DÍNAMO X SÃO LUIZ
domingo, dezembro 12, 2021
DESAFIO DE VETERANOS
segunda-feira, dezembro 06, 2021
quinta-feira, novembro 25, 2021
DESAFIO
quinta-feira, junho 03, 2021
Por Onde Anda!
LOTHÁR DREHER
Apelido: Patrola
Casamento: Com Maria Rosa Dreher. Filhos: Francisco Alberto Dreher e Suzete Dreher. Neto: Lize Dreher.
Grau de escolaridade: Ensino Médio
Como foi a infância. O que lembra com saudade: Foi ótima. Jogando futebol, pescando, caçando, cavalgando e executando trabalhos caseiros, além de estudar; saudades dos banhos de verão no Rio Pessegueiro, mais precisamente no lugar denominado pelos banhistas como Poço da Arvore; lembranças inesquecíveis dos bailes realizados nos clubes de Santa Rosa RS, mais precisamente na Sociedade Esportiva e Recreativa Concórdia e na Sociedade Cultural.
Vida esportiva, onde iniciou, em que clubes jogou, o que recorda desta fase: Iniciei jogando futebol no Paladino F. C. de Santa Rosa/RS, inicialmente na categoria de aspirantes (de 1953 até 1955), passei a titular no time principal em 1956, sempre jogando na posição de lateral esquerdo, condição essa permanecida ininterruptamente no período compreendido de 1956 até 1966. Nos anos de 1957 até 1966 fui capitão das equipes do Paladino F. C. , conquistei os títulos de campeão citadino nos anos de 1961, 1962, 1964 e 1966; vice campeão em 1963, e 3.º lugar em 1965. Encerrei a carreira como jogador de futebol jogando pelo Tupi F. C. de Crissiumal/RS.
Atividade atual: Empresário no ramo da gastronomia, na empresa denominada Galeteria O Porão, estabelecida na cidade de Cruz Alta, RS, , telefone 55 3322 2661, juntamente com meu filho Francisco Dreher (Chico).
Já foi treinador, dirigente ou algo similar? Fui presidente do Guarani F. C. de Cruz Alta/ RS, nos anos 1985 a 1987.
Mantem atividade relacionada com o esporte? Não
Observação: Lothar Dreher, faleceu em 13/07/2021, na cidade de Cruz Alta/RS., logo após publicado seu histórico nessa coluna.
segunda-feira, maio 10, 2021
HOMENAGEM
A IRINEU ELIAS DONINI
Hoje
foi um dia muito triste para nós. Perdemos um amigo, companheiro e irmão.
Perdemos Irineu Elias Donini. Santa-rosense por adoção, fez deste chão a sua
terra natal. Sabemos como é difícil este momento. Mas, assim é a vida. Todos
nascemos e temos uma missão determinada para aqui ser cumprida. Claro, cada um
no seu tempo. Estamos como passageiros com destino final, só não sabemos
quando. Alguém, a poucos dias, me falou que cada um de nós temos um prazo de
validade, uns mais outros menos, dependendo da missão que nos for determinada
por Deus. E, assim, Irineu nos deixou, cumprindo o quem lhe foi determinado.
Deixou entre nós, um exemplo de homem, pai de família honesto e trabalhador.
Servidor público da mais alta qualificação, deixou sua marca pela sua
simplicidade e competência. Sentiremos muito sua falta, mas lembremos de seus
feitos reconhecidos deixados na comunidade e que certamente sempre serão
lembrados pelos santa-rosenses.
Irineu,
nasceu em Erechim e ainda adolescente acompanhou a família, vindo para Santa
Rosa. Aqui cresceu, trabalhou, constituiu família. Foi um exemplar desportista.
Como tal, exerceu vários cargos no seu clube do coração, o Paladino Futebol
Clube, sendo então atual presidente (1994 até o momento). Também atuou como dirigente na Associação
Santa-rosense de Esporte - ASRE, na primeira metade da década dos anos 1970.
Saudosista,
participava de um grupo de amigos, que periodicamente reuniam-se, para relembrar
e comentar os acontecimentos vividos no período, principalmente nos anos 1950 e
1960, quando Paladino F.C. e E. C.
Aliança (clássico ALPAL) se enfrentavam, no antigo Estádio Pessegueiro, depois
no Campo do 19º RCMEC e posteriormente no Estádio Carlos Denardin. Um período
histórico, em que o futebol em Santa Rosa, pulsava nas veias dos moradores da
cidade, que se dividia entre os dois clubes.
Nossos
sentimentos aos familiares e amigos de Irineu Elias Donini, o nosso querido
Neo, falecido hoje 10 de maio de 2021.
quarta-feira, novembro 25, 2020
POR ONDE ANDA
JOSÉ LUIZ AVRELLA
(ZÉQUINHA)
JOSE LUIZ AVRELLA, nascido em 09/01/1966 em Tuparendi/RS.
Apelido - Zequinha
Casamento - com Marisa Kaoschek, 03 filhas ( Caroline , Gabriele e Marie)
Grau de escolaridade – 2.º Grau Completo
Como foi a infância: Nasci na localidade denominada Barracão, município de Tuparendi/RS. Sou filho de Felix e de Terezinha Chitolina Avrella. Na minha infância, sempre estive ao lado dos meus pais, labutando na atividade agropecuária, estudando na Escola Princesa Isabel, em Barracão, até a 5.ª série, e, com 12 anos de idade passei a estudar no colégio estadual denominado YETÊ, até os 15 anos de idade, após no Colégio Salesiano Dom Bosco de Santa Rosa/RS., onde, por indicação professor Júlio Andreazza, participei do elenco daquela entidade educacional na modalidade esportiva Handebol e também por indicação do professor Andreazza fui direcionado ao futebol de campo.
