sexta-feira, setembro 16, 2016

Futebol Amador

FARROUPILHA 50 ANOS - ATLETA COM MAIS DE MIL JOGOS

Entre a carreira de atleta e dirigente, Chico Dias  tem 41 anos de dedicação ao clube.

Três gerações de atletas, esta é a família Gonçalves Dias do Bairro Cruzeiro. Chico, da segunda geração, iniciou no futebol aos 11 anos. Com 17 atuou no Cruzeiro do Sul do Bairro Cruzeiro, onde foi campeão.  No ano seguinte, em 1975, foi levado pelo seu amigo Tatinha ao Farroupilha, onde lá permanece por 41 anos, como atleta, treinador e dirigente.  Nesse período conta nos dedos os jogos que faltou. Acredita que passam de mil os jogos disputados com a camisa farrapa. Chico Dias é um símbolo de fidelidade desportiva no clube.  É o homem dos mais de mil jogos.  
Os fatos são tantos que marcaram a sua vida. Era tanto o fanatismo pelo esporte, que marcou seu casamento para sexta feira 20 de abril, pois no sábado era feriado, para poder jogar no domingo em Campininha, Tuparendi.  No nascimento de sua filha, outra história marcante, no domingo 19 de setembro 1979, iria acontecer uma partida classificatória contra o Real no estádio municipal,  antes do início do confronto a sua esposa falou que precisaria ir ao hospital, pois estava com sintomas que da criança nascer. Com o coração dividido Chico pediu para sua mulher se acalmar e assegurar até a manhã, e se mandou para o jogo, por coincidência do destino a filha Kátia nasceu no dia seguinte, na segunda feira, 20 de setembro, mesma data do aniversário do farroupilha, conciliando duas paixões em uma só data.
Em uma das únicas partidas que chico não jogou pelo farrapo, foi na localidade de Campo Alegre Porto Mauá, porque seu segundo filho Jéferson nasceu bem num domingo à tarde.
Como atleta foi campeão em 1984 e como treinador campeão com a categoria mirim, disputando o título com o Cruzeiro do Bairro Sulina, no campo do adversário, em 1991.
Chico se emociona ao lembrar de um jogo festivo, quando atuaram juntos ao seu lado, o pai Vily Gonçalves Dias aos 76 anos e seus dois filhos Jéferson e Everton(foto ao lado). No futebol espelhou-se muito no seu pai, pois quando criança o via atuar como volante e dos bons no Juventude de Cruzeiro.  Apesar da idade Wily demonstrou sua técnica com passes precisos durante o primeiro tempo.
Durante 41 anos destinados ao Farroupilha, o título de 1984 retrata a sua entrega pela equipe. Chico relata: “era a última partida da fase classificatória para o triangular final. Ouro Verde e Toda Hora já tinham garantido sua classificação. Nós enfrentávamos o Toda Hora no Lajeado Reginaldo e o Guarani de Pessegueiro que também tinha chances de classificação enfrentava o 1º de Maio do Lajeado Assombrado, em Pessegueiro. Para piorar a situação do Farrapo, os atletas Pretinho, Coutinho e o Naco estavam suspensos. Iniciou a partida em Reginaldo e  Tabordão, do Toda Hora, acertou um canudo abrindo o placar para os visitantes. Jaime Wolkmer empatou. Lembro como se fosse hoje. Nos tentávamos de tudo que é forma marcar mais um gol.  Mas o arqueiro Cláudio Taffarel(aquele mesmo da seleção brasileira) estava operando milagre. E, lá pelos 43 minutos do segundo tempo, vi o Pretinho e o Coutinho chegando no campo e dizendo que a partida em Pessegueiro havia resultado empatado. Com isso, só bastava  vencermos para se classificar para o triangular final. E, aos 44 minutos, Tijolada cruza uma falta e quando fui dominar a bola com o peito, ela expirou e me atirei fazendo um golaço de voleio em Claúdio Taffarel, sacramentando a nossa classificação. Todos me abraçavam, foi a festa. Fui para o primeiro jogo do triangular contra o Ouro Verde, com a bola toda, chegando lá o treinador me deixou no banco, não aceitei a situação, tirei a camiseta, disse nunca mais e fui embora e o farrapo perdeu. Mas a paixão era tanta que voltei, e no jogo seguinte já fui titular, disputando a final com o Toda Hora, que foi vencida por nós por 2 a 1, com gols do meu irmão Renato e Coutinho, nos sagrando campeões”. Relata Chico Dias.



