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quarta-feira, julho 20, 2016

Aniversário

PALADINO 70 ANOS - PARTE III

Aliança x Paladino: famoso clássico ALPALque agitava o futebol nas tardes de domingo

A rivalidade é o principal combustível do maior esporte mundia, o futebol! Seguindo esta linha de pensamento o Jornal Gazeta Regional entrevistou o Senhor Raul Meneguini, ex-jogador do E.C. Aliança, por nos contar um pouco das histórias desta rivalidade que havia entre o E.C. Aliança e o Paladino F.C. É a história do clássico contada por um rival.

1.Como eram os clássicos ALPAL?
Inicialmente necessário se dizer que a sigla ALPAL foi e continua sendo uma denominação simplificada para a identificação dos dois clubes de futebol de campo e de maior torcida da cidade de Santa Rosa, RS; assim usada quando dos confrontos entre as equipes do E. C. Aliança e o Paladino F. C., clássicos esses acontecidos, ininterruptamente, no período de 1952 até 1970.
Clássico é Clássico e o ALPAL não fugia a regra, havia muita rivalidade - dentro e fora do campo de jogo - entre os seus respectivos dirigentes, torcedores e atletas; os seus dirigentes se reuniam ordinariamente e até extraordinariamente na semana que antecedia o Clássico ALPAL, e, nelas articulavam, entre si, as possíveis ações do co-irmão, o seu maior rival; a qualquer manobra descoberta vindas do seu adversário - em muitas ocasiões eram até trazidas aos seus ouvidos pelos corneteiros de plantão - provocavam as devidas e indevidas reações; reciprocamente não se temiam, mas, se respeitavam; e, a rivalidade era de tamanha dimensão que era inconcebível que os atletas da dupla ALPAL – nas horas de folga pudessem andar juntos sob pena de se lançar a nódoa da extrema suspeição e o imediato enquadramento como atletas inconfiáveis aos interesses dos seus clubes; o coração batia mais forte, por vezes alguns mais exaltados. Às vezes confusões dentro e fora do campo de jogo. Era Clássico. Fazia parte do contexto. Mas, tudo era dominado e o Clássico continuava ou continuou e, infelizmente acabou no ano de 1970.
Guardadas as proporções, não era menos eletrizante quanto aquele disputado na Azenha e Menino Deus, na capital.
 Os estádios, inicialmente no Municipal do Pessegueiro (1952 até 1954), depois no Campo do 19º RCMEC (1955 e 1956) e finalmente no Municipal Carlos Denardin (1957 até 1970), ficavam com sua lotação esgotada; os ditos Clássicos sempre eram realizados nos domingos à tarde, era uma grande festa.
A divulgação do Clássico dava-se principalmente através da imprensa falada e escrita da cidade, nela o noticiário e as entrevistas com atletas e dirigentes, envolvendo matéria de todos os setores dos dois clubes e até com programas especiais, como o que era realizado na Rádio Sulina, com a sua programação, dirigida pelo departamento de esportes do E. C. Aliança, denominada CLARINADA TRICOLOR.
Os campeonatos municipais eram, naquele período, disputados entre 06 (seis) clubes, Paladino F. C., Juventus A. C.-  E. C. Aliança, G. E. Sepé Tiarajú, Bancários F. C. e o Juventude F. C. 
No período em que aconteceram os clássicos ALPAL (1952 a 1970), somente no ano de 1960 fugiu da dupla ALPAL o título de campeão - a única exceção aconteceu em 1960, conquistado pelo co-irmão o  G. E. Sepé Tiarajú.
Os títulos de campeão citadino de futebol pelo Paladino F. C. aconteceram nos anos de 1952,1953,1961,1962,1964,1966,1967,1970 – totalizando 08 (oito) títulos.
Os títulos de campeão citadino de futebol pelo E. C. Aliança aconteceram nos anos de 1954,1955,1956,1957,1958,1959, 1963, 1965, 1968 e 1969 - totalizando 10 (dez) títulos.

2. Em relação ao futebol atual, o que diferencia do futebol da época?
Nos dias de hoje tudo ajuda para que se jogue melhor o futebol, por exemplo: a bola, os gramados, os salários, os uniformes, as concentrações, os melhores hotéis, as chuteiras, as viagens, tudo. Até a variedade de jogos transmitidos pela TV colaboram no aprendizado, nas informações instantâneas que chegam de todos os centros futebolísticos do mundo. Entretanto, tem muitas coisas para serem aperfeiçoadas. Mas não dá para fazer comparações com antigamente nestes itens que mencionei.
Como lado negativo penso que está, ao meu juízo, nas constantes trocas de planteis, resultando, em conseqüência, na perda de identidade dos atletas na relação paixão ao Clube. Parece-me que antigamente os jogadores se apegavam mais ao clube; torcedores sabiam de cor as escalações do seu time e do adversário e, até a curiosidade do público torcedor que acorriam aos estádios porque queriam também ver os bons jogadores das equipes adversárias.
Outro lado negativo está na inexistência de jogadores que aliam mais a técnica ao físico; hoje quase não se vê mais o craque de futebol com técnica refinada; o que mais se vê nos estádios são atletas que não oferecem ao público o que ele público mais gosta, ou seja, a jogada aleatória (o drible desconcertante, a ginga de corpo, etc.), fugindo do sistema tático pragmático, das jogadas mecânicas.

3. Faça uma relação do Futebol atual x Futebol nos anos 60/70:
Hoje em dia no futebol tu tens que ser muito mais atleta, os espaços diminuíram, a competitividade é enorme. Nos anos 60/70 o mais comum era jogar no 4-3-3 clássico.

4. Conte-nos uma historia do clássico que lhe marcou
Em 1964 jogávamos pelo E. C. Aliança contra o Paladino F. C. o Clássico ALPAL, a partida era de final do campeonato citadino, quem ganhasse o jogo seria o campeão; pela metade do primeiro tempo o Paladino vencia pelo escore de 1x0; numa bola levantada na área do Aliança um choque casual, cabeceamos eu e o Canelão (a dupla de zaga do Aliança), batemos testa contra rosto. Ele continuou no campo de jogo. Eu saí do campo desacordado com corte no lábio superior, fui levado às pressas para o Hospital de Caridade, lá fui atendido pelo Dr. Livio Cecconi; quando retornei já pela metade do segundo tempo o escore do derby já estava em 3x0 para o Paladino F. C.; o nosso técnico Decio Zoehler me olhou e concluiu que mesmo como estava poderia ingressar no campo de jogo, ingressei só que a bola corria para um lado e eu para outro, continuava ainda desorientado. Obs. Naquela época não era permitido substituir qualquer atleta após início da partida. Hoje, tal fato, seria solucionado pela substituição do atleta. Éramos todos amadores no sentido de que queríamos apenas jogar, o que importava era jogar, acima de tudo. Não nos importávamos com mais nada.

sexta-feira, fevereiro 15, 2013

Memórias/Dínamo

DÍNAMO FC NA ERA DO PROFISSIONALISMO
(Parte IV)

1988 - Apesar de um bom plantel, não consegue repetir a campanha do ano anterior.

