sábado, agosto 06, 2011

Fatos & Fotos Antigas - Parte VI

Olá! Voltamos com as historinhas inéditas do nosso futebol. Agora com a Parte VII. O nosso contador, Sr. Jayme, continua nos repassando suas histórias, fatos e fotos de seu acervo que nos são enviadas para divulgação neste blog.

1 - GOLEADA

Consta que, logo depois do Aliança sair campeão estadual, naquelas rodas de amigos que gostosamente acontecem nas cidades do interior, alguém do Paladino contestou a potencialidade do Aliança e daí para amarrarem uma partida foi um pulo.

O Paladino estrearia um novo atleta vindo para cá com fama de um grande zagueiro. Chegou na terra depois de fazer um curso em Belo Horizonte da função que desempenhava como fiscal sanitário.

A partida aconteceu no domingo seguinte. Nem bem iniciara e o Aliança já marcou o primeiro gol. Dada a saída retomaram a bola e seguiam o mesmo caminho, quando Benito, goleiro do Paladino, cunhou a expressão: lá vêm eles!

E eles continuaram se vindo, até fazerem o décimo sexto gol. Final: Aliança 16 x Paladino 0.

Alguém do Paladino segredou-me que a derrota deveu-se a dois jogadores que deram ouvidos a uma cantada do Patrono Berta e “amoleceram”. Seus nomes? Deixa pra lá!

Registro fotográfico - EC Aliança - 1959.



2 - NOLAR KRUEL

Pai de Dário, David, Luiz Carlos (Tota) e José Emilio (Tuca) – estes dois últimos, dirigentes do DÍNAMO – de seu casamento com a dona ROSINA, apareceu em Santa Rosa, segundo penso, vindo de Três de Maio.

Morava na Avenida Santa Cruz, defronte ao Clube Cultural, num casarão de madeira.

Nós da piazada nos reuníamos por ali para traquinagens da infância e por certo, jogar bola.

Teve a idéia brilhante de nos organizar em time ao qual deu o nome de Oriental, o mesmo da equipe da, então Vila, de onde viera. Cada um de nós comprou uma camisa banca e recebemos, com certeza, confeccionados por dona Rosina, um escudo redondo de cor verde com a inicial do nome do time, que desbotou na primeira lavada.

Reuníamo-nos e treinávamos perto de nossa casa, na rua que passa ao lado do Cultural, quase na esquina com a Av. Santa Cruz.

Era com espírito de grupo e para aprendermos atitudes corretas, como respeito às regras do jogo e da convivência entre os iguais.

Registro fotográfico - Dínamo F.C. em 1981



3 - FLAMULA DO JUVENTUS

Como alguém já disse nosso empenho, nosso esforço, nosso ideal era o Juventus Atlético Clube.

Cada um colaborava de acordo som sua capacidade.

Dentre nós, havia um menino DALMO DOS SANTOS, que adorava historinhas infantis e tinha facilidade para desenhar.

Inspirando-se no Zé Carioca do Walt Disney, confeccionou nossa flâmula com a imagem estilizada desse personagem do mundo encantado.

Vê-se nosso periquito, dando uma baforada num charuto, em pose de malandro, apoiado num guarda-chuva.

Acima, o distintivo e o desenho sob o fundo verde e listras vermelhas em toda borda.

As maletas de massagem também traziam o mesmo emblema.

Registro fotográfico - Flâmula do Juventus e maleta.



4 - LAURO FENNER

Por ser meu primo, na juventude privei muito com Lauro Fenner, tendo sido até seu co-piloto quando, a serviço do CORTUME FENNER em viagem de um caminhãozinho até o Curtume Basso, em Santo Ângelo.

Nunca soubera que jogasse futebol, mas, tal, deveria saltar aos olhos, tendo em vista que estudara no Colégio Marista, ma capital missioneira, envergando, talvez, a camiseta do Tuiuty, a mesma que o Juventus usou quando de suas primeiras partida.

Era centroavante goleador e, como tal, logo despertou outros interesses, tendo se transferido para o Paladino.

Com o passar do tempo, foi rebaixado de categoria, mas, nos aspirantes tornou-se penta-campeão.