Grupo do Farroupilha campeão em 1984. Chico Dias é o primeiro, agachado à esquerda.

Futebol Amador

FARROUPILHA 50 ANOS
MATEUS MAICÁ: O PEQUENO GIGANTE

O incrível zagueiro de 1,54m de altura que marcou época no Farroupilha

Para os padrões atuais do futebol, não seria nada convencional. Mas, José Mateus Maicá, desafiou os mais céticos no futebol. Dividindo seu tempo, entre a família, o trabalho e o Farroupilha, este pequeno gigante é o símbolo da garra farrapa. Foi atleta, treinador, dirigente e motorista.  Com seus 1,54 metros de altura, atuou como zagueiro, formando a lendária dupla de zaga Mateusinho e Jorjão.
Mateus, dono de uma Kombi azul fazia o transporte dos atletas, e no ano 2000 o Farroupilha adquire uma para o clube.  Como Mateus já tinha a experiência foi convidado a assumir a Kombi nas viagens. Então, se inicia um novo capítulo na história farrapa.  Momentos de perigo nas estradas foram enfrentados, mas também com muito humorismo e muitos fatos para serem contados. Para diminuir custos, Matheus lembra que sempre havia excesso de lotação, geralmente 18 a 20 pessoas, e num certo dia a kombi chegou a transportar 26 pessoas numa só viagem.



A Kombi tinha um serio problema, geralmente faltava freio. Alguns incidentes de percurso aconteceram, mas felizmente nada de grave a não serem avarias no veiculo.  Hoje, em rodas de amigos, as aventuras são contadas, os tais acontecimentos, alguns pitorescos, mas que no final acabam em risadas sem fim.
Entre tantas histórias, Mateus lembra, em meio a risos, os acontecimentos. Conta que  conduzia a Kombi lotada, para um amistoso em Campininha, município de Tuparendi. Lá, pelas tantas, um carro estava transitando a sua frente, e ao se aproximar percebeu que no interior do veículo havia um casal namorando, com o automóvel em movimento. Repentinamente o motorista fez uma manobra brusca para entrar num acesso. Mateus pisou com tudo no freio  afim de evitar a colisão, faltou freio. Mateus jogou a Kombi no acostamento, indo ao mato e voltou para a rodovia.  Quando se pensava que o pior havia passado, deram-se conta que uma das rodas, dianteira, estava ausente. A mesma  saíra rodando pela estrada. Precisando continuar a viagem, pois o compromisso deveria ser atendido, Mateus usou de martelo e  prego, recolocou a roda e no lugar do pino do eixo e  foram para o jogo.
Outro acidente que marcou história foi nas proximidades de Km3, quando  se deslocavam para mais um compromisso.  Um automóvel abriu para acessar para a esquerda, mas inverteu para a direita, fazendo com que os dois veículos se colidissem. Naquele momento, Mateus desceu e avisou para  os ocupantes deixarem o veículo e ir para frente da igreja próxima, pois a lotação máxima era 8 pessoas e eles estavam entre 18. O senhor do automóvel começou a trancar o pé e dizer que a Kombi estava errada. Para blefar Mateus pegou um maço de papéis e disse aqui estão os documentos da Kombi, em dia, mas sem os mostrar, pois os documentos na verdade estavam todos vencidos. Então, disse o seguinte: se você quiser, pode chamar a polícia. O senhor toma  o telefone e liga para a polícia e diz a seguinte frase: aqui é o Sargento de Tal. Mateus suava frio e pediu calma. Num instante, ofereceu que cada um consertava o seu veículo, já que ele queria ir passear e a delegação do farrapo ir para o jogo.  O senhor concordando com a proposta, retornou a ligação aos policiais, cancelando o chamado e ambos se acertaram e rumou cada um para o seu lado.