Com José Emílio Kruel reeleito na presidência, foi uma temporada marcada por grandes e memoráveis clássicos regionais

QUADRO DE ATLETAS QUE PARTICIPARAM DA COMPETIÇÃO

Goleiros: Tiezerin, Nelson e Lamar.
Defesa: Paulo Timm, Renê, Marcos, Tonho, Salsicha, Góia, Julio Cesar, Caçula e Rolim.
Meias: Téti, Luiz Alberto, Zé Maria, Zequinha, Edegar, Derli(Baixinho), Jair e João Manuel.
Atacantes: Lica, Hermeto, Canhoto, João Luiz, Beto, Cesar. Toninho, Jadil, Serginho e Liz Fernando.
Técnico: Nenê Zorzan.
Preparador físico: Gilmar dos Santos.

Foram realizados 47 jogos oficiais, sendo 21 vitórias, 16 3mpates e 10 derrotas. Marcados 54 gols, sofridos 32, com saldo positivo de 12 gols.

Artilheiros: Com 11 gols: Beto, com 09 gols: João Luís e Zequinha, com 04 gols: César e Lica, com 03 gols: Luís Alberto, Paulo Timm e Toninho, Edgar, com 02 gols: Hermeto e João Batista e com 01 gol: Salsicha e Zé Maria.

Conquistas:

Campeão da 1ª Fase Missões B
Vice-Campeão 1º Turno Missões AB
4º lugar no Octogonal Final, ficando apenas dois pontos do segundo classificado para a Primeira Divisão.

Em preparação o Dínamo disputou os seguintes jogos amistosos:

20/02 0 x 1 São Luiz em Ijuí.
26/02 – 2 x 2 São Borja gols de Canhoto e Salsicha.
29/02 – 2 x 1 São Borja, gols de Salsicha e Hermento, no Carlos Denardin.
30/04 – 1 x 0 Santoangelense em Santo Ângelo
01/05 – 3 x 1 Onze de Ouro em São Martinho, gols de Toninho, César e Caçula.




CAMPANHA DE 1988 - JOGOS OFICIAIS

1ª FASE 1º - TURNO -1ª Rodada
Dínamo 0-0 Oriental Data: 05/03/1988; Local: Carlos Denardin (Santa Rosa); Juiz: Ingorn Krombauer; Cartão Amarelo: Salsicha, João Luís, Marreca, Flávio, Adones. Dínamo: Lamar; Marcos Castilhos, Renê, Salsicha e Caçula; Zé Maria, Jair (Toninho), Hermeto e César (Lica); João Luís e Canhoto. Oriental: Jéferson; Marreca, Chico Dummel, João Batista e Robinson; Classmann (Nicolino), Flávio, Adones e Alceu (César); Geninho e Clóvis.

2ª Rodada
Tupy 1-1 Dínamo Data: 13/03/1988; Local: Eucaliptos (Criciumal); Juiz: Carlos Alberto Miranda; Cartão Amarelo: Pedrinho, Paulo Timm, Caçula, César. Tupy: Danilo; Keko, Protásio, Biondo e Ademar; Simionato, Kina (Valmir), Ademir e Chibinha; Pedralli e Pedrinho. Dínamo: Lamar; Marcos Castilhos, Salsicha, Paulo Timm e Caçula; Luís Alberto, Jair (Góia), Zé Maria e Hermeto; Canhoto e César (Zequinha). Gols: César aos12' e Pedralli aos 73'.

3ª Rodada
Dínamo 1-0 Botafogo – TM Data: 19/03/1988; Local: Carlos Denardin (Santa Rosa); Juiz: Alvaci Costa; Cartão Amarelo: Caçula, Luís Alberto, Zé Maria, Birinha, Leivinha. Dínamo: Lamar; Paulo Timm, Caçula, Salsicha e Marcos Castilhos; Luís Alberto, Zé Maria, Canhoto (Zequinha) e Lica; João Luís e Hermeto (César). Botafogo - TM: Joãozinho; Alemão, Nélson, Machado e Aírton; Birinha, Leivinha (Marquinhos), Longa (Dalmas) e Cabeção; Juca e Jeco.
Gol: Luís Alberto aos 54'.


4ª Rodada
Flamengo 0-0 Dínamo
Data: 02/04/1988; Local: Irineu Collato (Horizontina); Juiz: Ademir Ernandes; Cartão Amarelo: Dalvo, Paulão, Marcos Castilhos, Salsicha, Caçula. Flamengo: Tiezerin; Dalvo, Sebastião, Pavão e Édson; Paulão, Carlos Alberto, Edgar e Corso (Serginho); César e André Carijó (Votta). Dínamo: Lamar; Paulo Timm, Marcos Castilhos, Salsicha e Caçula; Zequinha (Toninho), Luís Alberto, Zé Maria e João Luís; Hermeto (César) e Lica.

RETURNO 1ª FASE - 1ª Rodada
Oriental 2-0 Dínamo Data: 10/04/1988; Local: Baixada (Três de Maio); Juiz: José Carlos Vieira; Cartão Amarelo: Marreca, João Batista, Júlio César, Toninho; Expulsão: Flávio, Zequinha, Zé Maria. Oriental: Jéferson; Marreca, Chico Dummel, João Batista e Classmann; Rogério, Adones, Flávio e César (Clóvis); Geninho e Camarguinho (Carlão). Dínamo: Lamar; Salsicha, Góia, Júlio César e Paulo Timm; Luís Alberto (Lica), Zequinha, Zé Maria e César (Derli); João Luís e Toninho. Gols: Geninho aos 57' e Adones aos 88'.

2ª Rodada
Dínamo 2-0 Tupy Data: 17/04/1988; Local: Carlos Denardin (Santa Rosa); Juiz: Ingorn Krombauer; Cartão Amarelo: Guido. Dínamo: Lamar; Góia, Salsicha, Caçula e Júlio César; Marcos Castilhos, Luís Alberto, João Luís e Toninho (Paulo Timm); Hermeto (César) e Lica. Tupy: Danilo; Guido, Keko, Protásio e Biondo; Ademir, Simionato, Kina (Valmir) e Pedralli; Pedrinho (Ico) e Chibinha. Gols: João Luís aos 37' e Lica aos 80'.

