DERLY BASTOS TEIXEIRA
Nasceu em Uruguaiana/RS, no
dia 15/12/1936. Filho de Anativio
Teixeira e Maria Eufrásia Bastos Teixeira. Não tinha apelido. Conhecido apenas
pelo nome Derly. Chegou a Santa Rosa para jogar no EC Aliança.
Foi Hexacampeão Citadino em 1959, Campeão Estadual de Amadores Série Amarela em 1959 e Vice-campeão Citadino em 1961. Saiba mais sobre a vida de Derly no futebol, clicando aqui.
terça-feira, junho 17, 2014
quinta-feira, junho 12, 2014
Sorte no amor, sorte no jogo.
Victor Guilherme Massaia, jogador de futebol profissional, tem 22 anos, é filho de Vanusa Massaia e Clademir Massaia (mais conhecido por Chico Massaia), foi criado na localidade de Lajeado Tarumã, interior de Santa Rosa, e desde cedo foi incentivado pelo seu pai a praticar esportes. Leia mais clicando aqui.
sábado, maio 31, 2014
Memórias do nosso futebol
CAÇULA
Por Fernando Kronbauer
O mundo do futebol é um baú de informações e
histórias, repleto de sonhos, conquistas, desafios e superações. Hoje o Jornal
Gazeta Regional conta um pouco da trajetória de um dos maiores Xerifões do
interior do Rio Grande do Sul. Sim, é ele Carlos Osvaldo Hagemann Dauve, ou
simplesmente Caçula.
Oriundo de uma família humilde, mas batalhadora da
cidade de Santa Rosa, Caçula desde cedo conciliou trabalho e o futebol. No ano
de 1983, aos 16 anos foi campeão estadual pelo CEBEM (Juventude da Vila
Winkelmann), aos 17 anos foi Vice-campeão Municipal pelo Grêmio Santarosense.
Em 1984, aos 18 anos começou a traçar um longo e
vitorioso caminho pelo Dínamo de Santa Rosa, equipe que no seu 1º ano de clube
disputou Campeonatos Amadores, e no ano seguinte (1985), se profissionalizou
juntamente com a equipe, formando por 4 anos dupla de zaga lendária e até hoje
temida pelos adversários com o seu grande amigo Salcicha, dupla esta que é
lembrada e comentada até hoje por esportistas e ex-esportistas do estado, pois
eram comparados a renomada dupla de zaga Daison e João Pontes, que atuavam nas
décadas de 60 e 70 pelo Gaúcho de Passo Fundo,que era considerada a melhor
dupla de zaga do interior do Estado naquela década. Segundo Caçula, torcedores
diziam que, “depois de Daison e João Pontes a dupla mais respeitada no interior
do Estado era Salcicha e Caçula, dupla que atuou 5 anos juntas, pelas equipes
do Dínamo de Santa Rosa e São Luiz de Ijuí.
Em 1989, Caçula foi em busca de novos caminhos e se
transferiu para a equipe do são Luiz de Ijuí, aonde atuou por 6 anos. Durante
os 6 anos foi titular, capitão, ovacionado e respeitado pela torcida, sondado
pela dupla Grenal e emprestado ao Atlético Paranaense.
No São Luiz de
Ijuí, Caçula teve seu auge na carreira, sendo Campeão Gaúcho da Segunda Divisão
no ano de 1990 e Vice-Campeão da Copa Governadores no ano de 1991, perdendo o
título para a equipe do Internacional de Porto Alegre. Ano este que Caçula
alcançou seu ápice, sendo cobiçado por vários clubes do Brasil, como a dupla
Grenal, que não concretizaram suas negociações, por que esbararam na questão
financeira solicitada por dirigentes do São Luiz de Ijuí. Também foi bastante
lembrado pela imprensa do Estado, como na crônica escrita por Ruy Carlos
Ostermann, no Jornal Zero Hora do dia 23 de julho de 1991, que falava sobre as
perdas da equipe do São Luiz de Ijuí para a decisão contra o Internacional, na
qual dizia o seguinte: “Caçula, brilhante Zagueiro de marcação, está fora por
terceiro cartão amarelo. Gostei demais de vê-lo sábado passado contra o Grêmio.
