Mostrando postagens com marcador Homenagem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Homenagem. Mostrar todas as postagens

terça-feira, março 12, 2019

HOMENAGEM 68 ANOS

PARABÉNS JUVENTUS

68 ANOS DE HISTÓRIA

FELIZ ANIVERSÁRIO

  

12 DE MARÇO DE 1951

terça-feira, setembro 19, 2017

Homenagem

Foi sepultado no ultimo sábado, 16,no Cemitério do Bairro Cruzeiro,  junto ao jazigo dos  familiares, o corpo do Contador e Advogado Plínio Tonel. Natural de Santa Rosa, residia na cidade de Cerro Largo. Plínio enquanto esteve em Santa Rosa marcou época como jogador de futebol em clubes locais, principalmente o Juventus. Para homenageá-lo, reproduzimos matéria sobre a trajetória de Plínio,  publicada neste blog em 2010. 


PLÍNIO AUGUSTO TONEL


Conhecido no futebol como Plínio Tonel, nasceu em Santo Augusto (20/02/1940). Neto de Pompílio e Josefina Silva, fundadores da cidade.
Com dois anos, foi morar na Estação Esquina (Bairro Cruzeiro) em Santa Rosa, onde passou a infância. Aos 8 anos, foi seminarista redentorista, por 2 anos. Voltou para Santa Rosa, onde concluiu o primário, cursou o ginásio e o técnico em contabilidade, no Liminha(Colégio Santa Rosa de Lima). Nesse período, foi coroinha do Padre Luís Kreutz, em Cruzeiro. Nas horas vagas batia bola com a gurizada da vizinhança. Curtia as férias de inverno, com os primos, na fazenda da avó, em Santo Augusto. O tio, que gostava do futebol, construiu duas goleiras de taquara e nós passávamos o dia com a bola.
Na juventude, morava em Cruzeiro, mas a vida social era Santa Rosa, em bailes nos clubes Concórdia e Cultural . Recorda: “Na época se fazia reunião dançante depois da missa da manhã até o meio-dia.”
Quando juvenil jogou no Cariris FC (dos Maristas). Depois como aspirante no Juventus AC e logo titular, até o licenciamento. Jogou no Paladino e no Aliança. Depois, colaborou na fundação do Juventude do Bairro Cruzeiro, onde foi atleta e técnico. Em 1963, casado, abandonou o futebol e foi residir em Cerro Largo. Atendendo pedido de amigos, em 1968, fundou naquela cidade uma escolinha gratuita. Atendia somente filhos dos amigos. O nome? Juventus AC. Conta: “Fiz uma viagem especialmente a Bento Gonçalves para confeccionar o fardamento. O time terminou quando os atletas saíram para estudos em outras cidades.”
Hoje, Plínio não tem mais ligação com o futebol. Nunca foi dirigente. Desde 1963, reside em Cerro Largo, onde com o filho Guilherme trabalham com escritório de contabilidade.
Casado com Berenice Schneider e desta união nasceram Daniela(45) e Guilherme(43). Casou novamente em 1993 com Annelizze Kitzmann, onde nasceu Henrique(4).
O estudo na vida de Plínio teve uma grande importância. Em 1973, formou-se em Administração; em 1978 em Contabilidade e em 1989 em Direito. Trabalhava o dia todo e à tardinha tomava o transporte em direção à Santo Ângelo. Eram 130 quilômetros de chão batido, ressalta. “Diploma não encurta orelha”, diz Plínio, e ainda diz: ”Para mim foi uma grande conquista, pelo sacrifício e pela força e vontade em buscar do saber”.
Parado definitivamente com o futebol, tornou-se pescador no rio Paraná(Argentina), por 40 anos. “Recorda:” Fiz a ultima pescaria em 2004 e tenho histórias memoráveis para contar, mas, fica para outra oportunidade”.

quinta-feira, fevereiro 23, 2017

Homenagem

Morre João Jayme Araujo
 Fundador do Juventus Atlético Clube de Santa Rosa 
e grande colaborador deste blog.