3ª Rodada
Botafogo - TM 2-3 Dínamo. Data: 24/04/1988; Local: Estrelão (Três de Maio); Juiz: Jair Francisco Gomes Martíns; Cartão Amarelo: Aírton, Jeco, Lamar, Caçula, Zé Maria, Luís Alberto; Expulsão: Salsicha. Botafogo - TM: Roberto; Aírton (Marquinhos), Alemão, Dalmas e Bolívar; Machado, Leivinha (Perinazzo), Hélder e Cabeção; Jeco e Gastão. Dínamo: Lamar; Marcos Castilhos, Góia, Júlio César e Caçula; Salsicha, Zé Maria, Luís Alberto e César; João Luís e Toninho (Paulo Timm). Gols: Jeco aos 20', Zé Maria aos 23', Toninho aos 30', César aos 55' e Jeco aos 85'.

4ª Rodada
Dínamo 1-0 Flamengo Data: 08/05/1988; Local: Carlos Denardin (Santa Rosa); Juiz: Atanézio Konrath; Cartão Amarelo: Nélson, Góia, Zé Maria, Édson, Dalvo. Dínamo: Nélson; Marcos Castilhos, Júlio César, Caçula e Góia; Zé Maria, Zequinha, Hermeto e João Luís; César (Luís Alberto) e Toninho. Flamengo: Tiezerin; Pavão, Sebastião, Édson e Paulão (Corso); Dalvo, Negreiros, Edgar (Serginho) e André; Votta e Dornelles. Gol: Zequinha aos 31'.

Região Missões 'B'

Classificados: Dínamo e Tupy





2ª FASE - TURNO – 1ª Rodada
Grêmio Santoangelense 1-1 Dínamo Data: 21/05/1988; Local: Zona Sul (Santo Ângelo); Juiz: Inácio Mendes; Cartão Amarelo: João Luís, Gélson, Zequinha. Grêmio Santoangelense: Krüger; Gringo, Luís Roberto (Alexandre), Aládio e Valtinho; Luís Fernando, Jorge Luís, Edgar e João Luís; César (Eliseu) e Gélson. Dínamo: Lamar; Caçula, Júlio César, Salsicha e Marcos Castilhos; Zé Maria, Zequinha, César e João Luís; Toninho e Lica (Hermeto). Gols: Gélson aos 59' e Zequinha aos 74'.

2ª Rodada
Dínamo 1-0 Botafogo – TM Data: 30/05/1988; Local: Carlos Denardin (Santa Rosa); Juiz: Gilberto Cardoso; Cartão Amarelo: Toninho, Alemão, Aírton; Expulsão: João Luís. Dínamo: Lamar; Caçula, Marcos Castilhos, Góia e Salsicha; Paulo Timm, Zequinha, Hermeto (Lica) e João Luís; César (Luís Alberto) e Toninho. Botafogo - TM: Roberto; Alemão, Machado (Sidemar), Dalmas e Nélson; Aírton, Hélder, Marquinhos e Leivinha; Gastão e Juca (Jeco). Gol: Toninho a 1'.

3ª Rodada
Aurora 0-0 Dínamo Data: 05/06/1988; Local: Baixada (Cerro Largo); Juiz: Antônio Howes; Cartão Amarelo: Pradinho, Nilzo, Caçula, Salsicha, Zequinha. Aurora: Alemão; Bana, Jaime, Pradinho e Paulo Cortes; Aírton, Vando, Ciro e Nilzo; Valdo (Maninho) e Miro. Dínamo: Lamar; Paulo Timm, Marcos Castilhos, Góia e Caçula; Salsicha, Zequinha, Luís Alberto e Zé Maria; César (Hermeto) e Toninho.

4ª Rodada
Tupy 1-1 Dínamo Data: 12/06/1988; Local: Eucaliptos (Criciumal); Juiz: Clodoaldo Oliveira; Cartão Amarelo: Paulo Timm, Caçula, Marcos Castilhos. Tupy: Danilo; Keko, Guido, Biondo e Gervásio; Ademir, Simionato, Tijolo e Pedralli (Ico); Pedrinho e Chibinha. Dínamo: Lamar; Paulo Timm, Caçula, Salsicha e Marcos Castilhos; Zequinha (Góia), Luís Alberto, Zé Maria e César (Hermeto); João Luís e Toninho. Gols: César aos 10' e Simionatto aos 81'.

5ª Rodada
Dínamo 2-0 São Luiz Data: 18/03/1988; Local: Carlos Denardin (Santa Rosa); Juiz: Inácio Mendes; Cartão Amarelo: Caçula, César; Expulsão: Rogério Manta. Dínamo: Lamar; Caçula, Paulo Timm, Marcos Castilhos e Góia; Luís Alberto, Zé Maria (Lica), Hermeto (Derli) e João Luís; César e Toninho. São Luíz: Chico; Olde, Japão, Flávio e Júlio; Bilo, Elemar, Rogério Manta e Betinho; Maurício e Chuki (Teixeirinha). Gols: Luís Alberto aos 47' e João Luís aos 50'.

2ª FASE - RETURNO - 1ª Rodada
Dínamo 1-0 Grêmio Santoangelense Data: 25/07/1988; Local: Carlos Denardin (Santa Rosa); Juiz: Irani Cichelero; Cartão Amarelo: Renê, Toninho, Aloizio, Édson, Pinha. Dínamo: Nélson; Júlio César, Paulo Timm, Renê e Marcos Castilhos; Góia, Luís Alberto, Lica e Hermeto (Derli); João Luís e Toninho. Grêmio Santoangelense: Krüger; Gringo, Aloízio, Aládio e Édson; Pinha (Carlos Alberto), Eliseu (Álvaro), Ronaldo e Ânderson; João Luís e Onofre. Gol: João Luís aos 85'.

2ª Rodada
Botafogo - TM 1-0 Dínamo Data: 03/07/1988; Local: Estrelão (Três de Maio); Juiz: Itiberê Padilha; Cartão Amarelo: Caçula. Botafogo - TM: Abelha; Bolívar, Sidemar, Aírton e Machado; Dalmas, Hélder, Marquinhos (Juca (Jair)) e Leivinha; Jeco e Gastão. Dínamo: Nélson; Caçula, Marcos Castilhos, Paulo Timm e Góia; Zé Maria, Luís Alberto, Lica (César) e João Luís; Toninho e Hermeto (Derli). Gol: Leivinha aos 75'.

Dínamo 3-0 Aurora Data: 10/07/1988; Local: Carlos Denardim (Santa Rosa); Juiz: Jair Francisco Gomes Martíns; Cartão Amarelo: Adalberto, Salsicha, Toninho, Paulão, Waldoir. Dínamo: Lamar; Paulo Timm, Adalberto, Salsicha e Marcos Castilhos; Góia, Luís Alberto, João Luís e Lica; César e Toninho. Aurora: Alemão; Caçapava, Paulão (Ciro), Jaime e Waldoir; Marzinho, Vando, Erlon e Miro; Nilzo e Longa (Bertoldo). Gols: César aos 46', Salsicha aos 49' e Lica aos 55'.