Mas o que mais marcou sua vida é contada pelas suas próprias palavras: “Eu tinha a minha Kombi azul e o Farroupilha a sua, quando uma estragava,  usava a outra.  Naquele dia eu fui com a minha Kombi, e após a partida em casa, saímos de Reginaldo rumo a Cruzeiro e na frente estavam sentados eu, a Keli minha filha e o Armin. Chegando na descida do Balneário Bellas Águas, comecei a freiar a Kombi, como o freio não pegava direito, fiquei de pé, me afirmei no volante e pisei com tudo, foi ai que arranquei o volante da Kombi e ela se desgovernou, bateu no barranco e capotou três vezes, ficando de perna pro ar. Todo mundo ficou apavorado, saímos da Kombi, ai pensei, fazer o que, analisei a situação, pedi pros guri a desvirar, recoloquei o volante e se bandeamos de volta para casa”. Conta Mateus.

Foto do Farroupilha: Maicá é o último, em pé, à esquerda.

sábado, setembro 10, 2016

Futebol Amador

50 ANOS DO FARROUPILHA:  O zagueiro goleador

Nascido na comunidade do Lajeado Reginaldo, Eloir Pretto ou simplesmente Pretto, assim como é conhecido, estampa a alma do Farroupilha. Pois, começou desde menino a frequentar os campos de futebol, ainda no extinto Internacional do Lajeado Capim.  Mas foi no Farroupilha que desenhou sua história no futebol, contando com emoção os momentos e acontecimentos vividos no meio do futebol. 
Preto lembra como se fosse hoje os dias de jogos, quando aos domingos na comunidade, reuniam se atletas e torcedores em torno do campo para assistir ou jogar as partidas pelo Farrapo em Reginaldo, ou quando embarcavam em algum meio de transporte para jogar como visitante em outro local. Naquela época os atletas eram compromissados com suas agremiações, pois haviam um compromisso assinado em documento com o clube para atuar pela equipe, e no caso de expulsão, o atleta não participava do jogo seguinte, mas havia a obrigatoriedade de assisti-lo, como pena, além de pagar uma pequena multa pecuniária.
Para Pretto a seleção do rubro-negro de todos os tempos era composta por: Claudio Taffarel; Naco, Pretto, Claudio Marostega e Paulo Juba; Telmo Rigo, Nanico e Chico Dias; Danilo Teichmann, Adair Scherer e Chico Timm. Diz ainda, que havia um entrosamento perfeito entre ele, Marostega e Rigo.
Em meio a tantas lembranças, um desafio proposto com seu parceiro de time Chico Dias marcou sua trajetória pelo farrapo, no qual constava qual dos dois marcasse mais gol durante o ano ganhava uma caixa de cerveja do outro. Chico meio campista chegou a marca de 48 gols, mas o zagueiro Preto que tinha a bola parada como especialidade assinalou 49 vezes o gol e venceu a disputa.
O maior feito na vida de Pretto enquanto atleta foi o título conquistado em 1984, em cima de seu rival o Expresso Toda Hora. Ano no qual o Farroupilha montou um grande time, trazendo um goleiro de Catuípe e alguns atletas do Oriental de Três de Maio. Entre os grandes jogos da sua vida, Pretto destaca os confrontos contra as equipes do Cruzeiro de Campinas das Missões, o Real Madri e o Ferroviário.

Pretto conta de uma passagem do goleiro Claudio Taffarel, que sempre queria jogar de centroavante, mas Prettão (irmão de Pretto) era o treinador, e como um técnico irredutível sempre passava a camisa de goleiro para Taffarel. Pois é, quem sabe essa insistência em colocar Taffarel no gol o fez se tornar um dos maiores goleiros do mundo.