Lamentamos informar o falecimento de nosso colaborador João Jayme Araujo, ocorrido hoje, quinta-feira(23),  pela manhã em Porto Alegre. Seu corpo está sendo velado na Capela L, no Cemitério São Miguel e Almas, onde também será o sepultamento as 11 horas da manhã de sexta feira(24).
João Jayme, foi um dos maiores colaboradores deste blog. Fundador do Juventus Atlético Clube em 1951, foi nos anos 1950, um grande centro avante, onde marcou muitos gols, quando ainda os jogos eram disputados no Estádio do Pessegueiro, onde hoje está a Industria Fratelli.
Militar aposentado, escreveu o livro BAÚ DE RELÍQUIAS - A Bola Não Para - em 2011, onde narra fatos da história do futebol de Santa Rosa. Também mantinha o site www.joaojayme.com.br. 
Numa dessas coisas que a internet proporciona. encontramos João Jayme Araujo. E, deste encontro surgiu a ideia de publicar aos poucos neste blog, fatos e fotos da época, logo após a fundação do clube. Lembramos que  Jayme, foi fundador do clube, fez parte da primeira Diretoria e atleta da primeira equipe do Juventus. Ficamos felizes por conhecê-lo.  Por anos fomos parceiros. Foi nossa grande fonte de   informações não só do futebol mas também da história de Santa Rosa. Em novembro de 2013, foi um dos homenageados na grande Noite da Historia e Memorias do nosso futebol, quando além dele, outras pessoas também foram homenageadas pela contribuição ao nosso esporte. Perdemos um grande amigo e parceiro. Fica a lembrança de um grande cidadão, desportista e pai de família. Nossos sentimentos. Blog do Juventus 

Fotos de 8 de novembro de 2013, na Noite da História e Memória do Futebol, em Santa Rosa, quando João Jayme Araujo foi um dos homenageados. 



Entrevista com a imprensa local, onde ao fundo aparece seu irmão Paulo Zenni Araujo, também homenageado

Feliz com a esposa Claudete na referida noite.

Nossa homenagem de gratidão 
ao nosso querido João Jayme Araujo.
 Sempre tivemos um carinho especial pelo Jayme. Fundador, dirigente e atleta do nosso Juventus, sempre pulsou nas suas veias o sangue juventino. Como coordenador do blog, tive o prazer de conhecê-lo e a partir de então mantivemos um contato estreito, sendo que, entre tantos outros, Jayme se tornou o principal colaborador do nosso blog. Tínhamos um respeito e uma admiração muito grande. Sentimos muito a sua perda. Ficaram os seus ensinamentos e o exemplo de um grande desportista e cidadão. Jamais o esqueceremos. 
------------
Nascido em Santa Rosa, onde viveu sua infância, juventude e casou-se com CLAUDETE DE ARAUJO.
Aos 14 anos passou a escrever notas sobre esporte no jornal A SERRA.
Com a inauguração da Rádio Sulina, trabalhou como locutor e redator de noticiários.
Escrevia crônicas, esporadicamente.
Em Porto Alegre, atuou no ramo de publicidade, como redator publicitário e de programas para a Televisão.
Integrou a equipe esportiva da Rádio Gaucha e foi apresentador na TV do programa CIDADES GAUCHAS.
Nunca, esteve afastado totalmente do setor redacional.

Iniciou sem maiores pretensões a colaborar com o Blog do Juventus, escrevendo historinhas as quais são a razão deste despretensioso registro.

sábado, julho 23, 2016

HOMENAGEM

EVENTO FESTIVO MARCOU OS 70 ANOS DO PALADINO

No sábado, 23 de julho, ao meio dia, na sede social do Paladino Futebol Clube, foi realizado um almoço festivo em comemoração aos 70 anos de existência do clube.
O evento contou com a presença de dirigentes, colaboradores, ex-atletas, familiares e autoridades locais, que desfrutaram de uma tarde de homenagens, onde foram relembrados fatos marcantes que ocorreram na época em que o clube atuava pelos gramados do Rio Grande do Sul.
Durante a cerimônia, o Paladino Futebol Clube recebeu a Menção Honrosa concedida pela Câmara de Vereadores de Santa Rosa.