3ª Rodada
Dínamo 0-0 Tupy Data: 13/07/1988; Local: Carlos Denardin (Santa Rosa); Juiz: João Lúcio de Souza; Cartão Amarelo: César, Ademar, Ademir, Chibinha, Pedralli. Dínamo: Lamar; Paulo Timm, Caçula, Marcos Castilhos e Salsicha; Derli, Zé Maria, Luís Alberto e César; João Luís e Lica (Hermeto). Tupy: Danilo; Guido, Protásio, Ademar e Keko; Tijolo, Ademir, Simionato e Pedrinho; Chibinha e Pedralli (Gervásio).

4ª Rodada
São Luíz 1-1 Dínamo Data: 23/07/1988; Local: 19 de Outubro (Ijuí); Juiz: Antônio Howes; Cartão Amarelo: Olde, João Luís. São Luiz: Chico; Flávio, Olde, Adílson e Japão; Edo, Elemar, Rogério Manta e Betinho; Batista e Chuki (Maurício). Dínamo: Lamar; Salsicha, Caçula, Marcos Castilhos e Paulo Timm; Zé Maria, Zequinha, Luís Alberto e Lica (Edgar); Toninho e João Luís. Gols: Betinho aos 14' e João Luís aos 28'.

Zonal Missões A/B
Classificados: Tupy, Dínamo, São Luiz e Botafogo – TM.




FASE SEMIFINAL - TURNO - 1ª Rodada
Dínamo 2-1 Veranense Data: 31/07/1988; Local: Carlos Denardin (Santa Rosa); Juiz: Clodoaldo Oliveira; Cartão Amarelo: João Luís, Ledo, Ademir. Dínamo: Lamar; Paulo Timm, Salsicha, Góia e Marcos Castilhos; Caçula, Luís Alberto, Zequinha e João Luís; Toninho (Edgar) e Lica (César). Veranense: Rogaciano; Ledo, Lari, Ademir e Nanicão; Zago (Loivo), Ica (Luís Fernando), Rogério e Ronaldo; Daltro e Nairo. Gols: João Luís aos 48', Paulo Timm aos 60' e Luís Fernando aos 75'.

2ª Rodada
Ypiranga 0-0 Dínamo Data: 07/08/1988; Local: Colosso da Lagoa (Erechim); Juiz: Ingorn Krombauer; Cartão Amarelo: Francisco Carlos, Leonel, Nélson; Expulsão: Paulo Timm. Ypiranga: Juarez; Jarbas, Tiquinha, Francisco Carlos e Ildo; Hermes (Guterrez), César, Santa Rosa e Leonel; Éder (Denílson) e Gérson.
Dínamo: Nélson; Marcos Castilhos, Caçula, Salsicha e Góia; Paulo Timm, Zequinha, Luís Alberto (Adalberto) e Beto; João Luís e Lica (César).

3ª Rodada
Tupy 1-0 Dínamo Data: 14/08/1988; Local: Eucalíptos (Criciumal); Juiz: Itiberê Padilha; Cartão Amarelo: Simionato, Kina, Góia, João Luís; Expulsão: Júlio César. Tupy: Danilo; Protásio, Keko, Guido e Luís Daniel; Simionato, Tijolo, Marcelo Gaúcho e Kina; Chibinha (Pedrinho) e Pedralli (Valmir). Dínamo: Nélson; Júlio César, Marcos Castilhos, Góia (César) e Caçula; Salsicha, Zequinha, Luís Alberto e Beto; Lica (Hermeto) e João Luís. Gol: Pedralli aos 76'.

4ª Rodada
Dínamo 1-0 São Luiz Data: 17/08/1988; Local: Carlos Denardin (Santa Rosa); Juiz: Urbano Knorst; Cartão Amarelo: Edgar, Flávio, Altair, Pretto. Dínamo: Nélson; Paulo Timm, Caçula, Marcos Castilhos e João Batista; Luís Alberto, Edgar, Zé Maria e Zequinha; Beto e Lica. São Luíz: Chico; Olde, Flávio, Adílson e Altair; Bilo, Pretto (Chuki), Betinho e Luís Freire; Elemar e Batista. Gol: Edgar aos 17'.

Dínamo 4-0 Brasil – FR Data: 21/08/1988; Local: Carlos Denardim (Santa Rosa); Juiz: Atanézio Konrath; Cartão Amarelo: Caçula, João Batista, Altamir; Expulsão: Clayton. Dínamo: Nélson; Paulo Timm, Marcos Castilhos, Caçula e João Batista; Zé Maria, Zequinha, Edgar (João Luís) e Luís Alberto; Lica (César) e Beto. Brasil - FR: Luís Carlos; Altamir, Clayton, Sérgio Roth e Paulo César; Chiquinho, Juca, Manoel e Pingo (Cabral); Claudinho e Plein (Índio). Gols: Paulo Timm aos 13', Zequinha aos 25', Beto aos 52' e aos 86'.

5ª Rodada
Botafogo - TM 0-0 Dínamo Data: 24/08/1988; Local: Estrelão (Três de Maio); Juiz: Itiberê Padilha. Botafogo - TM: Vanilson; Dalmas, Paulo Cortes, Aírton e Mauro; Nélson, Hélder, Chiquinho (Juca) e Miro; Ivo e Ninho (Leivinha). Dínamo: Nélson; Paulo Timm, Marcos Castilhos (Góia), Caçula e João Batista; Zé Maria, Edgar (João Luís), Zequinha e Luís Alberto; Beto e Lica.

6ª Rodada
Dínamo 1-1 Glória Data: 28/08/1988; Local: Carlos Denardin (Santa Rosa); Juiz: Sílvio Oliveira; Cartão Amarelo: Paulo Timm, Caçula, Beto, João Luís, Gasperin, Chicão, Faller; Expulsão: Zé Roberto. Dínamo: Nélson; Paulo Timm, Caçula, João Batista e Luís Alberto; Zequinha, Zé Maria, Edgar (Hermeto) e Beto; Lica (César) e João Luís. Glória: Gasperin; Betão (Élton), Zé Roberto, Chimbica e Chicão; Luís Carlos, Faller, Jorginho (Zé Carlos) e Cigano; Áureo e Marcos Toloco. Gols: Lica aos 10' e Marcos Toloco aos 16'.

