Mostrando postagens com marcador Dínamo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dínamo. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, novembro 25, 2020

POR ONDE ANDA

 JOSÉ LUIZ AVRELLA

(ZÉQUINHA)


José Luiz Avrella, o Zequinha, com sua esposa Marisa e a filha Marie.

JOSE LUIZ AVRELLA, nascido em 09/01/1966 em Tuparendi/RS.

Apelido   - Zequinha

Casamento - com Marisa Kaoschek,  03 filhas ( Caroline , Gabriele  e Marie)

Grau de escolaridade – 2.º Grau Completo

Como foi a infância: Nasci na localidade denominada Barracão, município de Tuparendi/RS. Sou filho de Felix e de Terezinha Chitolina Avrella.  Na minha infância, sempre estive ao lado dos meus pais, labutando na atividade agropecuária, estudando na Escola Princesa Isabel, em Barracão, até a 5.ª série, e, com 12 anos de idade  passei a estudar no colégio estadual denominado YETÊ, até os 15 anos de idade, após  no Colégio Salesiano Dom Bosco de Santa Rosa/RS., onde, por indicação professor Júlio Andreazza, participei do elenco daquela entidade educacional na modalidade esportiva Handebol e também por indicação do professor Andreazza fui direcionado ao futebol de campo. 

No futebol: Lembro de ter participado e me projetado no futebol de campo na equipe do Palmeiras F. C. da Vila Glória, de Santa Rosa/RS. Lá, jogando mais  por amor a camiseta. Meus passos iniciais, como atleta remunerado, deu-se aos 20 anos de idade, na modalidade de futebol de salão, hoje futsal, jogando pela equipe do clube Concórdia de Santa Rosa/RS. No ano de 1986, passei a integrar o time do Dínamo F.C. de Santa Rosa/RS. Tal transferência, deu-se  por indicação do professor de educação física daquele clube o Sr. Eduíno Lorentz, quando então me tornei jogador profissional de futebol de campo. No Dínamo atuei de 1986 a 1992, retornando em 1994. Sendo que na passagem fui o terceiro maior goleador da era profissional do Dínamo, com 32 gols marcados (26 em jogos oficiais e 6 em jogos amistosos). Posteriormente, joguei  nos seguintes clubes profissionais: Guarani F.C. de Cruz Alta/RS; ( 1993, 1995, e 1999); Athletico Paranaense ( final do ano 1993); São Luiz F.C.  de Ijuí/RS em parte do ano de 1994); ainda em 1994, joguei também no Rio Verde F. C., da cidade Rio Verde/GO;   em 1996 e 1997 no Palmeirense de Palmeiras das Missões/RS; no Juventus F.C., de Santa Rosa/RS (1997, 1998, 2001 e 2002); e na Chapecoense F.C. de Chapecó, SC, ( em 2000 e 2001).

O que lembra com saudade: Venho de uma família de 10(dez) irmãos, sendo 06(seis) irmãos e 04(quatro) irmãs; desde criança brincava com a bola com meus irmãos. Meu pai foi um dos principais incentivadores da pratica do esporte em nossa comunidade (Barracão).

Com 10(dez) anos de idade, iniciei a jogar futebol de campo no time de aspirantes do Nacional F. C. de Barracão, quando comecei a me destacar subindo para a equipe principal. Disputei também vários campeonatos de futebol de salão e campo por diferentes clubes amadores da nossa região.

Zequinha aos 19 anos, Campeão Municipal pelo Nacional de Barracão-Tuparendi

Com 15(quinze) anos de idade, fui convidado para disputar campeonatos pelo Clube denominado Palmeiras F. C. da Vila Glória de Santa Rosa/RS. Devido às minhas boas atuações nas posições de meia direita ou meia esquerda, ajudei nas conquistas de vários campeonatos, inclusive regionais.

Campeão Regional pelo Palmeiras do Bairro Glória de Santa Rosa.

Curiosidades: Quando estudava na cidade de Tuparendi/RS., no Colégio Estadual  Yeté,  com 14 (quatorze) anos de idade, me destaquei como atleta na modalidade esportiva denominada Handebol, onde despertei interesse do professor Júlio Andreazza, que à época integrava o corpo docente do Colégio Salesiano Dom Bosco de Santa Rosa/RS., quando então passei a integrar as equipes daquele educandário. Para tanto  em contrapartida me deram emprego e os estudos grátis. Mas, logo o professor Júlio, percebeu  que o meu esporte era outro e passou a me  incentivar para que me inclinasse para a pratica do futebol, vez que na sua visão eu iria me dar bem nessa modalidade.