Também foram homenageados   ex-atletas e colaboradores, com a entrega da Comenda de Mérito Desportivo. Vale ressaltar que o Paladino realiza a entrega desta comenda anualmente e neste ano foram agraciadas as seguintes pessoas: Osvaldo Antonio Bárbaro, Er Mussi de Andrade, Argemiro Kreibich, Miguel de Quadros, Dra. Claudete Capaverde Pereira, Dr. Antílio Fagundes, Sérgio Bueno, José Carlos Rodrigues, Valdomiro de Lima Cardoso e Atanagildo G. Rorato. 




sexta-feira, julho 22, 2016

Aniversário

PALADINO 70 ANOS - PARTE IV


O PALADINO DE PAULO MADEIRA

Em continuidade ao Projeto Paladino 70 anos, nada melhor que nesta edição contar um pouco dessa história com uma pessoa que se destacou, não só no clube, mas também na sociedade local. Trata-se de Paulo Laércio Soares Madeira, ou simplesmente Paulo Madeira. Natural de Cruz Alta, Paulo se mudou na juventude para Porto Alegre, onde estudou e serviu a aeronáutica. Durante sua estada na capital um fato curioso, Paulo se tornou tricolor, ao cultivar amizade com os atletas gremistas daquela época.
Em 1959, o DAER (Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem) abriu uma sede em Santa Rosa, a desmembrando de Cruz Alta. “Meu pai me avisou que havia uma oportunidade de trabalho em Santa Rosa, achei que era a melhor chance na vida profissional naquela época e me fui rumo a Santa Rosa para seguir o ramo da família, já que minha família era por tradição de rodoviários. Então, cheguei a Santa Rosa, para ser servidor do DAER. Aqui casei e constitui família”.
Ao ser perguntado o porquê se tornou paladinense, Paulo sorri e responde: “Na capital jogava futebol sete e salão, acho que muito bem, pois atuava pela equipe da Aeronáutica, e até cheguei a jogar no Wallig (equipe que na época era uma expressão do futebol de salão do estado). Aí quando comecei a trabalhar no DAER, era colega do senhor Altidor Medeiros dos Santos, que na época era o presidente do Paladino. Após ficarem sabendo que jogava bem futebol de salão, me convidaram para treinar futebol de campo pelo Paladino. Aceitei o convite, e iniciei os treinamentos, eu era habilidoso, tinha técnica e um bom drible, me colocaram no ataque, jogar como ponta esquerda, fazia jogadas de qualidade e eficiência, mas não tinha resistência para voltar e marcar. O treinador Caieira me achava uma peça fundamental nos jogos fora de casa quando faltava algum jogador, não era aquele jogador para decidir jogos, mas sim, aquele que levava porrada dos adversários, pois era abusado, mas franzino. Um alvo propicio para o adversário. Após um período de treinamentos e jogos, percebi que a minha forma física não me ajudava, e em conversa com Caieira, decidimos que eu não ajudava o esperado pelo clube como atleta, mas como cartola poderia ser muito útil”.
Após a decisão de pendurar as chuteiras, Paulo começou a colaborar na secretaria do clube, passando por vários setores até ser Presidente em 1970/1971.
Em meio a lembranças Paulo se anima a lembrar como a cidade se mobilizava nos dias de clássicos contra o Aliança, “quando os jogos já eram disputados no Estádio Carlos Denardin, a torcida descia em massa pela Avenida America e as quadras ao redor ficavam lotadas de veículos. No final do jogo o movimento se repetia ao inverso, o da volta. Era muita gente, crianças, jovens, adultos, namorados, idosos, famílias inteiras, aos domingos a tarde, se dirigiam aos clássicos. Se transformando num verdadeiro espetáculo”.
Ao ser questionado sobre os melhores atletas e suas qualidades, Paulo frisou vários, mas os seus favoritos que vestiram a jaqueta vermelha, são: Chaqueño; Décio Zoehler, Pato (Bartolomeu Neis), Nique Zoehler e Lothário   Dreyer; Molita (Pedro Dias), Vado e Véio (Valdemar Santana); Charles Joner, Noli Joner e Miguelzinho.  Técnico: Artur Ribas, conhecido como Caieira, que veio de Cruz Alta e aqui se radicou. Segundo Paulo, pode haver controvérsia, mas esta é a sua seleção.
A conversa pendurou, as lembranças despertavam sorrisos no rosto de Paulo, mas um momento o deixou com um ar de angustia, mais precisamente quando foi perguntado, qual o motivo do Paladino parar com o futebol “a situação estava difícil, se tornou muito caro fazer futebol. E, isso não pesou só para Santa Rosa, mas para outras cidades da região e do estado também. Embora amador, os atletas de outras cidades, encareciam nos custos do clube. Era um semiprofissionalismo. E os dirigentes também foram cansando”. 
Com o futebol parado, abriu-se uma janela para outras atividades, com a assistência social. O clube se matem, com renda provindas de alugueis de seu patrimônio. “Hoje, estamos ainda com 10 paladinenses da velha guarda na direção. Os outros já nos deixaram. Por isso, estamos associando jovens, para dar continuidade ao trabalho social que o Paladino vem fazendo”.
O almoço festivo em comemoração aos 70 anos do Paladino que se realizará no dia 23 de julho de 2016, na sede do clube, homenageará  ex-atletas e colaboradores com a entrega da Medalha do Mérito Desportivo, por fazerem parte desta linda história dos 70 anos do Paladino.  Na próxima matéria estaremos divulgando os nomes das pessoas homenageadas.