FASE SEMIFINAL – TURNO - 1ª Rodada
Veranense 1-3 Dínamo Data: 03/09/1988; Local: Vicente Lopes (Veranópolis); Juiz: Valdir Vioni; Cartão Amarelo: Ademir, Mach, Mazzarollo, Loivo, Rogério, Ica, Caçula, Beto. Veranense: Vítor; Ademir, Mach (Luís Fernando), Nanicão e Mazzarollo; Loivo, Rogério, Ica e Nairo (Zago); Ronaldo e Daltro. Dínamo: Nélson; Paulo Timm, Caçula, João Batista e Marcos Castilhos; Zequinha, Zé Maria (Góia), Luís Alberto e Beto; João Luís e Lica (César). Gols: João Luís aos 53', Paulo Timm aos 56', Daltro aos 65' e Zequinha aos 80'.

2ª Rodada
Dínamo 0-0 Ypiranga Data: 07/09/1988; Local: Carlos Denardin (Santa Rosa); Juiz: José Mocellin; Cartão Amarelo: Caio, Éder. Dínamo: Tiezerin; Paulo Timm, Marcos Castilhos, Salsicha e João Batista; Zé Maria, Luís Alberto, Zequinha e Beto; João Luís (Edgar) e Lica. Ypiranga: Juarez; Jarbas, Ildo, Caio e Alberi; China, Guterrez (Denílson), Quadros e Éder; Caio e Gérson (Simon).

3ª Rodada
Dínamo 1-0 Tupy Data: 20/09/1988; Local: Taba Índia (Cruz Alta); Juiz: Luís Cunha Martins; Cartão Amarelo: Tiezerin, Caçula, João Luís, Luís Daniel. Dínamo: Tiezerin; Paulo Timm (Góia), Marcos Castilhos, Caçula e João Batista; Zé Maria, Zequinha, Luís Alberto e Beto; João Luís e Lica (Edgar). Tupy: Danilo; Protásio, Luís Daniel, Guido e Keko; Kina (Tijolo), Simionato, Ademir e Chibinha; Pedralli e Pedrinho (Marcelo Gaúcho). Gol: João Batista aos 6'.

4ª Rodada
São Luíz 1-0 Dínamo Data: 14/09/1988; Local: 19 de Outubro (Ijuí); Juiz: Inácio Mendes; Cartão Amarelo: Japão, Luís Freire, Paulo Timm, Caçula, Salsicha, Beto; Expulsão: Marcos Castilhos. São Luiz: Hebert; Japão, Pinto, Olde e Zé Moraes; Adílson, Bilo, Pretto (Chuki) e Luís Freire; Betinho e Elemar.Dínamo: Tiezerin; Paulo Timm, Marcos Castilhos, Caçula e Salsicha; Zequinha, Luís Alberto (Hermeto), Zé Maria e Beto; João Luís e Lica. Gol: Caçula aos 63'.

5ª Rodada

Brasil - FR 3-1 Dínamo Data: 18/09/1988; Local: Castanheiras (Farroupilha); Juiz: Olinto Preusler; Cartão Amarelo: Renato, Paulo César, Plein. Brasil - FR: Fuka; Clayton (Manoel), Barbosa, Raul e Renato; Chiquinho, Paulo César, Claudinho e Tales; Plein e Índio (Feijão). Dínamo: Tiezerin; Júlio César, Caçula, João Batista e Góia; Edgar (Hermeto), Zequinha, Luís Alberto e Zé Maria; João Luís e Lica (César). Gols: Edgar aos 25', Claudinho aos 75', aos 85' e aos 89'.

6ª Rodada
Dínamo 2-0 Botafogo – TM Data: 22/09/1988; Local: Carlos Denardin (Santa Rosa); Juiz: Valdir Vioni; Cartão Amarelo: Zé Maria, Mauro; Expulsão: Nélson. Dínamo: Tiezerin; João Batista, Marcos Castilhos, Caçula e Salsicha; Zé Maria, Luís Alberto, Zequinha e Beto; João Luís e Lica (Edgar). Botafogo - TM: Abelha; Alemão, Dalmas, Mauro e Nélson; Aírton, Hélder, Leivinha e Gastão; Ninho e Jeco. Gols: Beto aos 59' e aos 84'.

OCTOGONAL FINAL – 1º Turno – 1 ª Rodada

Dínamo 2-2 Guarany – BG Data: 02/10/1988; Local: Carlos Denardin (Santa Rosa); Juiz: Luís Cunha Martins; Cartão Amarelo: Umberto. Dínamo: Tiezerin; Caçula, João Batista, Marcos Castilhos (Hermeto) e Salsicha; Zequinha, Luís Alberto, Zé Maria e Beto; César (Toninho) e João Luís. Guarany - BG: Umberto; Eduardo, Sandro Correa, Rodinei e Claudemir; Baiano, Carlinhos (Toninho), Mazinho e Donizete (Jair); Preto e Vandenir. Gols: Donizete aos 35', Preto aos 75', Toninho (D) aos 85' e Beto aos 89'.

2ª Rodada
Pradense 0-1 Dínamo Data: 09/10/1988; Local: Waldemar Grazziotin (Antônio Prado); Juiz: João Lúcio de Souza; Cartão Amarelo: Celso, Branco, Zé Maria, Beto; Expulsão: Rui. Pradense: Celso; Nico, Vilmar, Rui e Rudinei; Carlos Vacaria (Mineiro), Branco, Samuel e Gélson (Guido); Chumbinho e Gilmar Pagotto. Dínamo: Tiezerin; Paulo Timm, Caçula, João Batista e Marcos Castilhos (Góia); Zé Maria, Zequinha, Luís Alberto e João Luís; Beto e Hermeto (César). Gol: Hermeto aos 5'.

3ª Rodada
Dínamo 1-1 Novo Hamburgo Data: 12/10/1988; Local: Carlos Denardin (Santa Rosa); Juiz: Orion Satter de Melo; Cartão Amarelo: João Batista, Ivan. Dínamo: Tiezerin; Paulo Timm, Caçula, Marcos Castilhos e João Batista; Zé Maria, Luís Alberto, Zequinha e Beto; João Luís e Hermeto (Lica). Novo Hamburgo: Leandro; Serginho, Lauri, Luís e Neurilene; Zé Luís, Ivan (Mané), Anchieta e Bim; Vacaria e Zé Mello (Rubilar). Gols: Zequinha aos 30' e Mané aos 70'.

4ª Rodada
Glória 2-1 Dínamo Data: 16/10/1988; Local: Alto da Glória (Vacaria); Juiz: Paulo Serafim; Cartão Amarelo: Tiezerin, Zé Maria. Glória: Gasperin; Chimbica, Zé Roberto, Chicão e Betão; Elton, Hélder, Faller e Alemão (Cigano); Marcos Toloco e Áureo (Zé Carlos). Dínamo: Tiezerin; João Batista, Tonho, Paulo Timm e Caçula; Zequinha, Zé Maria, João Luís e Hermeto; Beto e Lica. Gols: João Luís aos 18', Alemão aos 30' e Hélder aos 46'.