Sempre mantinha um relacionamento maravilhoso com a torcida de todos os clubes que passei. Essa identificação com a torcida era sem dúvida em razão da minha doação, respeito e entrega total na defesa da camisa que estava vestindo.

Sempre tive facilidade para chutar com os dois pés - embora preferencialmente destro. Mantinha também um bom tempo de bola no cabeceio, fatos que me ensejaram fazer vários gols, em todos os clubes que passei.  

Como agricultor, trabalhei desde os meus 06(seis)  anos de idade, por isso e por uma  boa alimentação, sempre tive um bom condicionamento físico. Por ter muita resistência física e desempenhar dupla função em campo de jogo, ora como criador, ora como  marcador, passaram, no linguajar dos boleiros,  a me incluir no rol dos denominados “ carregadores de piano”.

Sempre tive um relacionamento muito forte com a comunidade de Barracão, onde nasci, e comecei a jogar futebol e onde ainda nos dias de hoje permaneço residindo e jogando futebol. Fiel, aos incentivos do meu pai, permaneço valorizando as práticas esportivas.

Como gratidão, também vai registrado a especial  homenagem ao meu avô materno,  um dos maiores fãs e torcedor que eu tinha. Sabia tudo ao meu respeito, escutava todos os meus jogos e programas esportivos que falavam do clube que eu jogava e quando não conseguia escutar o meu jogo, nunca dormia antes de eu chegar para falar com ele sobre os lances do jogo, queria saber  se havia perdido, vencido e se eu tinha feito gol. Frisava sempre que não tinha coragem de assistir um jogo meu, porque, segundo ele, o deixaria muito nervoso e como torcedor apaixonado não suportaria a pressão do jogo.

Relembrando e agradecendo, aos técnicos que me orientaram - registro os nomes de Nenê Zorzan, Cassiá Carpes, Vacaria, Indião e Soni Welke e mais uns dez nomes que com o passar do tempo já não lembro mais dos nomes, porém, mesmo no anonimato, deixo aqui os meus agradecimentos. 

Jogou em que posição?  Como atacante, joguei na meia direita ou na meia esquerda.

Clube(s) pelo qual torce.) S. C.  Internacional de Porto Alegre.

Continuo morando no Lajeado Barracão, município de Tuparendi/RS.

Mantem atividade relacionada com o esporte? Continuo jogando minhas peladas e incentivando os jovens.

Já foi treinador, dirigente ou algo similar? Não

O que faz atualmente? Como atividade econômica na agropecuária.


Zequinha no Tabajara A.C. de Tuparendi.

Nacional FC de Barracão. 
Zequinha é o ultimo agachado à esquerda da foto.
Campeã de 1991.














No Guarany de Cruz Alta, Zequinha é o segundo agachado, da esquerda para a direita.

No Palmeirense de Palmeira das Missões, Zequinha, 
é o quarto agachado da esquerda para a direita.


Juventus Atlético Clube de Santa Rosa. 
Zequinha é o ultimo atleta agachado à esquerda da foto.


                          Zequinha, no Juventus em 1997, ao lado do companheiro Jorjão.

Na Chapecoense, Zequinha e o primeiro agachado da esquerda para a direita.
Jornal A TRIBUNA DO PARANÁ,  anunciando a contratação de Zequinha pelo Athletico Paranaense.





segunda-feira, novembro 26, 2018

Por Onde Anda

JORGE AMADO FAGUNDES
(GRILO)

Nome, local de nascimento, filiação: Jorge Amado Fagundes, nascido em Santa Rosa, filho de Antilho Fagundes e Hélida Cezar Fagundes. 

Apelido: Grilo

Casamento: Casado com Teresa Patrício Bogado. Dois filhos: Antilho Fagundes Neto e Gabriela Fagundes. Uma neta: Júlia Fagundes.


Grau de escolaridade: Ensino Médio. 

Como foi a infância: Infância pobre, dificuldades para estudar, pois morava no interior. Isso tudo aconteceu em Santa Rosa em meados de 1965. 