Fevereiro de 1979. Preto é o primeiro em pé da esquerda para a direita. 
Nota-se que o campo ainda era chão vermelho, não havia gramado.


quarta-feira, agosto 31, 2016

Futebol Amador

E. C. FARROUPILHA 
 LAJEADO REGINALDO


Com o objetivo de praticar o futebol como meio de recreação, lazer e convivência coletiva, em 20 de setembro de 1966, um grupo de pessoas, reunidas na comunidade do Lajeado Reginaldo, em Santa Rosa-RS., funda o Esporte Clube Farroupilha.
Como a fundação ocorreu na data comemorativa ao maior feito histórico gaúcho, a Revolução Farroupilha, o nome , é claro, e não poderia ser outro, homenagear o marco histórico.
A primeira diretoria foi composto por Egon Aloísio Sulzbach - Presidente fundador; Tesoureiro, Aldino Kuyven; Secretário, Hilário Miguel Schorr. O primeiro técnico foi Irineu Allebrandt.
Os primeiros jogos, até 1970, foram disputados num campo de propriedade de Carlos Guilherme Kuyven, que também buscava com sua camioneta os atletas no Bairro Cruzeiro.
A partir desta data, até 1977, as partidas eram jogadas no campo de propriedade de Albino Reckziegel. A partir de então, os jogos foram transferidos para o novo campo, situado ao lado da comunidade católica, onde permanece até hoje.
O primeiro uniforme foi costurado pela mãe do atleta Milton Allebrandt. A camisa era da cor azul com gola e punho branco e o calção da cor preta. O primeiro jogo foi disputado num campo localizado na localidade de Laranjeira, próxima ao bairro Cruzeiro, saída para Três de Maio.




A maior rivalidade nos anos 60 a 80, era os clássicos arduamente disputados contra as equipes do ExpressoToda Hora e o Cruzeiro do Sul, ambos do Bairro Cruzeiro.
Segundo o presidente, o Professor Armin Jahn, o clube se orgulha muito de dois atletas (goleiros) que vestiram o uniforme rubro-negro: em 1984, Claudio André Taffarel, tetracampeão mundial de futebol pela seleção brasileira, começou fazendo suas primeiras defesas no gol do EC Farroupilha; o outro é Danilo Krüger (anos 90), este da seleção brasileira de futsal. Ainda relata Armin, que Danilo, deixava sua residência na Avenida Inhacorá, e pedalando sua bicicleta, atravessava a cidade, percorrendo um trajeto só de ida de 10 quilômetros, só para jogar no Farroupilha, sem nada receber.
Além deles, outros atletas de Três de Maio e Catuípe, vestiram a camiseta do Farroupilha.


Desde a sua fundação, o EC Farroupilha nunca interrompeu suas atividades sociais e esportivas. Participou de todos os campeonatos municipais, sempre com brilhante destaque.
Mesmo com o êxodo rural, com a população diminuída, onde as famílias, em busca de melhores condições de vida, deixaram a comunidade e se transferiam para os centros urbanos e até outros estados, o clube sempre se manteve vivo, disputando campeonatos nas categorias, mirins, aspirantes, titulares e veteranos, com várias conquistas.
As duas maiores conquistas do clube foram os títulos do Campeonato da Liga de Cruzeiro em 1984 e do Campeonato Municipal de 2012. Em 1995, 1998 e 2010, se sagrou Campeão Municipal Categoria Mirim e em 1994  e 2011, Campeão Municipal de Aspirantes. O titulo que falta é o de Campeão Municipal de Veteranos.
O EC Farroupilha possui uma boa estrutura para a prática do futebol em sua sede, com um belo gramado, vestiários, sanitários e copa.
No ano 2000, o clube adquiriu uma Kombi, inscrito nas laterais, o nome do EC Farroupilha, que transportava os atletas para os jogos, fazendo sua história. Hoje está em descanso.
O Presidente de Honra é o Senhor Adolar Nicolau Abbeg. O Professor Armin Jahn, que foi goleiro em 1966, logo após a fundação, é o atual e abnegado presidente. Junto a ele, somam-se outros desportistas, amantes do futebol e que mantém vivo o Farroupilha.
No dia 17 e 18 de setembro de 2016, o EC Farroupilha estará fazendo uma grande festa na sua sede no Lajeado Reginaldo, com várias programações encerrando no domingo com um almoço comemorativo e homenagens. 