5ª Rodada
Dínamo 1-0 Oriental Data: 19/10/1988; Local: Carlos Denardin (Santa Rosa); Juiz: Ingorn Krombauer; Cartão Amarelo: João Batista, Zequinha; Expulsão: Mauro. Dínamo: Tiezerin; Paulo Timm (César), Caçula, Tonho e João Batista; Zequinha, Zé Maria, Lica e Hermeto (Edgar); Beto e João Luís. Oriental: Jéferson; Dalmas (Carlão), Chico Dummel, Marréca e Mauro; Pavão, Classmann, Adones (Camarguinho) e Jair; Rogério e Bira. Gol: Beto aos 66'.

6ª Rodada
Uruguaiana 2-1 Dínamo Data: 23/10/1988; Local: Felisberto Fagundes Filho (Uruguaiana); Juiz: Sílvio Oliveira; Cartão Amarelo: Hermeto; Expulsão: Ben Hur, Caçula. Uruguaiana: Jânio; Adão, Preto, Vladimir e Ben Hur; Élbio, João Alberto, Valmir (Peteca) e Caré (Paulo Henrique); Francisco e Guinga. Dínamo: Tiezerin; Caçula, Tonho, João Batista e Paulo Timm (Teti); Zé Maria, Edgar (Luís Alberto), Zequinha e João Luís; Hermeto e Lica. Gols: Caré aos 33', Guinga aos 39' e Zequinha aos 78'.

7ª Rodada
Dínamo 0-0 Ypiranga Data: 30/10/1988; Local: Carlos Denardin (Santa Rosa); Juiz: Claúdio Pinto; Cartão Amarelo: Juarez, China, Guterrez, Quadros. Dínamo: Tiezerin; João Batista, Marcos Castilhos, Tonho e Paulo Timm; Zé Maria (Luís Alberto), Zequinha, João Luís e Hermeto; Beto e Lica (César). Ypiranga: Juarez; Ildo, Zé Ricardo, China (Ferrão) e Francisco Carlos; Peninha, Paulo César, Guterrez (Denílson) e Éder; Quadros e Caio.

OCTOGONAL FINAL – RETURNO – 1ª Rodada

Guarany - BG 1-0 Dínamo Data: 06/11/1988; Local: Estrela D'Alva (Bagé); Juiz: César Carrasco; Cartão Amarelo: Claudemir, Donizete, Tiezerin, Tonho, Caçula, João Manoel, João Luís. Guarany - BG: Umberto; Claudemir, Rodinei, Alceu e Sandro Correa; Luís Freire, Baiano, Carlinhos e Preto; Donizete (Luís Henrique) e Jair (Cadinho). Dínamo: Tiezerin; Paulo Timm, Tonho, Caçula e João Batista; Zequinha, Luís Alberto, João Manoel e Beto; Jadíl (Hermeto) e João Luís. Gol: Luís Henrique aos 85'.

2ª Rodada
Dínamo 3-1 Pradense Data: 13/11/1988; Local: Carlos Denardin (Santa Rosa); Juiz: Ricardo Müller; Cartão Amarelo: João Manoel Rui, Samuel. Dínamo: Tiezerin; Marcos Castilhos, João Batista, Paulo Timm e Caçula; João Manoel, Luís Alberto, Lica (César) e Jadíl (Hermeto); Beto e João Luís. Pradense: Celso; Nico Rui, Gérson Carreta (Gélson) e Mário; Vilmar, Samuel, Carlos Vacaria e Branco; Chumbinho e Gilmar Pagotto. Gols: Lica aos 20', João Luís aos 40', Beto aos 60' e Gilmar Pagotto aos 78'.

3ª Rodada
Novo Hamburgo 1-0 Dínamo Data: 17/11/1988; Local: Santa Rosa (Novo Hamburgo); Juiz: Sílvio Oliveira; Cartão Amarelo: Serginho, Zé Mello, Tonho, João Batista, Caçula, Paulo Timm. Novo Hamburgo: Leandro; Lauri, Neurilene, Luís e Serginho; Anchieta, Vinícius, Bim e Vander; Zé Mello e Mané (Zeca). Dínamo: Tiezerin; Tonho, João Batista, Caçula e Paulo Timm; Luís Alberto (Jadíl), João Manoel, Zequinha e Beto; Lica (Hermeto) e João Luís. Gol: Vander aos 62'.

4ª Rodada
Dínamo 4-1 Glória Data: 20/11/1988; Local: Carlos Denardin (Santa Rosa); Juiz: José Mocellin; Cartão Amarelo: Tiezerin, Chicão, Zé Roberto; Expulsão: João Manoel. Dínamo: Tiezerin; Adalberto, Caçula, Marcos Castilhos e Paulo Timm; João Manoel, Zequinha, Hermeto (César) e Jadíl (Luís Alberto); Beto e João Luís. Glória: Gasperin; Betão, Chimbica, Chicão e Francisco; Zé Roberto, Zé Carlos, Jorginho (Hélder) e Marcos Toloco; Áureo (Chiquinho) e Plein. Gols: Hermeto aos 15', Beto aos 25', Zequinha aos 40', Plein aos 44' e João Luís aos 56'.

5ª Rodada
Oriental 1-1 Dínamo Data: 23/11/1988; Local: Baixada (Três de Maio); Juiz: Jorge Schaefer; Cartão Amarelo: Rogério, Paulo Timm, Tonho, Zé Maria, Hermeto; Expulsão: Mauro. Oriental: Ademir; Pavão, Chico Dummel, Dalmas (Nilzo) e Mauro; Fipo, Rogério, Rogério Manta e Adones; Camarguinho (Carlão) e Bira. Dínamo: Tiezerin; Caçula, João Batista, Paulo Timm e Tonho; Zé Maria, Zequinha, Hermeto (Luís Alberto) e Beto; João Luís e Lica (César). Gols: João Luís aos 38' e Bira aos 55'.

6ª Rodada
Dínamo 2-0 Uruguaiana Data: 27/11/1988; Local: Carlos Denardin (Santa Rosa); Juiz: José Mocellin. Dínamo: Tiezerin; Caçula, Paulo Timm, Marcos Castilhos e João Batista; Zequinha, João Manoel, Luís Alberto e Beto; Hermeto e Jadíl (César). Uruguaiana: Jânio; Juarez, Vladimir, Preto e João Alberto; Dorval, Ben Hur, Neimar (Mano) e Arthur (Caré); Francisco e Valmir. Gols: Beto aos 61' e Zequinha aos 75'.