 Vida esportiva: O início foi no Ferroviário Futebol Clube, como mirim e aspirante. No Paladino Futebol Clube de 1976 a 1977. No Dínamo Futebol Clube 1978 - 1994 e uma passagem pelo Esporte Clube Internacional de Santa Maria no ano de 1979. Fiz muitas amizades durante esse período, das quais prevalecem até hoje.


Clube pelo qual torce: Grêmio Futebol Portoalegrense.

Atividade atual: Funcionário Público Federal.

Mantem atividade relacionada com o esporte?  Sim, jogo futebol soçaite três vezes na semana.

Já foi treinador, dirigente ou algo similar? Já fui treinador de futebol varzeiro. Dirigente do Ferroviário F.C.


O que faz atualmente? Aposentado.







(Clique nas fotos para ampliá-la)
Raul Meneguini
Atanagildo G. Rorato
Fotos Jorge Amado Fagundes

segunda-feira, julho 30, 2018

Por Onde Anda!


RENÊ CARLOS SCHUBERT (FIO)

Nome: Renê Carlos  Schubert

Local de nascimento: 01/01/1961, na cidade de Santa Rosa-RS.


Filiação: Gosvin Schubert e Noêmia Schubert

Apelido: FIO

Casamento: Casado com Nara de Fátima Kraus Schubert. Pai de 04 filhos: Renê Carlos Schubert Júnior, Fernando Kraus Schubert, Gabriel Kraus Schubert e Emeline Kraus Schubert.

Grau de escolaridade: Ensino Médio Completo.

Como foi a infância: Tive uma infância boa, no interior de Santa Rosa/RS, até os 8 anos de idade. Em 1968, vim pra cidade. Estudei no Colégio Da Paz e trabalhei no comércio do meu pai, até os 13 anos de idade. Após, comecei a trabalhar como vendedor autônomo. Nesse período, já praticava o futebol nos times amadores.

O que lembra com saudade: Dos jogos e campeonatos de futebol nos finais de semana.

Vida esportiva: Iniciou na Associação Atlética Real. Jogou ainda nos seguintes nos times: Matsubara, 1º de Maio, Palmeiras da Vida Glória, Comercial, Ferroviário, Bragantino, Noroeste do Rincão dos Rolim, Dínamo F.C (1976 a 1980 – ainda amador - Veteranos do EC Prenda e mais alguns times da várzea.




Conquistas pelo Dínamo: quatro vezes Campeão Municipal e  duas vezes Campeão Regional.


Conquistas diversas: Títulos Municipais pelo Palmeiras, Noroeste, Prenda, Bragantino e Atlético Real, 1º de Maio,  Municipal e Regional pelo Ferroviário e Prenda.

Posição em que atuava: Meia Esquerda.

O que recorda desta fase: Grandes jogos, grandes companheiros e belas amizades, as quais perduram até hoje. Lembro do bom nível do futebol e a alegria de poder jogar junto com jogadores de alta qualidade como: Eldorildo, Jarbas Tonel, Soni, Norbe, Classmann, Góia, Ito, Mineirinho, Perigoso, Miltinho, Grilo, Jonha, Chico Timm, João Luís, Adônis, Toninho, Angelin e outros.

Clube pelo qual torce: SC Internacional de Porto Alegre

Atividade atual: Microempresário.

Mantém atividade relacionada com o esporte? Sim. Pratico futebol sete com vários amigos do passado.

Já foi treinador, dirigente ou algo similar? Sim. Já fui treinador de categorias de base de times amadores da cidade. Fui presidente da Associação Atlético Real, do time do Matsubara e fiz parte de direções de clubes.

O que faz atualmente? Trabalho, jogo futebol sete por diversão, jogo canastra e estou envolvido com atividades da Comunidade.






Iniciamos uma nova fase no Por Onde Anda, com atletas amadores e profissionais que atuaram pelo Dínamo Futebol Clube. Hoje, iniciamos com Renê Carlos Schubert, a qual tivemos a grata satisfação de contar com sua colaboração.
Fotos: Renê Carlos Schubert, José Emílio Kruel e o site Noroeste Notícias.
Por Raul Meneguini e 
Atanagildo G. Rorato



segunda-feira, julho 23, 2018

Homenagem

Morre  técnico Campeão Gaúcho de 2017.