Equipe campeã em 1984

Equipe campeã Categoria Mirim 2011

Campeã Categoria Principal 2012


Em trabalho conjunto com o Editor de Esportes Fernando Kronbauer, do Jornal Gazeta Regional,   estaremos publicando várias matérias sobre os 50 anos do Farroupilha, 

quarta-feira, agosto 24, 2016

Por Onde Anda

OQUELESIO DOS SANTOS GALVÃO

Nome, local de nascimento, filiação.
OQUELESIO DOS SANTOS GALVÃO, sou natural de Lagoa Vermelha, RS, filho de Ernesto Galvão e de Silvina dos Santos Galvão.
Apelido (se for o caso) – não tenho apelido.
Casamento. Com quem, quantos filhos, netos e etc. –
Sou casado com LUZIA GERALDO GALVÃO – temos um filho de nome MAURO GERALDO GALVÃO e um neto de nome DIOGO OLLE GALVÃO.
Grau de escolaridade – Ensino primário.
Como foi a infância (descrever, onde, quando). – foi boa a minha infância.
Vida esportiva (onde iniciou – atuou em que clubes ) – o que recorda desta fase.
Iniciei jogando futebol de campo no Clube União Independente, depois no Clube Tristezense F. C., ambos de Porto Alegre, RS; em 1964 joguei pelo Paladino F. C. da cidade de Santa Rosa, RS, levado pelo Sr. Ernani Kotlinski, a mando do  então presidente daquele clube de nome Dr. Monte Alvar, tendo ajudado na conquista do título citadino daquela cidade do ano de 1964, lembro haver jogado ao lado de Canjica, Chico Cappellari, Lotario Dreher (Patrola), Mineirinho, Mulita; o técnico era o famoso Artur Silva Ribas ( Caiera).

Tristezense FC de Porto Alegre, Oquelesio é o meia esquerda.

União Independente FC de Porto Alegre, Oquelesio é o quinto, em pé, da esquerda para a direita.

Estádio Carlos Denardin - 1965 - Paladino F. C. x Grêmio Portoalegrense. Em pé - da esquerda p/direita: Chico Cappellari, Cléo Souza, ?, Alberto Silveira, Luiz Fortes (Gordo), Paulo Souza, ?, Osmarino, Burrinho, Volmir, Varguinha, ?, Sergio Lopes, Oscar Warth, Airton Ferreira da Silva, ?, Altemir, Canjica, ?.Agachados: Thomas(Pelezinho), Lotario Dreher, Oquelésio dos Santos Galvão, ?, Ivanir Taffarel, Joãozinho, Pinheiro, Alcindo, Pedro Dias (Mulita), Mineirinho, ?, ?.

Clube(s) pelo qual torce -  torço pelo Grêmio Foot Ball Portoalegrense e pelo S.C. Internacional - tal ineditismo  em razão do meu filho MAURO GALVÃO ter sido atleta em ambos os clubes. 
Mantém atividade relacionada com o esporte? Sim, administro o Ginásio de Esportes denominado GALVAO ESPORTE – situado na Av. Ipiranga, n.ºs 543 e 549, em Porto Alegre, RS, telefone 51 3233 3007
Já foi treinador, dirigente ou algo similar? Não.
O que faz atualmente? Aposentado.


           
Colaboração de Raul Meneguini
e Paulo Heitor Fernandes - PHF