domingo, dezembro 12, 2021

DESAFIO DE VETERANOS

 DÍNAMO X SÃO LUIZ

Veteranos do Dínamo FC

Veteranos do Dínamo e do São Luiz de Ijuí

Velha Guarda do Dínamo, tempo de amadores.
Chico, Caio, Grilo e Nego Bem.

Jogada de ataque do Dínamo

Jogada de ataque do São Luiz

Realizou-se ontem a tarde (11/12), o desfio  entre Dínamo e São Luiz no Estádio Carlos Denardin em Santa Rosa. 
No time alvinegro estiveram presentes entre outros, atletas que participaram da campanha de 1991, quando o Dínamo subiu para a Primeira Divisão do Campeonato Gaúcho. João Batista, João Luiz, Edson Luiz, Zequinha, Góia, Rogério Manta, Marcelo Moura, César Micuim, além de Salsicha Paulo Timm, Jean, o goleiro Nelson entre outros atletas de outras temporadas que atuaram pelo Dínamo.
No São  Luiz, os principais atletas foram Betinho (o maior meia da história do São Luiz), Baggio, Evandro Brito e Paulo Bayer (aquele mesmo que foi goleador do Campeonato Brasileiro).
O placar é o que menos importa, pois, o objetivo principal era a confraternização entre os ex-atletas de ambas agremiações. Alguns jogadores embora veterano, apresentaram bom condicionamento físico, com destaque para Paulo Bayer, Zéquinha e o goleiro Oneide(Dínamo). 
A noite, no Piquete Parceria,  foi realizado um jantar de confraternização.

Homenagem

Com proposição do Presidente da Câmara de Vereadores de Santa Rosa, Vereador Santo Altemir Martins, aprovada por unanimidade uma Moção de Congratulações aos ex-atleta do Dínamo, João Luiz Pazze Marques, pela sua atuação quando profissional do Dínamo sendo reconhecido pela torcida como o maior jogador da historia do clube, além der ser também o maior goleador.
João Luiz durante sua trajetória profissional no Dínamo foi autor de 48 gols entre jogos  amistosos e oficiais.

João Luiz com seus colegas de clube, com a homenagem recebida.

Moção de Congratulações, homenagem da Câmara de Vereadores de Santa Rosa.




segunda-feira, dezembro 06, 2021

quinta-feira, novembro 25, 2021

DESAFIO


Um desafio entre atletas do Dínamo FC de Santa Rosa e do EC São Luiz de Ijuí, acontecerá no dia 11 de dezembro no Estádio Carlos Denardin a partir das 17 horas.
Estarão presentes atletas dos dois clubes, que atuaram no final da década de 1980 e inicio da década de 1990, quando aconteceram vários clássicos regionais nesse período. 
O torcedor alvinegro deverá comparecer ao estádio e matar a saudade dos melhores  momentos vívidos na história do Dínamo.
A noite a confraternização continua com um jantar no Piquete Parceria.
O desafio é promovido por um grupo de ex-atletas do Dínamo, coordenado por Marcelo Moura.

 

quinta-feira, junho 03, 2021

Por Onde Anda!

LOTHÁR DREHER



Nome, local de nascimento, filiação: Lothar Dreher,  natural de Santa Rosa,RS, pais: Fredolino  Dreher e Maria Dreher

Apelido:  Patrola

Casamento: Com Maria Rosa Dreher.  Filhos:    Francisco Alberto Dreher e Suzete Dreher.    Neto: Lize Dreher.

Grau de escolaridade: Ensino Médio

Como foi a infância. O que lembra com saudade: Foi ótima. Jogando futebol, pescando, caçando, cavalgando e executando trabalhos caseiros, além de estudar; saudades dos banhos de verão no Rio Pessegueiro, mais precisamente no lugar denominado pelos banhistas como Poço da Arvore; lembranças inesquecíveis dos bailes realizados nos clubes de Santa Rosa RS, mais precisamente   na Sociedade Esportiva e Recreativa Concórdia e na Sociedade Cultural.

Vida esportiva, onde iniciou, em que clubes jogou, o que recorda desta fase:  Iniciei jogando futebol no  Paladino F. C. de Santa Rosa/RS, inicialmente na categoria de aspirantes (de 1953 até 1955),  passei a titular no time principal em 1956, sempre jogando na posição de  lateral esquerdo, condição essa permanecida ininterruptamente no período compreendido de 1956 até 1966. Nos anos de 1957 até 1966 fui capitão das equipes do Paladino F. C. , conquistei os títulos de campeão citadino nos anos de 1961, 1962, 1964 e 1966; vice campeão em 1963, e  3.º lugar em 1965. Encerrei a carreira como jogador de futebol  jogando pelo Tupi F. C. de Crissiumal/RS.