O falecimento de Beto Campos, aos 54 anos,  ocorreu nesta madrugada, 23,  em sua residência em Santa Cruz do Sul, causado por um infarto fulminante,  em sua residência por volta das 3 horas desta madrugada. Beto foi socorrido pelo Samu, mas não resistiu. O velório está acontecendo na capela da Funerária Halmenschlager, em Santa Cruz do Sul, das 9h30min às 12h. Depois o corpo vai transferido para São Borja, sua terra natal. O sepultamento vai ser amanhã, 24, no Cemitério Jardim da Paz.
Grêmio e Inter manifestaram  solidariedade com familiares de Beto Campos e o Novo Hamburgo.
Beto fez história no futebol de Santa Rosa. Como jogador foi goleador no Dínamo e ajudou o clube a subir para a Divisão Principal em 1991. Retornou ao Juventus como atleta e onde iniciou sua carreira como treinador alcançando o auge em 2017 conquistando o titulo comandando o Novo Hamburgo.

segunda-feira, dezembro 11, 2017

Homenagem

AÍRTON PRADO SCHMITT

Ontem, dia 9, perdemos um grande desportista: Aírton Prado Schmitt. Tivemos o grato prazer de conhecê-lo em 2013, quando o presidente José Emílio Kruel e o capitão Luís Fernando Rabuske, o Salsicha, então Secretário de Esportes, fomos até sua casa no Bairro Sulina, convidá-lo para ser um dos homenageados na NOITE DA HISTÓRIA E MEMORIA DO FUTEBOL DE SANTA ROSA, que aconteceu na data de 8 de dezembro de 2013, no Restaurante Ponto 10. Feliz, agradeceu o convite e se fez presente ao evento onde foi agraciado com um troféu. 
Numa outra oportunidade, ao lado de Salsicha chegamos novamente à sua casa, para ouvirmos algumas histórias que Aírton ficou de contar-nos. Isso aconteceu no ano passado. Aírton foi protagonista do Dínamo, no inicio de suas atividades em 1970. Fundador(consta seu nome no estatuto do clube), dirigente, atleta e autor do primeiro gol(era centro avante) da história do Dínamo. Após esta visita, fizemos uma matéria, baseada nos fatos por ele narrados, mas que ficou em nossos arquivos e agora, como uma homenagem postamos. Vale ressaltar, que nas duas oportunidades, em sua casa,  fomos gentilmente recebidos, pois, era pessoa educada e  alegre.


Aírton, em primeiro plano(camisa amarela), seguido de Juares(em pé), Macalé, Minierinho, Luiz Carlos Kruel(in memoriam) e Pontes. Foto da Noite de Homenagens  em 2013.

Abaixo a matéria com Aírton,  sobre seu envolvimento com  Dìnamo.