Sai para a marcação do centroavante adversário, acompanha-o nos dois lados, o
que dá origem ao líbero Newmar na mesma medida em que anula as tentativas de
ataque que cogitem da participação do centroavante. E, ao mesmo tempo, o que é
muito fácil de compreender, adianta a linha de marcação e coloca com facilidade
o time todo mais avançado sobre o campo adversário. Mas há qualidade pessoal
envolvida nisso não apenas um esquema de marcação um pouco menos ortodoxo:
Caçula é ótimo, ágil, tem magnífica percepção do tempo da jogada, uma clara
compreensão dos movimentos do adversário combinado com as ações dos
companheiros de sua defesa, é forte, cabeceia bem e sabe marcar a partir do
princípio de que o bom marcador é aquele que sempre está entre quem cabe ser
marcado e a goleira a ser defendida. Nunca, ao lado, que promove a falta como
correção, nunca à frente que patrocina as melhores expulsões da temporada e os
fracassos mais simples, sempre atrás como um caçador” (Palavras de Ruy Carlos
Ostermann).
No ano de 1992, Caçula foi emprestado pelo São Luiz
de Ijuí à equipe do Atlético Paranaense para a disputa do Campeonato Brasileiro
daquele ano. Logo na chegada, Caçula se adaptou ao estilo de jogo da equipe e
foi promovido a titularidade, disputou algumas partidas, mas uma sequência de
lesões o afastou dos jogos, tirando a sequências de jogos do defensor.
No ano de 1993, Caçula voltou para o São Luiz de Ijuí
com a frase “Esta área tem dono”, onde atuou até o ano 1995, quando decidiu
buscar novos desafios em sua carreira e no ano de 1996 se transferiu para
equipe do Pelotas, para a disputa do Campeonato Gaúcho daquele ano. Foram
poucas partidas pela equipe e uma séria lesão no joelho. Submetido a cirurgia,
Caçula nunca imaginaria que aquela data seria o fim de sua carreira, mas isso
aconteceu, após um cirurgia mal sucedida. Caçula teve que abandonar a sua
carreira de jogador, sendo o fim de uma história que durou 12 anos.
Ao ser questionado sobre os clássicos e a pressão da
torcida nos anos que atuou,
Caçula lembra que quem jogou clássicos contra o
Tupi em Crissiumal, Oriental e Botafogo em Três de Maio e TAC de Três Passos
estava vacinado a disputar qualquer campeonato em qualquer estádio do Brasil,
pois Caçula disputou jogos em estádio com mais 35 mil torcedores e não sentiu
tanta pressão como nos clássicos regionais.
Ainda, quando perguntado sobre qual foi o pior
atacante a ser marcado, e qual a sua maior lembrança da carreira, ele lembra
que Renato Portaluppi era muito ruim de ser marcado pelo fato de ser muito
rápido e possuir muita força física. Das lembranças, Caçula lembra da partida
em que o São Luiz de Ijuí parou a seleção Brasileira em um jogo treino, no ano
de 1991, que terminou empatado em 0 a 0. O jogo era preparatório para a Copa
América e a Seleção Brasileira contava no seu elenco com Taffarel, Cafú,
Branco, Renato Portaluppi, , entre outros jogadores que foram campeões mundiais
no ano de 1994.
Caçula ainda frisa, que as crianças de hoje em dia
que pensam em virar jogadores de futebol profissional, não devem desistir de
seus sonhos, mas sempre pensar nos estudos, conciliando
o sonho com os estudos, pois ninguém sabe o quanto tempo pode durar um carreira
no futebol.
Labels:
Caçula,
Campeonato Gaúcho,
Dínamo,
Histórias,
Memórias,
Por onde anda?,
São Luiz
terça-feira, maio 27, 2014
Por Onde Anda?