Lembro que tive como técnico de campo os seguintes treinadores: em 1956 Vilson Codinotti, em 1961 Paulo Zenni Araújo; de 1962 até 1964 Arthur Silva Ribas (Caiera), em 1965 e 1966 o técnico foi o Sr. Joel Bragança. 
 









Local: Estádio Municipal Carlos Denardin; ano de 1961-    Paladino F. C. - por ocasião da colocação das faixas de campeões citadinos de 1961;  aparecem: Lotário Dreher (capitão do time), Paulo Zenni Araújo (Técnico) e Francisco Brandão (Mineiro).



Considero como sendo os melhores elencos em que atuei nas equipes do Paladino F. C., os formados nos anos de 1961 até 1964, tais, assim nominados:  Buenaventura Canhete (Goleiro titular no período compreendido entre 1961 até 1964), Plinio, Canjica, Lothar, Pedrinho Acosta, Carlinhos, João Adão Mousquer Marques (Perigoso), Vado, Queixinho, Thomás (Pelé), Vilmar Ferreira Arrussul (Gaúcho), José Pinheiro, Francisco Brandão (Mineirinho), Sarará, Antônio Carlos Sfoggia Nunes, Joá, Waldemar Santana (Velho), Mido, Ademir, Euclides Anschau, Salvador Moroni, Chico Cappellari, Oscar Warth Neto e José Luiz Fortes Rodrigues (Gordo) .       


     








Presidentes do Paladino F.C. no período em que joguei – Avelino Lavarda, Ernani Kotlinski, Salvager Maraschin, Zeferino Soares, Demétrio Barcelos Xavier, Vilson Gomes, Monte Alvar Aurélio Rodrigues, Manoel Camilo dos Santos.



1965 - Equipe do Paladino F. C. – Local Estádio Municipal Carlos Denardin, 3.º lugar no Campeonato Citadino – aparecem em pé: Chico Cappellari, Lotario Dreher, Macalé, Canjica, Pinheiro e Aquiles Puntel. Agachados: Varguinha, Oscar Warth Neto, Pelézinho, Francisco Brandão (Mineirinho) e Pedro Dias (Mulita)


Capitão do Paladino, Lothar trocando flâmulas com Airton capitão do Grêmio.


Clube pelo qual torce: Internacional  de Porto Alegre/RS.

Atividade atual: Empresário no ramo da gastronomia, na empresa denominada Galeteria O Porão, estabelecida na cidade de   Cruz Alta, RS, , telefone 55 3322 2661, juntamente com meu filho Francisco Dreher (Chico).

Já foi treinador, dirigente ou algo similar?  Fui presidente do Guarani F. C. de Cruz Alta/ RS, nos anos 1985 a 1987.

Mantem atividade relacionada com o esporte? Não




Adão Marques(Perigoso), Antílio Fagundes, Francisco Brandão(Mineirinho) e Lothár Dreher, homenageados com a Medalha Honra ao Mérito pelo Paladino, nas comemorações dos 65 anos do clube.

Observação:  Lothar Dreher, faleceu em 13/07/2021, na cidade de Cruz Alta/RS., logo após publicado seu histórico nessa coluna.

segunda-feira, maio 10, 2021

HOMENAGEM

A IRINEU ELIAS DONINI



Hoje foi um dia muito triste para nós. Perdemos um amigo, companheiro e irmão. Perdemos Irineu Elias Donini. Santa-rosense por adoção, fez deste chão a sua terra natal. Sabemos como é difícil este momento. Mas, assim é a vida. Todos nascemos e temos uma missão determinada para aqui ser cumprida. Claro, cada um no seu tempo. Estamos como passageiros com destino final, só não sabemos quando. Alguém, a poucos dias, me falou que cada um de nós temos um prazo de validade, uns mais outros menos, dependendo da missão que nos for determinada por Deus. E, assim, Irineu nos deixou, cumprindo o quem lhe foi determinado. Deixou entre nós, um exemplo de homem, pai de família honesto e trabalhador. Servidor público da mais alta qualificação, deixou sua marca pela sua simplicidade e competência. Sentiremos muito sua falta, mas lembremos de seus feitos reconhecidos deixados na comunidade e que certamente sempre serão lembrados pelos santa-rosenses.