DÍNAMO FCNasceu para ser protagonista

O Dínamo foi antecedido pelo Aquela Pedra FC. Este, fundado em 1968, por um grupo de amigos liderados pelos irmãos Kruel, Luiz Carlos e José Emílio, que visava a prática do futebol como entretenimento. O nome Aquela Pedra foi uma homenagem do grupo a o amigo Tomás Aquino Motta, que havia recentemente falecido. O primeiro terno de camisetas da cor branca foi das mais em conta, devido a falta de recursos e o nome Aquela Pedra, pela costureira, foi bordado no lado esquerdo do peito, em todas as camisas,
O mesmo grupo somado a outros amigos em 20 de setembro de 1970 fundam o Dínamo FC. José Emílio Kruel e Airton Prado Schmith lembram-se das grandes dificuldades no inicio do clube. Segundo Airton, em reunião foi sugerido este nome, onde foi lembrado devido a existência do Dínamo de Moscou e por lembrar também do que representa a palavra dínamo: força e energia. E foi com isto que, em 1985,  após uma grande história no amadorismo,  chegou ao profissionalismo,
O  escudo também é caracterizado por um circulo, com um raio de cor vermelha e mais as estrelas que representam  os  títulos no amadorismo. 
José Emílio revela gratidão  ao companheiro Airton, pois, no momento de dificuldade, este deslocou-se, por conta, a capital do estado, adquirindo com seus recursos o fardamento completo: camisas, calções e meias, todos da cor preta. Também adquiriu a mochila com os equipamentos de massagem. 
Os  jogos eram realizados no campo que existia em frente a Vila Auxiliadora, onde o Ferroviário também disputava seus jogos.
E foi justamente o Ferroviário, o primeiro adversário do Dínamo, disputado com o fardamento preto. Airton, centroavante revela que chegou a fazer cinco gols no jogo, num placar vitorioso de 11 x 0. O primeiro foi em cobrança de escanteio com bola alçada na área, Airton só desviou para o fundo das redes. Alguns atletas que atuaram no jogo: Macalé(goleiro), Tuca, Pato, Baitaca, Tota, Perigoso, Mineirinho, Airton, Chico Werlang, que foram lembrados.
José Emílio Kruel foi a liderança mais expressiva na história do clube. Foi ele, que em 1985, levou o Dínamo ao profissionalismo. É tipo um patrono do clube. Seu irmão Luiz Carlos, foi seu eterno escudeiro. Airton, chegou de Porto Alegre, como policial e logo se enturmou  na comunidade. Quando criança e adolescente jogava com os pés descalços, próximo do Estádio do  Cruzeiro. Revela que no Dínamo, jogou em todas as posições, inclusive de goleiro. 
Alguns jogos o marcaram. O primeiro contra o Ferroviário, do qual está descrito logo acima. Outro jogo lembrado foi disputado no Estádio Municipal de Boa Vista do Buricá, contra o Avante, uma das melhores equipes da região e que disputava o campeonato estadual de amadores. O Dínamo jogou em igualdade de condições. Aírton diz que em função da idade já estava como zagueiro e Macalé o goleiro. Houve uma falta na intermediária e disse para o Macalé ficar tranquilo  que eu iria tirar de cabeça. Mas na cobrança, a bola raspou na  cabeça de Aírton e foi para o fundo das redes. Mas, o placar final foi um empate em 2 a 2. Aírton lembra também que jogar em Porto Mauá, contra o Navegantes, era muito difícil, com um time formado por fuzileiros navais, que na época existia uma Guarda da Marinha naquela cidade.
Ouvir histórias de José Emilio, Luiz Carlos e Airton é mergulhar no passado. Contam com muita emoção os momentos vividos e  do protagonismo do Dínamo nos jogos pela região. 
Como amador, seu maior rival foi  o Real Madri da Vila Oliveira, para quem em 1977, o Dínamo perdeu o titulo na final. Com o Real Madri, no período foi o clássico da cidade e os  jogos eram disputadíssimos. Mas  em 1979, 1980 e 1981, o Dínamo foi protagonista e fez história no futebol de Santa Rosa, tornando-se tricampeão municipal e em 1980, campeão regional. 

Foto 1 - Aírton é o primeiro agachado à direita, jogo com o Ferroviário, campo do adversário, na saída para Cândido Godoy. Na foto o time do Dínamo com o fardamento doado por Aírton.

Foto 2 - Dínamo no Estádio Carlos Denardin. Ao fundo as arquibancadas de madeira. Na foto Aírton é o quarto em pé da esquerda para a direita.

Foto 3 - Dínamo. Aírton é o terceiro, da esquerda para a direita agachado.

Valeu, Aírton Prado Schmitt! Nosso reconhecimento pelos serviços prestados à comunidade e ao futebol de Santa Rosa. Uma homenagem justa ao grande desportista, natural de Cruz Alta, mas que adotou Santa Rosa, como a sua cidade.


quinta-feira, maio 11, 2017

Gauchão 2017

BETO CAMPOS: da casamata do Carlos Denardin, a campeão gaúcho.