ZILMAR GONÇALVES DE OLIVEIRA (GIBA)
Vida esportiva: Iniciei como jogador de futebol da várzea, no antigo Estádio Municipal
do Pessegueiro, situado às margens dos rios Pessegueiro e Pessegueirinho. Fui
jogador do G. E. Sepé Tiarajú de Santa Rosa/RS, nos anos de 1957 até 1961. Em
1962/1963, joguei pelo Juventude F. C. de Cruzeiro, fazendo parte do elenco em
que jogavam os irmãos Ivar e Ivanir Taffarel, o Willy Dias, os irmãos Plínio e
Jarbas Tonel, o Mido e tantos outros. Em meados de 1963, retornei, encerrando a
carreira, como jogador de futebol, jogando pelo G. E. Sepé Tiarajú, onde atuei até
o ano de 1968. Sempre atuei como meia-direita, articulador; fui, no ano de
1960, campeão citadino de futebol de Santa Rosa/RS, pelo G. E. Sepé Tiaraju.
Exerci a atividade de auxiliar de topógrafo - na companhia do grande amigo Jose
Luis Fortes Rodrigues, de apelido Gordo - na Prefeitura de Santa Rosa/RS, e,
posteriormente, fui vigilante na mesma Prefeitura de Santa Rosa, onde acabei me
aposentando. Hoje sou membro da Igreja Assembleia de Deus, com sede em Santa Rosa/RS. Gostamos
do tradicionalismo gaúcho - somos frequentadores dos eventos sociais,
promovidos pelo Centro de Tradições Gaúchas Chama Crioula, com sede social em Santa Rosa/RS.
O que faz atualmente? Aposentado
Nome, local de nascimento, filiação: ZILMAR GONÇALVES DE OLIVEIRA(foto ao lado) , nasci 15 de outubro
de 1940, em Cerro Largo,
RS, filho de Manoel Olmiro Gonçalves e
Elísia Gonçalves de Oliveira
Apelido: Giba
Casamento: Em primeiras núpcias com VILMA DOS SANTOS DE OLIVEIRA (já falecida);
filhos MARISETE, DOLORES, SÁVIO, JANETE e MOISÉS. Temos 10 (dez) netos. Em
segundas núpcias com MARICÉIA PARAÍBA DE OLIVEIRA(foto abaixo),
Grau de escolaridade: Ginasial.
Como foi a infância: Desde a idade de 05 (cinco) anos, vivida em Santa Rosa, RS,
residindo nas proximidades de antiga pedreira localizada na Avenida Borges de
Medeiros, depois na Rua Giruá, na companhia de meus pais, até 18 anos de idade.
Estudei no Colégio Visconde de Cairú, localizado na Avenida Borges de Medeiros,
próximo ao Colégio Santa Rosa de Lima, depois estudei no colégio Machado de
Assis, situado à Rua Santo Ângelo, em prédio que depois foi sede social do G.
E. Sepé Tiarajú. RS.
Vida esportiva: Iniciei como jogador de futebol da várzea, no antigo Estádio Municipal
do Pessegueiro, situado às margens dos rios Pessegueiro e Pessegueirinho. Fui
jogador do G. E. Sepé Tiarajú de Santa Rosa/RS, nos anos de 1957 até 1961. Em
1962/1963, joguei pelo Juventude F. C. de Cruzeiro, fazendo parte do elenco em
que jogavam os irmãos Ivar e Ivanir Taffarel, o Willy Dias, os irmãos Plínio e
Jarbas Tonel, o Mido e tantos outros. Em meados de 1963, retornei, encerrando a
carreira, como jogador de futebol, jogando pelo G. E. Sepé Tiarajú, onde atuei até
o ano de 1968. Sempre atuei como meia-direita, articulador; fui, no ano de
1960, campeão citadino de futebol de Santa Rosa/RS, pelo G. E. Sepé Tiaraju.