No futebol: Lembro de ter participado e me projetado no futebol de campo na equipe do Palmeiras F. C. da Vila Glória, de Santa Rosa/RS. Lá, jogando mais por amor a camiseta. Meus passos iniciais, como atleta remunerado, deu-se aos 20 anos de idade, na modalidade de futebol de salão, hoje futsal, jogando pela equipe do clube Concórdia de Santa Rosa/RS. No ano de 1986, passei a integrar o time do Dínamo F.C. de Santa Rosa/RS. Tal transferência, deu-se por indicação do professor de educação física daquele clube o Sr. Eduíno Lorentz, quando então me tornei jogador profissional de futebol de campo. No Dínamo atuei de 1986 a 1992, retornando em 1994. Sendo que na passagem fui o terceiro maior goleador da era profissional do Dínamo, com 32 gols marcados (26 em jogos oficiais e 6 em jogos amistosos). Posteriormente, joguei nos seguintes clubes profissionais: Guarani F.C. de Cruz Alta/RS; ( 1993, 1995, e 1999); Athletico Paranaense ( final do ano 1993); São Luiz F.C. de Ijuí/RS em parte do ano de 1994); ainda em 1994, joguei também no Rio Verde F. C., da cidade Rio Verde/GO; em 1996 e 1997 no Palmeirense de Palmeiras das Missões/RS; no Juventus F.C., de Santa Rosa/RS (1997, 1998, 2001 e 2002); e na Chapecoense F.C. de Chapecó, SC, ( em 2000 e 2001).
O que lembra com saudade: Venho de uma família de 10(dez) irmãos, sendo 06(seis) irmãos e 04(quatro) irmãs; desde criança brincava com a bola com meus irmãos. Meu pai foi um dos principais incentivadores da pratica do esporte em nossa comunidade (Barracão).
Com 10(dez) anos de idade, iniciei a jogar futebol
de campo no time de aspirantes do Nacional F. C. de Barracão, quando comecei a
me destacar subindo para a equipe principal. Disputei também vários campeonatos
de futebol de salão e campo por diferentes clubes amadores da nossa região.
Com 15(quinze) anos de idade, fui convidado para
disputar campeonatos pelo Clube denominado Palmeiras F. C. da Vila Glória de
Santa Rosa/RS. Devido às minhas boas atuações nas posições de meia direita ou
meia esquerda, ajudei nas conquistas de vários campeonatos, inclusive regionais.
Curiosidades: Quando estudava na cidade de Tuparendi/RS., no Colégio Estadual Yeté, com 14 (quatorze) anos de idade, me destaquei como atleta na modalidade esportiva denominada Handebol, onde despertei interesse do professor Júlio Andreazza, que à época integrava o corpo docente do Colégio Salesiano Dom Bosco de Santa Rosa/RS., quando então passei a integrar as equipes daquele educandário. Para tanto em contrapartida me deram emprego e os estudos grátis. Mas, logo o professor Júlio, percebeu que o meu esporte era outro e passou a me incentivar para que me inclinasse para a pratica do futebol, vez que na sua visão eu iria me dar bem nessa modalidade.
Sempre mantinha um relacionamento maravilhoso com a
torcida de todos os clubes que passei. Essa identificação com a torcida era sem
dúvida em razão da minha doação, respeito e entrega total na defesa da camisa
que estava vestindo.
Sempre tive facilidade para chutar com os dois pés
- embora preferencialmente destro. Mantinha também um bom tempo de bola no
cabeceio, fatos que me ensejaram fazer vários gols, em todos os clubes que
passei.
Como agricultor, trabalhei desde os meus
06(seis) anos de idade, por isso e por
uma boa alimentação, sempre tive um bom
condicionamento físico. Por ter muita resistência física e desempenhar dupla
função em campo de jogo, ora como criador, ora como marcador, passaram, no linguajar dos boleiros, a me incluir no rol dos denominados “
carregadores de piano”.
Sempre tive um relacionamento muito forte com a
comunidade de Barracão, onde nasci, e comecei a jogar futebol e onde ainda nos
dias de hoje permaneço residindo e jogando futebol. Fiel, aos incentivos do meu
pai, permaneço valorizando as práticas esportivas.
Como gratidão, também vai registrado a especial homenagem ao meu avô materno, um dos maiores fãs e torcedor que eu tinha. Sabia tudo ao meu respeito, escutava todos os meus jogos e programas esportivos
que falavam do clube que eu jogava e quando não conseguia escutar o meu jogo, nunca dormia antes de eu chegar para falar com ele sobre os lances do jogo,
queria saber se havia perdido, vencido e
se eu tinha feito gol. Frisava sempre que não tinha coragem de assistir um jogo
meu, porque, segundo ele, o deixaria muito nervoso e como torcedor apaixonado
não suportaria a pressão do jogo.
Relembrando e agradecendo, aos técnicos que me
orientaram - registro os nomes de Nenê Zorzan, Cassiá Carpes, Vacaria, Indião e
Soni Welke e mais uns dez nomes que com o passar do tempo já não lembro mais
dos nomes, porém, mesmo no anonimato, deixo aqui os meus agradecimentos.
Jogou em que
posição? Como atacante, joguei na meia
direita ou na meia esquerda.
Clube(s) pelo qual torce.) S. C. Internacional de Porto Alegre.
Continuo morando no Lajeado Barracão,
município de Tuparendi/RS.
Mantem atividade relacionada com o esporte?
Continuo jogando minhas peladas e incentivando os jovens.
Já foi treinador, dirigente ou algo similar?
Não
O que faz atualmente? Como atividade
econômica na agropecuária.











