terça-feira, novembro 19, 2013

Fatos & Fotos


Encontro homenageia os 50 anos da conquista estadual do E.C. Aliança

Santa-rosenses que residem em Porto Alegre e região metropolitana conservam o hábito de se encontrarem, para colocar o papo em dia e relembrar histórias. A presença de poucos por motivações várias, fez com que o evento quase se esvaísse. Os abnegados passaram o comando a Carlinhos Berta.
Pôs mãos à obra e bolou um plano de unir o útil ao agradável. Reuniu atletas remanescentes campeões pelo E.C. Aliança e aproveitou-se a ocasião para comemorar o 50º aniversário do campeonato Estadual  de 1959.
A festa de Porto Alegre foi em 2009, porém, para festejar os 50 anos da conquista pelo E. C. Aliança do campeonato estadual.

A final:
O primeiro jogo da final foi em Santa Rosa, no Estádio Carlos Denardin, contra o Miraguay de Tenente Portela  e o placar foi de 10 a 0. A escalação do EC Aliança, no primeiro jogo: Sabiá, Décio e Nique; Derly, Tano e Guido; Eloi Taquariano, Walter ou Mulita, Penicilina, Alceu e Tatuzinho.
No jogo da volta em  Tenente Portela, entrou no lugar do Derly  o Ivanir Tafarel  e o resto o time foi o mesmo acima. O resultado foi 2x0 para o Aliança.
Naquele tempo não havia banco de reservas. Quem nos passou os detalhes foi Raul  Meneguini, que somente acompanhou a delegação a Tenente Portela, porque o Técnico Caiera estava em dúvida entre Raul e  Ivanir Taffarel, para substituir o Derly, que havia se contundido no primeiro jogo em Santa Rosa. 
Na festa compareceram Nique Zoehler, Guido Fischer, Walter Wienandes (ao microfone), Alceu Mallmann.  A esposa Dona Hilda e seu filho Carlos Berta, num preito de gratidão a Francisco José Berta, Presidente e Patrono e prestando homenagem reviveram o episódio heroico.





Na foto os campeões Nique, Guido, Walter e Alceu além do promotor do evento Carlinhos Berta e D. Hilda.