Exerci a atividade de auxiliar de topógrafo - na companhia do grande amigo Jose
Luis Fortes Rodrigues, de apelido Gordo - na Prefeitura de Santa Rosa/RS, e,
posteriormente, fui vigilante na mesma Prefeitura de Santa Rosa, onde acabei me
aposentando. Hoje sou membro da Igreja Assembleia de Deus, com sede em Santa Rosa/RS. Gostamos
do tradicionalismo gaúcho - somos frequentadores dos eventos sociais,
promovidos pelo Centro de Tradições Gaúchas Chama Crioula, com sede social em Santa Rosa/RS.
Clube(s) pelo qual torce: Torcedor do S. C. Internacional de Porto Alegre.
Atividade atual: Aposentado, pelo Município de Santa Rosa, RS.
Mantem atividade relacionada com o esporte? Não.
Já foi
treinador, dirigente ou algo similar?Não.
O que faz atualmente? Aposentado
GE Sepé Tiarajú campeão de 1960 com a seguinte formação: Darci Kanitz (goleiro),
Montenegro, Luis Fortes Rodrigues (Gordo), Vitélio Pedrolo, Machado, Miro, João
Gangorra, Waldemar, Engo Medeiros, Zilmar Gonçalves de Oliveira (Giba) e João
Batista Ribeiro da Silva (Tita).
Giba no Juventude FC do Bairro Cruzeiro
Data de 8 de novembro de 2013 - Noite da História e Memória do nosso Futebol. Representação dos homenageados do GE Sepé Tiarajú. À esquerda Giba e sua esposa, presentes no ato de homenagem aos ex-atletas, dirigentes, técnicos e torcedores.
Colaboração de Raul Meneguini
Labels:
Giba,
Histórias,
Juventude,
Memórias,
Por onde anda?,
Sepé Tiarajú
segunda-feira, maio 19, 2014
Futebol Amador
GRÊMIO FUTEBOL SANTA-ROSENSE
Quatro anos depois, se mudou para uma sede no
Lajeado Ipê, na propriedade de Arci Engrof.
Fundado em quatro de abril de 1971, por um grupo de desportistas
identificados com o Grêmio Porto Alegre. Foram fundadores: Heinz Walter Franke,
primeiro Presidente, Gilberto Rosa, vice-presidente, Kurt Hering, primeiro
secretario, Zeferino Manuel Pereira, segundo secretario, Saul Flores, primeiro tesoureiro,
Álvaro Rochembach, segundo tesoureiro, e
Conselho Fiscal: Nelson Torres, Elpídio de Aquino, Vivaldino Soares e Oliveira,
Dirceu Torres, Dorvalino Soares de Oliveira, Alberí Flores, Oscar Paulo
Elinger, Jose Aires Pinheiro, Jose Ferreira de Mello e Bruno Schutler. O
uniforme, e claro, muito parecido com o do Grêmio de Porto Alegre. O escudo,
apenas diferenciado na data de fundação e no complemento do nome. Foram
presidentes: Heinz Walter Frank, Saul Flores, Jose Rani Junges Hahn e Dorvalino
Soares de Oliveira, por vários anos, até seu fechamento em 1989.
Segundo o presidente Dorvalino, o Grêmio foi o sucessor do Grêmio Esportivo
Sepé Tiarajú, campeão citadino de 1960.
Para jogar no Grêmio, não necessitava ser necessariamente gremista. Eram aceitos também jogadores torcedores
colorados. E alguns treinos, até havia "rachas" entre gremistas e colorados, numa
boa.
Durante o período de existência disputou torneios locais e regionais. Sua
primeira sede, conforme depoimento do Presidente Dorvalino Oliveira(foto abaixo) , foi num campo na propriedade de Benjamim
Menzel, na então Vila Sulina.