No dia 24 de fevereiro 1964, nascia Gilberto Cirilo de Campos na cidade de São Borja. Como todo garoto, tinha o sonho de ser jogador de futebol. Em 1982 Gilberto,  ou melhor Beto Campos como era conhecido, começou a traçar sua trajetória no futebol, como centroavante. Entre os anos de 1982 a 1987, Beto atuou no São Borja até ser vendido para o Santa Cruz. Em 1988 a pedido do presidente do José Emílio Kruel do Dínamo, Beto foi cedido pelo Santa Cruz por empréstimo para o Dínamo de Santa Rosa para a disputa da segunda divisão. Em 1989 voltou para Santa Cruz e em 1990, retornou ao Dínamo para a disputa da segunda Divisão, após disputou o octogonal final da segunda divisão pelo São Luiz de Ijuí, onde conquistou o acesso. Em 1991 atuou pelo Novo Hamburgo, onde conquistou o acesso, e no mesmo ano também subiu com o Dínamo para a 1ª Divisão do Campeonato Gaúcho. Em 1992 atuou no Pelotas, 1993 no Ypiranga de Erechim, 1994 no Brasil de Farroupilha, 1995 no Esportivo onde conquistou mais um acesso.
De 1996 a 1998 atuou no Santo Ângelo (1996 conquistou o acesso com o Santo Ângelo), após foi pro Passo Fundo onde conquistou mais um acesso para a elite, em 1999 foi para o 15 de Campo Bom, 2000 no Guarani de Venâncio Aires,  2001 no São Luiz de Ijuí e logo em seguida foi para o Juventus onde encerrou sua carreira.
Como jogador, Beto foi o segundo maior artilheiro da história do Dínamo, com 34 gols em três temporadas, perdendo o posto somente para João Luís Pazze Marquez, com 43 gols, e ainda chegou a marca de 7 acessos para a elite do Campeonato Gaúcho pelas equipes em que atuou.
No ano de 2002, Beto iniciou a carreira de treinador frente a equipe Profissional do Juventus, em 2003 assumiu a equipe de Juniores quando disputou a final da Copa James Vidal, contra o Internacional, e ficou com o vice campeonato. Em 2004 e 2005 foi treinador do profissional do Juventus e Três Passos, em 2006 foi para o Santo Ângelo e Tupi, 2007 no  Avenida de Santa Cruz, e 2008 para o Juvenil da Ulbra e atuou como auxiliar técnico do Profissional, em 2009 treinou o Pelotas, 2010 e 2011 treinou o São Luiz de Ijuí, após a disputa da Série A do Gauchão, foi para o Avenida, onde foi Campeão da Divisão de Acesso. No  início de 2013 treinou o Cruzeiro de Porto Alegre, após foi para o Passo Fundo e São José, no ano de 2014 treinou o Caxias no Gauchão e na Série C do Brasileiro, 2015 no Passo Fundo  Seara – SC, 2016 retornou ao Caxias conquistando a Divisão de Acesso. Em 2017 assumiu o Novo Hamburgo equipe atual Campeão Gaúcho de Futebol.


Por Fernando Kronbauer
Foto Crédito Visão do Vale

sábado, novembro 19, 2016

Homenagem

LUIZ CARLOS KRUEL

Faleceu na tarde deste sábado, 19 de novembro, as 14h, o desportista Luiz Carlos Kruel, conhecido como Tota. 
Luiz Carlos Kruel foi um dos fundadores do DÍNAMO FC, juntamente com seu irmão José Emílio Kruel, o Tuca. Foi torcedor fervoroso do seu clube do coração. 
Seu corpo está sendo velado em uma das capelas do Memorial Dom José. O sepultamento está marcado para às 10 horas da manhã deste domingo, 20.
Nossos sentimentos aos familiares do Velho Guerreiro TOTA, em especial a seu irmão José Emílio Kruel.


 Para recordar, momentos de Luiz Carlos Kruel, o Tota, no DÍNAMO FUTEBOL CLUBE. 

Uma das primeiras formações do Dínamo FC. Detalhe:este foi o primeiro fardamento do clube.  Local da foto, campo que se localizava após o trevo da rodovia que liga Santa Rosa-Cândido Godoy, em frente a Vila Auxiliadora. A foto foi tirada antes de um jogo amistoso com o Ferroviário.  Tota, é o terceiro, em pé, da esquerda para a direita.

Em pé da esquerda para a direita:José Emílio Kruel, o Tuca, 
seu irmão Luiz Carlos Kruel, o Tota, 
Perigoso e agachado  Mineirinho.

DÍNAMO FC - Luiz Carlos Kruel, é o quinto, em pé, da esquerda para a direita

DÍNAMO FC - Luiz Calos, o Tota, é o primeiro, em pé, da esquerda para a direita.

Tota, com o grupo de juniores do Dínamo FC, é o último, em pé, à direita.