7ª Rodada
Ypiranga 1-2 Dínamo Data: 04/12/1988; Local: Colosso da Lagoa (Erechim); Juiz: Valdir Vioni; Cartão Amarelo: Peninha, Paulo César, Paulo Timm. Ypiranga: Alberi; Zé Ricardo, Francisco Carlos, China e Peninha; Paulo César, Guterrez (Éder (Simon)), Denílson e Hermes; Quadros e Gérson. Dínamo: Tiezerin; João Batista, Caçula, Marcos Castilhos e Paulo Timm; Zequinha, João Manoel, Luís Alberto e Beto; Hermeto (César) e Jadíl (Tonho). Gols: Peninha aos 8', Luís Alberto aos 25' e João Batista aos 80'.

Na temporada com a melhor campanha o  Glória sagrou-se Campeão Gaúcho de 2ª Divisão de Profissionais de 1988, com isso conquistou uma vaga para o 1ª Divisão de 1989; o Dínamo ficou em 4º lugar com 16 pontos, doias a menos que o segundo classificado.

Pesquisa: Arquivo do blog, Museu Municipal de Santa Rosa e Disponível em < www.planeta.terra.com.br > acessado em 10/04/2005.

domingo, fevereiro 03, 2013

Memórias

JUVENTUS 5 X 3 PALADINO: A MAIOR VITÓRIA EM CLÁSSICOS NA DÉCADA DE 1950.

Por João Jayme Araujo

O Juventus Atlético Clube nasceu com um sonho da gurizada, principalmente de atletas do 2º time do Paladino, que vislumbraram assim uma oportunidade de tornarem-se titulares.
Serem protagonistas do espetáculo.
Viera a Santa Rosa para lecionar no Liminha (Colégio Santa Rosa de Lima), o Prof. ALBINO WERLANG, que depois se soube, fora marista em Uruguaina.
No Hotel Liberalli, onde se hospedara, o também eram hóspedes, Alceu Malmann, Heitor Lotário Saffi (Neco) ou residentes como Adroaldo e Nico Liberalli.
A notícia circulou e logo aderiram Flavio Machado, Júlio Rafael Pinto Silva, Benjamim Lunardi, Nique Zoehler, Antonio Leutschuck, Jayme Araujo, Ivo Stein e Lauro Fenner.
Eram jogos emocionantes pela rebeldia de novatos e pela experiência de escolados.

O JOGO: Juventus 5 x 2 Paladino

 Clique na matéria para ampliar o que foi publicado no Jornal  A SERRA de 1955, sobre o clássico.`

Comentário:

ESTEVÃO FOI O FATOR DE DESIQUILIBRIO DESTE JOGO.

Mas aos remanescentes foram acrescentados com destaque, Careca e Telmo vindos de Porto Alegre, Décinho da terra e principalmente Estevão (Polaco) que teria atuado no Grêmio, como aspirante, mas, estava quilômetros à frente dos amadores da terra.

Pela sua picardia, capacidade e qualidade superior fez a diferença entre os dois times.
Os golos foram marcados, como se vê, por Jayme, cobrando pênalti e Telmo e Estevão (Polaco), estes, duas vezes
Pelo Paladino Ernani, Décio e Charles.
O Juventus fez cinco contra três na partida, talvez, mais emocionante entre esses adversários.
Digno de destaque a estreia nesse clássico de Estevão a que já nos referimos e, pelo Paladino, Paulo Terra, como se diria então, sem observância do politicamente correto, um “colored” de alma banca como atleta e principalmente, como gente.
Abaixo, a maioria dos atletas que se fizeram presentes nesse clássico histórico, com exclusão dos irmãos Cappellari, Luiz e Sadí, que aparecem no lugar de Carlinhos e Estevão.
Mais uma raridade.



Não fez parte da equipe colorada, Nolly Jonner, possivelmente, a maior legenda do clube.
No Juventus de sua formação inaugural restaram, apenas, Jayme e Adroaldo. 

domingo, setembro 16, 2012

Memórias do nosso futebol


 VILA DOS TAQUARIANOS

João Jayme Araujo
jjgaucho23@hotmail.com
www.joaojayme.com.br

Quando jovens nada era empecilho para alcançarmos a felicidade de jogar futebol, mesmo que para isso tivéssemos de andar por quilômetros e mais quilômetros.
Assim, íamos a pé até o Quilômetro Três  ou Vila dos Taquarianos, na estrada para Tuparendi, passando por Cruzeiro.
A denominação, deve-se, pela colonização ter sido feita por pessoas vindas da cidade de Taquari. (Uma leva de imigrantes, descendentes de açorianos, vindos da região de Taquari, se estabeleceram em algumas comunidades arredores da cidade, dentre elas o Quilometro Três.)
Íamos a pé, seguindo pela Vila Flores, em direção ao Norte.
Lá chegados jogávamos com os nativos, num campo de futebol, grande, de dimensões oficiais, mas todo de terra, nada de grama.
Terminada a refega, vínhamos pelo mesmo atalho,  para encurtar distancias, cansados pelo jogo e pela caminhada
Porém, no gozo da felicidade.
Éramos felizes e ainda não sabíamos!
                            
TAQUARIANOS

Originários da Vila do mesmo nome, pelos menos dois Taquarianos, fizeram historia no futebol da cidade. 



Na foto: à esquerda Eloy e a direira Adãozinho fizeram história no futebol.

Adãozinho apareceu em Cruzeiro e atuou, inicialmente, pelo Juventus. Por motivos ignorados – talvez problemas de deslocamentos – tanto aparecia como desaparecia. Ressurgiu depois, no Paladino, e deve ter encerrado a carreira no EC Aliança ou no Juventude. Avante todo desengonçado, corria como se viesse aos trambolhões, mas, normalmente comparecia no placar, como se diz hoje.
Eloy fez parte de uma onda de renovação no Aliança quando tal aconteceu no elenco.
Atuava pela ponta direita.  Foi campeão estadual.
Hoje, como fiscal fazendário, aposentado, vive em Tucunduva e trocou o futebol pela pescaria.
Deve ser daqueles que têm muita historia para contar!

sábado, agosto 25, 2012

Memórias do nosso futebol

PALADINO 3 X 1 JUVENTUS 
(História do jogo realizado a 59 anos. Colaboração: João Jayme Araujo) 
 
Data: 27 de setembro de 1953
Local: Estádio Baixada do Pessegueiro – Santa Rosa/RS

                                                                                                    
A  equipe do Paladino FC que disputou o jogo
 

A equipe do Juventus AC que disputou o jogo

(Ao fundo, a direita, o time do Paladino entrando em campo.)