Irineu, nasceu em Erechim e ainda adolescente acompanhou a família, vindo para Santa Rosa. Aqui cresceu, trabalhou, constituiu família. Foi um exemplar desportista. Como tal, exerceu vários cargos no seu clube do coração, o Paladino Futebol Clube, sendo então atual presidente (1994 até o momento).  Também atuou como dirigente na Associação Santa-rosense de Esporte - ASRE, na primeira metade da década dos anos 1970.

Saudosista, participava de um grupo de amigos, que periodicamente reuniam-se, para relembrar e comentar os acontecimentos vividos no período, principalmente nos anos 1950 e 1960, quando Paladino F.C.  e E. C. Aliança (clássico ALPAL) se enfrentavam, no antigo Estádio Pessegueiro, depois no Campo do 19º RCMEC e posteriormente no Estádio Carlos Denardin. Um período histórico, em que o futebol em Santa Rosa, pulsava nas veias dos moradores da cidade, que se dividia entre os dois clubes.

Nossos sentimentos aos familiares e amigos de Irineu Elias Donini, o nosso querido Neo, falecido hoje 10 de maio de 2021.

quarta-feira, novembro 25, 2020

POR ONDE ANDA

 JOSÉ LUIZ AVRELLA

(ZÉQUINHA)


José Luiz Avrella, o Zequinha, com sua esposa Marisa e a filha Marie.

JOSE LUIZ AVRELLA, nascido em 09/01/1966 em Tuparendi/RS.

Apelido   - Zequinha

Casamento - com Marisa Kaoschek,  03 filhas ( Caroline , Gabriele  e Marie)

Grau de escolaridade – 2.º Grau Completo

Como foi a infância: Nasci na localidade denominada Barracão, município de Tuparendi/RS. Sou filho de Felix e de Terezinha Chitolina Avrella.  Na minha infância, sempre estive ao lado dos meus pais, labutando na atividade agropecuária, estudando na Escola Princesa Isabel, em Barracão, até a 5.ª série, e, com 12 anos de idade  passei a estudar no colégio estadual denominado YETÊ, até os 15 anos de idade, após  no Colégio Salesiano Dom Bosco de Santa Rosa/RS., onde, por indicação professor Júlio Andreazza, participei do elenco daquela entidade educacional na modalidade esportiva Handebol e também por indicação do professor Andreazza fui direcionado ao futebol de campo. 

No futebol: Lembro de ter participado e me projetado no futebol de campo na equipe do Palmeiras F. C. da Vila Glória, de Santa Rosa/RS. Lá, jogando mais  por amor a camiseta. Meus passos iniciais, como atleta remunerado, deu-se aos 20 anos de idade, na modalidade de futebol de salão, hoje futsal, jogando pela equipe do clube Concórdia de Santa Rosa/RS. No ano de 1986, passei a integrar o time do Dínamo F.C. de Santa Rosa/RS. Tal transferência, deu-se  por indicação do professor de educação física daquele clube o Sr. Eduíno Lorentz, quando então me tornei jogador profissional de futebol de campo. No Dínamo atuei de 1986 a 1992, retornando em 1994. Sendo que na passagem fui o terceiro maior goleador da era profissional do Dínamo, com 32 gols marcados (26 em jogos oficiais e 6 em jogos amistosos). Posteriormente, joguei  nos seguintes clubes profissionais: Guarani F.C. de Cruz Alta/RS; ( 1993, 1995, e 1999); Athletico Paranaense ( final do ano 1993); São Luiz F.C.  de Ijuí/RS em parte do ano de 1994); ainda em 1994, joguei também no Rio Verde F. C., da cidade Rio Verde/GO;   em 1996 e 1997 no Palmeirense de Palmeiras das Missões/RS; no Juventus F.C., de Santa Rosa/RS (1997, 1998, 2001 e 2002); e na Chapecoense F.C. de Chapecó, SC, ( em 2000 e 2001).

O que lembra com saudade: Venho de uma família de 10(dez) irmãos, sendo 06(seis) irmãos e 04(quatro) irmãs; desde criança brincava com a bola com meus irmãos. Meu pai foi um dos principais incentivadores da pratica do esporte em nossa comunidade (Barracão).

Com 10(dez) anos de idade, iniciei a jogar futebol de campo no time de aspirantes do Nacional F. C. de Barracão, quando comecei a me destacar subindo para a equipe principal. Disputei também vários campeonatos de futebol de salão e campo por diferentes clubes amadores da nossa região.

