o Grupo Escolar Uruguai.
Ontem: A velha Baixada, ao fundo o pórtico, de madeira (como todo estádio), com as bandeiras em domingo de jogo.
Hoje: o terreno da antiga Baixada ao lado do Rio Pessegueiro, sendo aterrado para instalação de uma fábrica.
Deixemos elucubrações de lado e fixemo-nos no velho CAMPO DO PESSEGUEIRO.
Assisti ai, defesas monumentais de goleiros como ARI, do Paladino que tinha a peculiaridade de em vez de encaixar um chute forte, responder com um soco com as duas mãos fechadas, para a frente, na bola, como a dizer ao atacante: - Chuta de novo.
O Guaiquíca, vindo de Santo Ângelo, arqueiro espetáculo que, para ganhar a vida instalou-se com Sapataria em uma das dependências que serviram para hospedagem no velho Hotel Joner, já desativado.
O Neter, surgido no Ipiranga, jogava de fardamento branco e era louco por ser o protagonista da pugna.
O Julio Andrade longevo, sóbrio, mas bom arqueiro.
O Paulo Araujo que imitando Sergio Moacir Torres, guarda-valas do Grêmio, saia um pouco paro o lado para ia ao encontro da bola, fazendo a chamada ponte,
Mas o melhor de todos? – Sabiá. Humilde, quietão, jogando como se estivesse pescando ou pintando paredes..
Dos zagueiros, direito, central ou de espera, destacaram-se, dando balão para o lado do qual a bola vinha, Hilário Zenni e Jacob Louco.
A zaga mais consistente no Paladino e no Aliança, foi dos irmãos Decio e Nique.
Como laterais direito, dignos de menção pelo arrojo, coragem e mordendo todas Pinga e Napoleão.
Na meia-cancha vem-me a lembrança o Prof. Albino e Careca, ambos center halfs do Juventus.
E no ataque muitos destaques, despontando como “primus inter pares”, Penicilina que iniciou como Fritz num campinho de várzea e aqui só ficou por fazer ouvidos de mercador ignorando o canto de sereia que sempre chegava aos seus ouvidos.
Alguns outros que lhe seguiram como Heitor Lotario Saffi seu primeiro meia- direita.
Decinho dos maiores dribladores e jogando sempre para a frente, em direção ao gol adversário.
Alceu Mallmann que despontou como craque no Renner, o Papão de 1954.
Charkes e Noly Joner. Charles destacado ponta-direita e depois como centroavante, com rara velocidade e senso de oportunismo.
Noly, conhecido e reconhecido como o homem da virada, o que fazia com perfeição, seguindo o exemplo que Luiz Carvalho do Grêmio que imortalizou essa jogada.
Pela ponta esquerda Koplin o homem do chute mais forte que a memória me traz, tal como o fazia Jair da Rosa Pinto no Vasco e na seleção brasileira.
O mais técnico, craque é, para mim o Plínio Tonel.
A SELEÇÃO DA MEMORIA: Sabiá, Decio e Nique. Napoleão, Careca e Pinga. Lotario Saffi, Decinho, Penicilina, (Charles), Alceu (Noly) e Plínio(Koplin).