Ao lado os já nominados, mais os convidados Cleóbis Araujo, João Batista Lemos e o casal Paulo (de costas) e Neiva Araujo. 






                                               Colaboração João Jayme Araujo/POA.

sexta-feira, agosto 23, 2013

POR ONDE ANDA?




FRANCISCO BARBOSA QUEIROZ (CHICO)

Nasci em São Luiz Gonzaga (RS) em – 10 de fevereiro de  1931. Filho de Cyro Queiroz e Elvira Barbosa Queiroz. Conhecido como Chico. Sou casado com Magaly Vieira Queiroz e temos três  filhos e quatro netos. Sou advogado.
Vivi a minha infância em São Luiz Gonzaga entre  anos de 1931 a 1942, jogando futebol, reunião com amigos e pescaria com os sobrinhos.
Minha vida esportiva iniciou no Roque Gonzáles de  São Luiz Gonzaga (adversário ferrenho do Ipiranga) , jogando futebol  no União dos Onze, Internacional e Cruzeiro; Cruzeiro de São Borja e Paladino de Santa Rosa, Intercolegial  no Colégio das Dores e EPPA.  Bancários (São Borja, Santa Rosa, São Luiz Gonzaga, Rosário do Sul e Santana do Livramento}
Também, joguei vôlei nas equipes estudantes em São Luiz Gonzaga, Colégio das 
Dores e EPPA. Disputei atletismo pela EPPA 100/800 metros  e salto em distância.
Melhores recordações forma no  Roque Gonzáles, no União dos Onze, no Paladino e Bancários de Santa Rosa.
Exerci atividades no SENAI, Banco do Brasil (onde me aposentei) - Banco 
Meridional do Brasil.
Continuo ligado as atividade com o esporte. Sou Conselheiro Benemérito  do S. C. INTERNACIONAL de Porto Alegre.
Fui cônsul ou representante do SC Internacional de Porto Alegre em Santa Rosa, São Luiz Gonzaga, Rosário do Sul, Santo Antonio da Patrulha, Livramento e Milão (Itália).
Diretor de finanças do SC Internacional em 1978 e 1979(tri-campeão invicto). Membro do Conselho Fiscal em 1997/98 e Presidente do Conselho Fiscal em 1999 2000. 
Conselheiro Benemérito com acentos no Conselho Deliberativo e Conselho Consultivo, ambos vitalícios.
Atualmente executo as funções junto aos Conselhos Deliberativos e Consultivos do Internacional e atendimento à família e amigos.

Paladino F.C. - Presidente Avelino Lavarda, Benito, Lothar, Juarez, Alvírio, Décinho, Nestor, Neri, Joel, Júlio e Wilson Codinotti(Treinador). Agachados: (?), Cabeça, Caio, Chico Queiroz, Charles, Mauro, Luiz Cappellari e Luiz Floriano Meneghel.

Bancários de Rosário do Sul. Chico Queiroz é o penúltimo agachado.

Colaboração de João Jayme Araujo/POA.

terça-feira, julho 23, 2013

Notícias

PALADINO F.C. COMEMORA ANIVERSÁRIO


Com um almoço, no sábado, 21, na sua sede social, o Paladino F.C. de Santa Rosa, comemorou seus 67 anos de atividades. Na oportunidade a Direção reuniu autoridades, ex-atletas, parceiros e convidados para uma bela confraternização. Foram homenageados   com Medalha de Honra, vários ex-atletas e membros da diretoria que prestaram serviços ao clube.
Fundado em 21 de julho de 1946, o Paladino desativou seu departamento de futebol  no inicio da década dos anos 1970. Hoje, mantém várias atividades sociais de apoio a comunidade, com projeto de ampliação.
Atualmente, o clube é presidido pelo desportista  Presidente Irineu Donini, que fez durante o almoço um agradecimento a todos os presentes. Também falou o Sr. Paulo Madeira, que com muita emoção contou várias passagens da bela história do clube. Parabéns Paladino, que fez história no futebol de Santa Rosa, tendo como principal rival o E.C. Aliança, fazendo clássicos memoráveis, primeiro no Estádio do Pessegueiro, depois no Estádio Carlos Denardin.
Mais sobre a história do Paladino clique AQUI.

segunda-feira, junho 04, 2012

Morreu o zagueiro Baitaca


Ex-zagueiro do Dínamo marcou época no futebol de Santa Rosa.