Deixou a titularidade no Juventus, para ser reserva no coirmão, conquistando títulos no Paladino, títulos que, jamais conseguiria no seu ex clube..

Tal qual ninguém conseguiu.

Nós jogávamos, apenas, por amor a arte e à camiseta, crendo piamente no lema olímpico do Barão Pierre de Coubertin: “o mais importante não é vencer, mas participar”...

Registro Fotográfico - Lauro Fenner


5 - ENCONTRO NO RIO

Paulo Araujo e Ruy Araujo Graffunder são primos, contemporâneos, e jogaram futebol aqui.

Paulinho sempre no Juventus. Ruy no Paladino, Juventus e Gemayer. Por motivos insondáveis a vida os afastou.

Um foi trabalhar e estudar em Porto Alegre. Outro trilhou o mesmo caminho, indo, porém para o Mato Grosso.
Como ambos entraram em Faculdade, Ruy em Direito e Paulinho em Educação Física, ocorreu dos dois serem convocados para integrar a seleção dos respectivos Estados, para os jogos do Campeonato Universitário Brasileiro, promovido pela CBDU em maio de 1959.
O sorteio indicou para o Estádio Caio Martins, o embate entre gaúchos e matogrosenses. Mesmo que um ignorasse a presença do outro no confronto, para surpresa dos dois a vida que os separara permitiu um encontro nessas circunstancias em Niteroi-RJ.

Registro Fotográfico - Encontro de Rui e Paulo Araújo no Estádio Caio Martins em Niterói.


6 - FAMILIA MAICÁ

Dentre os amigos do meu pai, mesmo porque ambos trabalhassem como serventuários de justiça, lembro de Apolônio Maicá, pai do Rubem e tio dos afamados astros regionalistas, irmãos Adelchi e Cenair Maicá, por demais conhecidos. Quero, entretanto falar sobre o Rubem que vi surgir jogando no Aliança.
Como o time do seu Berta só tinha craques estranhava-se que jogasse com os astros.
Jogador limitado, é certo, mas de um esforço e de um empenho a toda a prova.
Era daqueles jogadores que pouco apareciam para a torcida. Mas, era, também, daqueles que todos os técnicos, dizem e repetem:: esse jogaria sempre o meu time.


Registro Fotográfico - Rubens Maicá

7 - ÁTILA WEBER

Eu já tinha dado por terminada a tarefa a que me propus, - escrever algo sobre esportes de Santa Rosa - na época em que era guri, na de que o pratiquei e, depois, lembranças que me ocorreram.

E, já estava fechando a página das recordações quando me lembrei de uma pessoa que deveria obter um destaque na vida esportiva da terra, não só por sua militância – termo que não se usava - mas, também por sua garra, vontade, tenacidade e o que mais sejam para enaltecer os méritos dessa pessoa.

Lembro-me dela, primeiramente, nas competições esportivas ao ensejo da data consagrada aos operários.

E junto da do recuerdo deste, vem-me, também, à memória um, de seus companheiros de luta e competição que enfrentava também todo e qualquer obstáculo que se lhe aparecesse.

Vêm-me à retina esse chamado, dito com amplificador de voz ou sem ele: “salta Átila: prepara Erasmo”.

Num local improvisado para competições, nos fundos da sede dos operários, num casarão de madeira, velho, na Av. Rio Grande do Sul, quase na frente da casa da Xuxa

Pois meu amigo Atila Weber que vi e assisti defendendo ardorosa e apaixonadamente o Aliança, talvez, na sua maneira de ser e agir em prol de seu time, tenha feito,.quiçá, mais que Pìnicilina, sem dúvida alguma dos mais completos atletas que o Rio Grande não conheceu como deveria e merecia.

Registro Fotográfico - Átila Weber


"Ao amigo ATILA, meu respeito, minha admiração e aponto-o como paradigma. s que quiserem ser exemplo para seus iguais.

8 - CABAÇO

Alemão Araujo, embora nunca tenha sido um craque,figurou mais como mascote, musico e vocalista de OS TREMENDÕES, formando-se em medicina e como radiologista pediátrico trabalhando no Mãe de Deus e no Hospital da Criança Conceição Aficionado pelo futebol, como guri atuou no mirins do Juventus.