Zequinha aos 19 anos, Campeão Municipal pelo Nacional de Barracão-Tuparendi

Com 15(quinze) anos de idade, fui convidado para disputar campeonatos pelo Clube denominado Palmeiras F. C. da Vila Glória de Santa Rosa/RS. Devido às minhas boas atuações nas posições de meia direita ou meia esquerda, ajudei nas conquistas de vários campeonatos, inclusive regionais.

Campeão Regional pelo Palmeiras do Bairro Glória de Santa Rosa.

Curiosidades: Quando estudava na cidade de Tuparendi/RS., no Colégio Estadual  Yeté,  com 14 (quatorze) anos de idade, me destaquei como atleta na modalidade esportiva denominada Handebol, onde despertei interesse do professor Júlio Andreazza, que à época integrava o corpo docente do Colégio Salesiano Dom Bosco de Santa Rosa/RS., quando então passei a integrar as equipes daquele educandário. Para tanto  em contrapartida me deram emprego e os estudos grátis. Mas, logo o professor Júlio, percebeu  que o meu esporte era outro e passou a me  incentivar para que me inclinasse para a pratica do futebol, vez que na sua visão eu iria me dar bem nessa modalidade.

Sempre mantinha um relacionamento maravilhoso com a torcida de todos os clubes que passei. Essa identificação com a torcida era sem dúvida em razão da minha doação, respeito e entrega total na defesa da camisa que estava vestindo.

Sempre tive facilidade para chutar com os dois pés - embora preferencialmente destro. Mantinha também um bom tempo de bola no cabeceio, fatos que me ensejaram fazer vários gols, em todos os clubes que passei.  

Como agricultor, trabalhei desde os meus 06(seis)  anos de idade, por isso e por uma  boa alimentação, sempre tive um bom condicionamento físico. Por ter muita resistência física e desempenhar dupla função em campo de jogo, ora como criador, ora como  marcador, passaram, no linguajar dos boleiros,  a me incluir no rol dos denominados “ carregadores de piano”.

Sempre tive um relacionamento muito forte com a comunidade de Barracão, onde nasci, e comecei a jogar futebol e onde ainda nos dias de hoje permaneço residindo e jogando futebol. Fiel, aos incentivos do meu pai, permaneço valorizando as práticas esportivas.

Como gratidão, também vai registrado a especial  homenagem ao meu avô materno,  um dos maiores fãs e torcedor que eu tinha. Sabia tudo ao meu respeito, escutava todos os meus jogos e programas esportivos que falavam do clube que eu jogava e quando não conseguia escutar o meu jogo, nunca dormia antes de eu chegar para falar com ele sobre os lances do jogo, queria saber  se havia perdido, vencido e se eu tinha feito gol. Frisava sempre que não tinha coragem de assistir um jogo meu, porque, segundo ele, o deixaria muito nervoso e como torcedor apaixonado não suportaria a pressão do jogo.

Relembrando e agradecendo, aos técnicos que me orientaram - registro os nomes de Nenê Zorzan, Cassiá Carpes, Vacaria, Indião e Soni Welke e mais uns dez nomes que com o passar do tempo já não lembro mais dos nomes, porém, mesmo no anonimato, deixo aqui os meus agradecimentos. 

Jogou em que posição?  Como atacante, joguei na meia direita ou na meia esquerda.

Clube(s) pelo qual torce.) S. C.  Internacional de Porto Alegre.

Continuo morando no Lajeado Barracão, município de Tuparendi/RS.

Mantem atividade relacionada com o esporte? Continuo jogando minhas peladas e incentivando os jovens.

Já foi treinador, dirigente ou algo similar? Não

O que faz atualmente? Como atividade econômica na agropecuária.


Zequinha no Tabajara A.C. de Tuparendi.

Nacional FC de Barracão. 
Zequinha é o ultimo agachado à esquerda da foto.
Campeã de 1991.














No Guarany de Cruz Alta, Zequinha é o segundo agachado, da esquerda para a direita.

No Palmeirense de Palmeira das Missões, Zequinha, 
é o quarto agachado da esquerda para a direita.


Juventus Atlético Clube de Santa Rosa. 
Zequinha é o ultimo atleta agachado à esquerda da foto.


                          Zequinha, no Juventus em 1997, ao lado do companheiro Jorjão.

Na Chapecoense, Zequinha e o primeiro agachado da esquerda para a direita.
Jornal A TRIBUNA DO PARANÁ,  anunciando a contratação de Zequinha pelo Athletico Paranaense.