Segundo Antonio Ailton Torres de Paula, ex-atleta, em 1972, o Grêmio
foi jogar em Porto Mauá,
A recepção foi tão grande, que quase os atletas não conseguiam entrar no
gramado para a disputa do jogo. O Grêmio formou com: Julio César: Aroldi, Franco, Airton
e Matinhos: Dani, Gentil e Cruz: Valter, Edgar e Acílio. Também jogaram Helio
Torres, Dirceu e Cleto. Os tricolores fizeram uma partida impecável e o
resultado foi de 8 a 0, a maior goleado imposta pelo tricolor a um adversário.
Este jogo deve ter sido por volta de 1975.
Em 1972, ainda relata de Paula, que na época de atleta era conhecido
como Airton, o Grêmio disputou a Taça Capiovy, na província de Missiones,
Argentina, na cidade de Capiovy. Lá foi recepcionado com honras de clube grande.
Na decisão da taça com os argentinos, os tricolores venceram pelo placar de um a zero, gol de Helio Torres.
Em 1972 o Grêmio foi campeão da Taça Imigrante promovido pelo CMD de
Santa Rosa.
Neste ano, o Grêmio venceu a consagrada equipe do EC Prenda por 3 a
2, no campo adversário. Em 1986, foi
campeão municipal e vice-campeão regional, sendo que em 1987, foi campeão
regional. Em 1989, cessou suas atividades em razão de problemas financeiros.
Nos anos 70, havia uma grande rivalidade com o Comercial do Bairro
Cruzeiro. O Grêmio venceu um jogo no Estádio
Carlos Denardin e foi marcado a revanche no campo do Juventude FC, no Bairro
Cruzeiro. Era o dia 29 de setembro de 1974. O primeiro tempo terminou em placar
favorável de 2 a 0. Na segunda etapa, houve uma confusão no momento da cobrança
de um escanteio. No alvoroço, um atleta do Grêmio saiu correndo em zigue-zague,
num trigal próximo do campo, com parte do time do Comercial atrás dele.
Felizmente se safou. Depois deste episodio, ambas as instituições mantiveram
boas relações.
Em 1972 e 1973, o Grêmio foi treinado por Artur Ribas, o Caiera, um dos
grandes técnicos de futebol da cidade. Treinou os principais clubes de Santa
Rosa, como Paladino, Aliança, ASRE e
Dínamo, ainda no amador. Neste período, o Grêmio utilizou como sede dos seus
jogos, o Estádio Carlos Denardin. Em 1974, o Grêmio disputou uma partida oficial
no Bairro Cruzeiro, contra o Guarani. O arbitro era Alcides dos Santos, de
apelido Canhão, servidor da CEEE. O Grêmio atuou neste jogo com: Adãozinho: Aroldi, Sopa,
Paulo Feriado e Airton: Valdir Dani, Gentil e Cruz: Élio Torres, Carlinhos e Chiquinho. O jogo
permanecia com placar em branco até os 15 do segundo tempo, quando Airton (de
Paula) lançou uma bola na área, a mesma fez uma curva enganando a zaga e o goleiro,
entrando no gol. O arbitro validou a bela feitura, como o proprio autor relata. O Guarani armou uma
confusão. O policiamento entrou em campo e acalmou os ânimos. O jogo foi
anulado pelo organizador e marcado um novo para o Estádio Carlos Denardin. O Grêmio
venceu novamente.
Dorvalino é o fiel depositário dos troféus, bandeira, documentos do
clube. Orgulha-se das conquistas em campeonatos e torneios, quanto no Sepé
Tiarajú(atleta) como no Grêmio(dirigente). Aposentado como construtor, Dorvalino reside em Santa Rosa, com sua família.
Campeão Municipal 1986, tendo como Presidente Dorvalino Soares Oliveira e Técnico Adelino Dani.
Esta matéria foi realizada com depoimento de
Dorvalino Soares de Oliveira (último presidente do Grêmio) e Antonio Airton
Torres de Paula (autor do livro Causos de Fatos, onde relata acontecimentos
relativos ao Grêmio, no período em que foi atleta do mesmo.)
Labels:
Futebol Amador,
Grêmio Santarosense,
Histórias,
Memórias
Assinar:
Postagens (Atom)