Um dia, almoçávamos, toda a família junta, como era de lei, quando o Alemão, dirigindo-se ao nosso pai disse: - pai, tem que vê. Apareceu hoje no nosso treino um guri que vai dar o que falar. Chama-se Cabaço e o senhor tem que ver... vai pra frente... vem pra trás, pra frente e pra trás! O pai falou: - tão bom Alemão, depois a gente fala.... Mas ele contou, mais uma vez as qualidades exponenciais do Cabaço: - pra frente.... prá trás.... pra frente... pra trás... . Não para nunca!

Registro Fotográfico - Paladino 1960.



9 - EXCURSÃO A LEANDRO NICEFARO ALÉM


Em determinada oportunidade veio servir em Santa Rosa, um habitante de Leandro Além, cujo nome não me ocorre, atendia pelo apelido de Alemão.
"Hospedava-se na casa de um tio que também apareceu no esporte, - PEDRO BERTUOL -jogando de zagueiro no Ipiranga e depois foi arbitro tão bom como todos que fazem parte da ‘ LEGIÃO DOS FILHINHOS DA MÃE”, a mais conhecida associação dos que recebem impropérios em todas as partes do mundo.
O Alemão engendrou uma partida do Juventus em sua terra natal. O jogo, devemos ter ganhado, pois a foto com a taça.
O complicado foi a travessia do Uruguai.Ao entrar na barca o ônibus da empresa Cuneghatto, errou o bote e caiu n’água.O Capa, zagueiro do Paladino, jogou-se no rio para salvar a bagagem – malas – que despencavam da parte superior do coletivo, onde era o bagageiro.
O mais preocupado era o Robson Andrade que gritava “a vermelhinha é minha”. Isto porque nela estava um barbeador elétrico a ultima novidade da tecnologia,que fora presente da namorada.
Para muitos essa foi a “pior viagem”
O retorno de Porto Mauá, via Uruguai até Porto Lucena, à noite e com neblina. Em Porto Lucena, embarcou-se num caminhão dormitório de carregar porcos.
Chegou-se pela manhã em Santa Rosa, dando tempo só de trocar de roupa e partir para o trabalho.

Registro Fotográfico - Torcida Feminina.

10 - PREPARADOR DE GOLEIROS

No mês de junho de 1991, O Prof. Ruy Carlos Osterman, anunciava em sua coluna que Paulo Zenni Araujo, que fora se colega na TVE havia assumido as funções de preparador de goleiros do Grêmio Porto alegrense.

Para o Paulinho era uma baita conquista (foto acima).

Poria em pratica o que aprendera jogando na posição e os conhecimentos teóricos adquiridos na Escola de Educação Física.

La estava ele, alegre e feliz com sua nova missão dentro do clube de seu coração.

Como nos cargos em futebol a gente dorme com ele e acorda sem ele, por motivos não esclarecidos foi dispensado.

Como já estava beirando os sessenta, mas, em plena capacidade física, mexíamos com ele que, com essa idade, não poderia se sair bem pois seus chutes já não eram mais os da maturidade plena , necessários para treinar goleiros.

Ele, porém, até hoje propala que de suas mãos saíram, Danrley, para e meta do próprio Grêmio, Emerson para o Bahia e Murilo para o Fluminense.

Aguardem! Em breve mais historinhas.

quinta-feira, agosto 04, 2011

Donovan

No Voltaço, meia afirma estar preparado para jogar.

Recém contratado pelo Volta Redonda, o meia Donavan, ex-Juventus Santa Rosa (RS), já fez o seu primeiro treino coletivo, na última quarta-feira, sob o olhar atento do técnico Dário Lourenço. O jogador disse estar preparado para jogar no sábado, quando o Tricolor de Aço recebe o Vila Nova (MG), pela Série D do Campeonato Brasileiro.

- Vou conversar com a direção para ver o que eles podem fazer para me deixar a disposição do Dário Lourenço. Se a documentação estiver pronta, eu estou preparado para jogar. Eu já vinha jogando no Juventus e o meu condicionamento físico não será problema – disse o meia, ao LANCENET!