Joel de Andrade, popularmente conhecido como Baitaca, morreu ontem à noite, por volta das 21 horas, no Hospital Vida & Saúde.
Minutos antes ele fora vítima de um enfarto, quando estava em sua residência.
O corpo de Joel de Andrade foi velado na capela da comunidade católica do Bairro Planalto, na rua Sinval Saldanha.
Baitaca marcou época no futebol de campo de  Santa Rosa na década de 80, quando foi zagueiro do Dínamo, numa equipe campeã municipal e que ascendeu depois ao profissionalismo.
Depois que parou de jogar, foi auxiliar técnico de Nenê Zorzan.
Fonte: jornalnoroeste.com.br



Na foto cima, Baitaca é o primeiro em pé da esquerda para a direita, no tempo de Dínamo no futebol amador, . A foto é do time campeão municipal de 1980.

sexta-feira, novembro 18, 2011

Homenagem

A VIDA DESFALCOU NOSSO TIME

João Jayme Araujo

jjgaucho23@hotmail.com

Os integrantes de nosso time, guardadas as limitações, de existir de acordo com a capacidade de cada um, não exigindo mais do que o aceitável, vinha se comportando muito bem, no embate da vida, até o decorrer do segundo tempo. Reuniam o esforço individual de cada um e, da mescla de qualidades presente em todos. Íamos indo.

Características a destacar, em todos e em cada um: espírito jovial, estágio nas categorias inferiores, dentro das expectativas. Ao serem promovidos para a equipe titular, as cobranças foram maiores. Foi ai que as individualidades começaram a aparecer.

Um recém chegado à cidade, vindo do Alegrete, com o passar do tempo, despontou com fibra, honestidade, garra, espírito inovador, capacidade de iniciativa. Jogou em várias posições, desempenhado, sucessivamente, os atributos de chefia e de gerenciamento em todos os postos em que seu trabalho foi solicitado.

Outros três, originários da terra, mas, com visão de jogo completamente diferentes. Num deles destacaram-se: juventude, exímio datilógrafo, militar dos mais conceituados junto a colegas e chefes, tendo atuado, também, fora de nossos pagos no desempenho de seu mistér, voltando à terra para desempenhar funções que o recomendam e servem de exemplo àqueles que lutam em defesa dos desígnios superiores da sociedade organizada.

Outro, criado com humildade e na orfandade paterna, tornou-se o pai da casa. Desde pequeno tendo um horizonte a alcançar procurou-o com denodo e repartiu atividades de assistência aos humanos e aos animais.

Por fim, jovem vindo de família mais abastada, foi fazer estágios em centros maiores. Retornou à terra, partiu para a caserna e como cigano foi dividir seu saber com os irmãos do Norte do país e de lá trouxe a madrinha do time para o nova agremiação familiar que estava se constituindo.

Todos estavam no apogeu da vida. Já colhendo os frutos do que haviam plantado. Mas. Sempre há uns mas!

Como disse Joaquim Nabuco: “ninguém sabe como é feita a contabilidade divina: ações que criamos fossem lançadas em credito estarão na coluna dos débitos”.

O contrario também ocorre. Entretanto, DEUS na sua infinita sabedoria, resolveu convocá-los, todos no mesmo ano, para integrarem a equipe celeste.

O ano nos desfalcou dos quatro. Em troca, nos rendendo a vontade divina, temos mais santos de devoção a representarmos na estância grande do céu.

Estejam em paz, Napoleão, Olívio, Saul e Carlinhos. E, protejam-nos se for da alçada de vocês.