Leia o que diz o Jornal A SERRA sobre o jogo no final de semana seguinte: 
 Clique na foto para ampliar.



Graças à colaboração de Elton Zielke e de Joca, filho de meu querido amigo LUIZ CAPPELLARI, assim como o foram todos os seus irmãos, resgata-se por fotos e noticias de A SERRA, um dos clássicos mais esperados no futebol de nossa terra.
Paladino e Juventus eram os expoentes do futebol em Santa Rosa.
O clássico de 1953 decidiria, possivelmente, o campeonato.
Como atrativo extra, a disputa da condição de artilheiro do ano, entre Charles e Jayme, que estavam empatados. Com dois marcados nesse jogo Charles conseguiu o galardão.
O Juventus era comandado pelo técnico Barcellos, que viera de Porto Alegre, trabalhar na construção civil e com eles dois atletas que logo se incorporaram aos periquitos, CARECA E TELMO.
CARECA um centro médio com as características dos center-halfs, de então.
Daqueles que tendo a bola sob seu domínio, normalmente, de cabeça erguida, lançavam em ótimas condições seus atacantes, para que esses desempenhassem a respectiva missão.
TELMO, um ponta-esquerda arisco que buscava e encontrava a linha de fundo. Um dos trunfos do Juventus, mas, nessa partida, por contusão, não pode atuar o que se constituiu num sério desfalque.
Examinando-se hoje as fotos da pugna, chega-se à conclusão que o PALADINO tinha melhor time.
Sobressaiam DÉCIO e NIQUE irmãos, zagueiros comprados depois, por uma geladeira a cada, pelo Aliança.
Os irmãos Charles e Nolly,, este, como se diz, sabia e Charles um ponteiro-direito, depois centroavante. Velocista e dono de um chute potente. Tinha o faro do gol.
Como goleiro, Júlio, discreto, mas efetivo.
Nino, zagueiro que tinha passagem por bons clubes de centros maiores.
Ernani, tosco, mas, se impunha em sua área.
Napoleão, bom lateral, marcador implacável.
Lauro Fenner, que atuara antes, com destaque no próprio Juventus e no Tuiuti de Santo Ângelo e Paulo Terra, um porto alegrense colored, como se dizia, antes do politicamente correto, dono de uma visão de jogo destacada, bom jogador, melhor caráter.
No Juventus eram destaques, Careca, Antonio, Jayme, Décinho, este o cérebro do time, dos maiores jogadores da região e Luiz Cappellari, bom jogador, mas, genioso.
Pela comparação, vê-se a superioridade do vencedor. 



Equipe do Juventus entrando no Estádio: na frente Jayme. Fila da esquerda, Hectore, Carlinhos, Careca e Luiz Cappellari. Na direita: Adão, Antonio e Decinho. De chapéu, no lado, Telmo ponteiro esquerdo que, por contusão, não atuou. 

A TORCIDA FEMININA 

Foram destaque nessa partida, as torcidas femininas. Admiradoras do Juventus, tendo Ascânio Pinto como chefe da torcida e Claudete Araujo à frente, resolveram marcar presença, devidamente uniformizadas.
O vestido era de cor verde, com golas e punhos vermelhos e completando o visual um chapéu de palha enorme.
Para saudar sua equipe, percorreram o comércio em busca de auxilio, destinado a compra foguetes, com os quais receberam os atletas na entrada em campo.
Nas fotos abaixo das torcedoras, vêem-se três incidências, como: entrada em campo, entrega de uma "corbeille" para o capitão da equipe, Careca e este acompanhando Águeda e Claudete Araujo, quando estas deixavam o campo. 



Ascânio Pinto, chefe da torcida do Juventus. Aparecem, dentre outras, Claudete, Águeda e Negra Araujo, Evinha, Lisete Koch,Neiva Hoffmann, Maria do Carmo Acioli e Laís Albrecht.



Careca, capitão da equipe do Juventus  recebendo uma corbelia de flores. Vê-se, entre os chapéus, os atletas Adroaldo Liberalli e Paulo Pinto que não apareceram n a foto da entrada no Estádio.



Capitão do Juventus Careca, acompanha Águeda e Claudete Araujo, quando elas se retiravam do campo em direção ao Pavilhão.



Torcida feminina do Paladino: Janete Berta, Liége e Dione Zenni; Vera Maria, Stella,Maria de Lourdes Cardoso, Miriam e Eda Zenni; Lilian (de mãos erguidas) e Luze Koch, Ruth Matter, Ila Andrade...".
Como em cidade do interior é difícil guardar-se segredo, as torcedoras do Paladino descobriram o movimento das adversárias e também se fizeram presente uniformizadas.
A história contada por VERA CARDOSO WIENANDTS: " Eu, era menina de tranças, ainda. As mais velhas conseguiram motivar a turma então apaixonada pelo Paladino, determinando que todas usariam roupa branca e vermelha de
preferência a saia branca e blusa vermelha. Quem não tivesse colocaria alguma roupa onde se destacassem essas cores.
Outra coisa, lembro bem, confeccionamos bandeiras de tiras vermelhas e brancas de papel crepon, presas numa madeirinha por percevejo.
As menores, as amigas minhas,Dione,Liége, fomos arrecadar as hastes dessas lá no Scalco Móveis que cortaram exatamente como pedimos.
Todo mundo se juntou pelas casas para confeccionar as ditas bandeirinhas.
Entramos pela lateral do campo em direção às arquibancadas. Agitávamos as bandeirolas gritando frases e palavras de efeito visando um bom desempenho de nosso time. Vitória do nosso time.
O Paladino estava no auge e nós meninas que frequentávamos o estádio do Pessegueirinho junto com as manas maiores, claro, resolvemos apoiar o time com uma grande torcida feminina. E, assim foi, num determinado domingo para espanto de todos, adentramos pelas laterais do gramado. onde havia o campo e onde o Paladino enfrentaria (Juventus) vestidas "para matar" de branco e vermelho. A saia rodada(da época, com armação) era branca e a blusa vermelha ou vice versa como havíamos combinado em reunião da turma.
.Ah, aquilo deu uma vida na torcida que não parava de gritar palavras de incentivo, de força aos jogadores que também havíamos combinado.
Uma começava e as outras iam fazendo um coro, espetacular, o povo aplaudia e co-participava.
Foi inédita esta atividade com relação a um time de futebol, enfim, mais ou menos 30 meninas, adolescentes e as mais maduras.
O máximo, numa época em que o futebol era uma grande atração, um bom programa de domingo à tarde, nas pequenas cidades e os jogadores nativos do local, todos conhecidos e alguns namorados.
Espero que gostem do que contei, pois, para mim estasatividades,foram inesquecíveis.(Vera Cardoso Wienandts)