Durante os 50 minutos de coletivo, Donavan correu, marcou, chutou e arriscou alguns dribles. O jogador treinou entre os reservas e na equipe principal. Donavan disse que vai procurar se entrosar o quanto antes para vestir a camisa Tricolor.

- Estou chegando agora. Tentei da melhor forma possível me movimentar, procurar fazer as jogadas com o pessoal e tentando se entrosar o máximo possível. Espero conseguir me acertar com o Dário e poder desempenhar o meu futebol para ajudar o Volta Redonda – acrescentou.

A documentação de Donavan foi enviada à Confederação Brasileira de Futebol (CBF), e a sua presença no time do Volta Redonda dependerá da liberação da entidade, e claro, do técnico Dário Lourenço.

Fonte: Esportes O POVO

quarta-feira, julho 27, 2011

Melhorias no Carlos Denardin

OBRAS SEGUEM EM GRANDE RITMO


Obra de reforma e construção no Estádio Carlos Denardim está sendo realizada em grande ritmo. “Todas essas obras irão melhorar a infraestrutura do Estádio, proporcionando assim, a vinda de mais jogos e entretenimento para o município”, disse Orlando.

O investimento de R$ 331 mil é do Governo Federal, através de articulação da Deputada Manuela D’Ávila e contrapartida da Prefeitura de cerca de R$ 16 mil. A obra contemplará reforma e construção do vestiário do time visitante, túnel de acesso ao campo, construção da casa de proteção aos reservatórios, bomba de recalque, arquibancadas, vestiário dos juízes, cabines de TV’S, drenagem do Estádio e a separação das torcidas.

Depois do encerramento da Segundona 2011, a diretoria do Juventus de Santa Rosa se reuniu e decidiu não participar da Copa Laci Ughini, principal competição do futebol gaúcho no segundo semestre. Segundo o vice-presidente do clube, Ângelo Zeni, a ideia é colocar as contas do clube em dia para conseguir preparar uma equipe competitiva para a disputa da competição do ano que vem. Além disso outro motivo são as obras no estádio Municipal Carlos Denardin para reforma de vestiários e arquibancada. "A construção iria prejudicar a presença do público nos nossos jogos, ou teríamos que jogar algumas partidas com portões fechados ou em outra cidade. Isso prejudicaria muito a nossa renda" completa Zeni.

A cidade não ficará totalmente sem futebol no segundo semestre. A equipe sub-17 do Juventus irá disputar o Gauchão da categoria que inicia no próximo mês.

SUB 20
O Juventus já se prepara para organizar, em conjunto com a prefeitura de Santa Rosa, mais uma edição do Campeonato Brasileiro SUB-20. Nos dois últimos anos a cidade sediou um grupo da competição e foi considerada a melhor organização entre todas as sedes.

terça-feira, julho 26, 2011

FATOS & FOTOS ANTIGAS PARTE V

FATOS & FOTOS ANTIGAS - PARTE V

Olá! Estamos voltando com as historinhas inéditas do nosso futebol. O nosso contador, Sr. Jayme, possui um enorme repertório, digamos assim,
de fatos em que estão registrados em sua memória e que estão sendo escritas e que a conta gotas, estamos divulgando neste blog.


1 . Do Campinho da Igreja

Alguns atletas, como Penicilina, Lothar, Jayme e Paulo, ensaiaram seus primeiros passos, no futebol, num campinho que havia ao lado da Igreja Luterana, quase na esquina da Avenida Santa Cruz, com a rua Cruz Alta, hoje Fernando Ferrari.

Com o passar dos tempos dois deles foram parar no Juventus, um, no Aliança, Penicilina e, outro, no Paladino.

Quando se encontraram pela primeira vez, por seus times- dois desses - a um faltava experiência e o outro era metido a malandro. Driblou o zagueiro varias vezes, junto ao canto do escanteio. Sofreu, como pena, ser sacado de campo, pelo seu treinador.

Depois desse episódio, o centro avante jamais ganhou uma jogada que fosse, quando marcado por esse zagueiro.

Na foto Lothar (Patrola) junto com Airton, zagueiro do Grêmio, num amistoso em Santa Rosa.

2 . MAIS UMA DO SEU ZECA

O nosso personagem, não sendo da terra, tinha por habito assar um churrasquinho, nos domingos. Conta um neto seu que sempre o ajudava nessa lida, ter perguntado uma vez: - Vovô! Quanto tempo leva para que o churrasco esteja pronto?

Ao que o avô respondeu, já sorvendo uma caipirinha:

- Quando eu terminar toda a Invencível (cachaça fabricada na cidade).

Diz o neto que o avô se passava do ponto, às vezes, deixando a carne queimar, ia dormir não participando do almoço!

3 . Décinho

Esse nome, no diminutivo, deve causar pouco interesse. Mas se dissermos de quem se trata os saudosistas lembrar-se-ão de um dos maiores jogadores, por aqui nascidos e que, por essas coisas da vida, nunca aceitou um convite para jogar fora.

Jamais abandonou a querência. Apareceu, se bem me lembro, no Duque, um time formado por militares. Assim que esse fechou, foi convencido por Severino Grechi a defender as cores do Juventus. Daí foi para o Paladino, quando lhe conseguiram um emprego na Companhia Estadual de Energia Elétrica. Atuou, ainda, no A

liança, por vários anos, conquistando,dentre outros, o titulo de heptacampeão citadino.

4 . NEY SILVA

Entre 1951 a 1960 veio trabalhar em Santa Rosa, como integrante dos quadros da Policia Civil, cuja Delegacia ficava nos fundos da Prefeitura Municipal, junto à Avenida Rio Branco, um cidadão, muito distinto, jovem que tinha o nome de Ney Silva.

Constava, mas não se sabia ao certo, que jogara no Esportivo de Bento Gonçalves.

Estreou, como ponta esquerda no Paladino e revelou-se um dos jogadores mais completos que a cidade já vira.

Foi transferido para Pelotas e lá atuou, na mesma posição, pelo Farroupilha, integrando o time que conseguiu ser vice-campeão estadual, em 1959, formando num ataque dos mais efetivos do futebol gaúcho.

5- ASPIRANTE A TITULAR

Certa feita o Paladino foi a Cerro Largo, para enfrentar ao Aurora F. C.

Fez parte da delegação, como convidado de um tio seu, que era presidente, um moleque que tinha uns 10 anos. Recebera antes, de presente, de um primo que jogava no time, uma camiseta listrada, vermelha e branca. Antevendo a possibilidade de alguns atletas se lesionarem e de o clube ficar sem numero suficiente foi previdente: por baixo da camisa normal, vestira a camiseta referida, para atuar no caso de precisarem.

6. CAMPO DO AURORA

Na qualidade de torcedor do Paladino fiz parte de uma excursão, quando este clube e o Aurora travavam duelos memoráveis. Para minha surpresa, o campo (?) era numa praça, numa elevada, no centro da cidade, defronte à igreja e junto a um seminário. Como essas quadras tem, normalmente, 100x100m, sobrava pouco espaço para o terreno, de terra, como diz o nome. Ficava situado no alto, havendo desnível, principalmente, nas laterais. Se a bola por aí saia era necessário o auxilio de um transeunte para devolvê-la para o jogo.

7 - REFUGIADO POLÍTICO

Como o Kolecza nos reveloum tivemos em Santa Rosa, um refugiado político, que jogou, com destaque no Paladino. Seu nome ALBERTO SAMANIEGO. Conhecido pela alcunha de Paraguaio. Apareceu e Santa Rosa em fins da década de 40, foragido.

Havia se envolvido numa encrenca política, cabeluda. Um golpe de estado sob as ordens de ALFREDO STROSSNER, amigo de infância na cidade de Encarnacion e seu Tenente na Guerra do Chaco (contra a Bolívia).

Quando Strossner tomou o poder em 1955, mandou chamá-lo e deu-lhe o posto de Primeiro Sargento.

Com a família se foi para lá, mas deu-se mal.

A disciplina era rigorosa demais para quem já gostava de uns tragos a mais.

Voltou para os pinceis e broxas, em Santa Rosa.


8 - O ZAGUEIRO CLAUDIO

Quando o Cap. Teté estava como treinador do Nacional Futebol Clube da Chácara das Camélias, em Porto Alegre, foi providenciada a vinda de vários jogadores do Flamengo, dentre esses CLAUDIO que veio junto com craques que depois foram destaque no Inter, como Florindo,Luizinho e Bodinho.

Depois de atuar pelo Nacional o ferrinho transferiu-se para Santa Maria e integrou o Interzinho. Tempos depois, já como funcionário dos Correios e Telégrafos, foi-lhe arrumada colocação em Santa Rosa, para jogar no Paladino, o que fez com muito destaque. Era um jogador alto, delgado, excelente zagueiro, tendo igual desempenho como centro avante.

9 - A família Araújo, sempre esteve envolvida com o Juventus.

Há um, CEOBIS JOSÉ ARAUJO, que, tendo vindo muito jovem, para estudar em Porto Alegre e por estar o Juventus licenciado não teve ocasião de nele atuar.

Em Porto Alegre exibia-se no time do aterro, atual Parque Marinha do Brasil, onde, arrancando pela esquerda dizia: - lá vai Lumumba!

Jogou por vários times de futebol de salão, dos quais muito se orgulha. Juntamente, com Beiço, Aramis e Neto dentre outros, diz ter feito parte da melhor equipe de Futsal da terrinha nos anos 60.

Sendo oficial R/2 em estagio, atou no Alvorada integrado por subalternos seus.

Mesmo não tendo ficha na Federação, conta, dentre suas façanhas no futebol:

Fez parte do Big Boys, time de férias dos estudantes da cidade, que jogavam por cervejas. Isto ocorreu em Panambi, onde foram recebidos pelo conterrâneo Ivar Ruzarin.

A convite de Alceu Malman, então oficial distrital, foram disputar nos penaltys o resultado de uma competição, em Mauricio Cardoso. Diz que já havia anoitecido e os holofotes de dois fucas, serviram para clarear a goleira, a fim de possibilitar a decisão por penalidade máxima!

A historida é confirmada por Mauro Schneider que diz nela ter atuado e inclusive cobrado penalty.

10 . IRMÃOS MEDEIROS

Vendo a presença do Engo, em foto na equipe titular do Sepé Tiarajú, lembrei-me do tempo em que enfrentávamos o time dos irmãos Medeiros, num campinho junto ao Pessegueirinho, onde penso, seja hoje, o campo do Palmeiras.

Havia alem dos irmãos um amigo criado entre eles que atendia pelo apelido de Sapo. Do nosso time faziam parte, dos que me lembro, Adroaldo Liberalli, Orly Brito Vieira, Alberto Christensen e Jayme Araujo.

O Sapo “dava pau” e quando alguém olhava atravessado dizia: - vá pra o outro lado: comigo aqui tu não pega cria!

Vejo com alegria que o Dininho, foi presidente, o Aldo dirigente e o Engo titular do SEPÉ TIRAJÚ.

Voltaremos com novas histórias.

sábado, julho 23, 2011

Grêmio Esportivo Mayer

G.E. MAYER E SEU FUNDADOR WILLY KLAUS


Além de contar a história do Juventus AC, nosso blog tem o compromisso de resgatar a história dos clubes que deixaram sua marca em nossa cidade. Já o fizemos com o Paladino FC, o EC Aliança, o GE Sepé Tiarajú, Juventude FC, ASRE-Associação Santarosense de Esportes e o Dínamo FC. Com a colaboração de nosso contador de histórias, Senhor João Jayme Araújo, nesta página, resgatamos o G.E. Mayer, o clube de Willy Klaus.




Na década de 50, veio trabalhar em Santa Rosa, escolhido a dedo pelos Irmãos Mayer, para chefiar a contabilidade da empresa, Wily Klaus.Tratava a todos, subalternos e chefes, por senhor. Naquele tempo era assim!!! - Até conosco tinha esse comportamento. A sós, ria às bandeiras despregadas.
Foto: Ruy Araujo Graffunder
Viera de Santo Ângelo, onde atuava como jogador do Elite. Jogávamos com ele, quando não era necessária a ficha, para amistosos. Um dia numa reunião dançante no Cultural, as gurias de nossa torcida puseram-no contra a parede e capitulou, assinado ficha pelo Juventus.
Wily Klaus, depois de assinar a famosa ficha, quando necessário para a firma, recrutava bons profissionais na área, mas que de preferência, também jogassem futebol. Assim, contamos em nosso time, com Celso Speroto, meia direita arisco, brigador e artilheiro.. Mudou-se, depois, para Santo Augusto e não tivemos noticias dele. Veio acompanhado de Cerezer, que, se não jogava nada, nos entretinha, com seus causos e sua risada característica.
Depois de aquerenciado e dispondo de campo para treino próximo à firma, iniciou Willy Klaus um time com os seus funcionários. Salvavam-se, dois ou três, inclusive os importados.
Deixou-nos na mão transferindo-se de armas e bagagens para a agremiação da qual era dono. Desafiou-nos para um amistoso. Felizmente vencemos. Foi-se a esperança de nosso amigo....
Aficionado do futebol, jogara, em Santo Ângelo, no Elite e aqui pelo Juventus, formando depois um time da própria empresa: o Grêmio Esportivo Mayer. 
A firma, na ocasião, era uma potencia,trabalhando com laticínios, transporte e colonização do Oeste do Mato Grosso e, além da matriz, aqui, tinha filiais em Porto Alegre, Pelotas e Caxias.
Foto: Ruy Araujo Grafunder
Organizou-se um torneio em Porto Alegre. Saíram pela tarde, passaram por Soledade, onde o ônibus atolou e os atletas tiveram de fazer exercícios físicos, empurrando para tirar o veículo do atoleiro. Chegaram a Porto Alegre, no sábado, pela manhã e, logo pela tarde já disputaram a primeira “pugna“, justamente contra os da capital.
Deram azar no sorteio e sendo derrotados, tiveram que se contentar com um honroso terceiro lugar
Foto: Ruy Araujo Graffunder


O G.E. Mayer não existe mais. Fez grandes duelos com os times da cidade e da região em amistosos e campeonatos da cidade nas décadas de 50 e 60.



Quem foi Willy Klaus: Resgatando a história do G.E. Mayer, junto vem a memória do saudoso Willy Klaus, grande empresário, que colaborou muito no desenvolvimento de Santa Rosa. Trabalhou na Lacticínos Mayer, OLVEBRA e teve seu próprio negócio: uma fábrica de implementos agrícolas. Foi o primeiro Presidente da Feira Nacional da Soja, hoje uma das maiores feiras do estado do Rio Grande do Sul, Presidente da ACISAP, do Conselho de Desenvolvimento de Santa Rosa e participou da "Operação Tatu", projeto que revolucionou a agricultura na região na década de 60 e 70. Pelos relevantes serviços prestado à comunidade em 1969, recebeu da Camara de Vereadores o Título Benemerito Cidadão de Santa Rosa. Também foi Vice-presidente regional da FEDERASUL. Foi trabalhador, honesto, competente e culto. Escreveu e publicou o livro: Soja Sua Fantástica História, uma das maiores obras sobre a história da soja no Brasil.

quarta-feira, julho 20, 2011

Memórias do futebol

Há 20 anos, um clube santa-rosense chegava a Divisão Principal do Futebol Gaúcho (1991/92/93).

O alvinegro Dínamo F. C., foi o primeiro e único clube de Santa Rosa a ingressar na Divisão Principal do futebol do Rio Grande do Sul. Era 20 de julho de 1991. Já se passaram duas décadas. Não podemos apagar da memória este histórico fato no esporte da cidade. Por isso, nesta edição, vamos lembrar o grande feito, para que fique eternizado.

Dínamo FC - 1992 - Renato, Paulo Timm, Paulo Henrique, João Batista, Oneide e Salsicha. Edson Luiz, Zequinha, Bira, João Luiz e Urnau. Estádio Carlos Denardin.

Muitos jogos do Dínamo marcaram na Divisão Principal, principalmente com a dupla GRENAL. No Carlos Denardin, o Dínamo não perdeu: foram dois empates em zero com o Grêmio em jogos oficiais e uma derrota (1 x2) em amistoso e dois empates (1 a1 e zero a zero) em jogos amistosos com o Internacional.

As tardes de domingos e as quartas-feiras à noite eram de lotar o Carlos Denardin. Aliás, era o que acontecia. Caxias, Juventude, Brasil/P, Pelotas, Esportivo, Inter/SM, Novo Hamburgo, Guarani/VA, São Luiz, Aimoré, Glória, Lajeadense, São José, Ypiranga, São Paulo, Passo Fundo, Guarany/CA, Taguá e Santanense, eram adversários fortíssimos, mas em casa o Dínamo era imbatível. Em 1991, chegou a liderar o campeonato gaúcho por algumas rodadas no 1º turno. Num domingo à noite quando Léo Batista, da Rede Globo, apresentava os Gols do Fantástico, com sua voz marcante, anunciava “o líder do campeonato gaúcho é o surpreendente Dínamo de Santa Rosa”. Foi uma glória. O Brasil todo conhecia a força do Dínamo.

O jornal Zero Hora, do dia 03/09/1991, destacava em matéria: “Dínamo a felicidade de um líder: Em Santa Rosa, tudo é alegria na liderança do Gauchão. E a torcida cada vez mais apóia o time vitorioso do Dínamo.” Na mesma reportagem, o técnico Nenê Zorzan, disse: “Foi um dia especial para mim e para toa a equipe. Afinal, tocar 3 a 0 no Lajeadense e assumir a liderança do Gauchão, não é todo dia que acontece.” Beto e João Luiz chegaram a liderar por algumas rodadas a tabela de artilheiros. Em 19/05/1992, em Zero Hora: “Líder Dínamo apresenta oito pontos em cinco jogos disputados.” E, tem mais, ZH em 28/08/191: “Aimoré e Juventude no caminho dos líderes Lajeadense e Dínamo.” Os dois se defrontaram no Carlos Denardin, no domingo seguinte: 3 a 0 para o Dínamo que assumiu isoladamente a liderança e Zero Hora em 02/09/91, na 2ª feira larga a seguinte manchete: “Dínamo dá goleada e assume como líder”. Lembrete; o centro-avante do Lajeadense era Gelson Conte, atual técnico do Juventus, que foi o goleador do Gauchão em 1991 com 16 gols e o centro-avante do Dínamo era Beto Campos, hoje técnico que levou o Avenida ao titulo da Segundona neste ano. Lauro Quadros, na sua coluna, relata: antes do jogo o técnico Gilberto Machado, cotucou com vara curta: “O Lajeadense só é surpresa pra quem não o conhece”. Depois, Dínamo 3 x Lajeadense 0. E, dizia mais: O Dínamo com oito pontos em dez, tem 80% de aproveitamento. Ainda, em 1991, o Correio do Povo: “Os líderes do Gauchão 91: Dínamo, o melhor até o momento.” Em 19/05/1992, em Zero Hora: “Líder Dínamo apresenta oito pontos em cinco jogos disputados.” Referindo-se a Copa Cleber Furtado, disputada no 1º semestre. O recorde de publico no Carlos Denardin ocorreu em 11/09/1991, no empate em zero com o Grêmio com publico de 7.576 pagantes (Correio do Povo de 12/09/91).

Mas o Dínamo também teve seus revezas no Gauchão: Somou duas derrotas por goleada no Beira-Rio: 3 a 0 e 4 a 0. Em 14/10/91 ZH tem a manchete: Inter se recupera com goleada sobre o Dínamo.(3 a 0). Com o Grêmio jogou duas vezes em casa, empate em zero a zero. O maior revez, no entanto, sofrido pelo Dínamo, foi em 1993, mergulhado em crise financeira, não conseguiu se manter na Divisão Principal, sendo rebaixado. Ainda disputou a Segundona em 1994 e acabou fechando as portas em 1995.

O jogo da história: Embora houvesse grandes jogos na Divisão Principal, o maior e mais importante, foi o disputado com o São Gabriel, no Estádio Sílvio de Correa Farias, na manhã chuvosa do dia 20 de julho de 1991, às 11 horas. Um empate bastava para o Dínamo classificar para disputar a 1ª Divisão ainda naquele ano. Mas, aos 42 minutos do 2º tempo, João Luiz, o maior goleador da história profissional do Dínamo, faz um a zero. Para esta conquista o grande técnico Nenê Zorzan usou os seguintes jogadores: Lamar; Paulo Tim, Sando Blum, João Batista e Paulo Henrique; Rogério Manta, Classmann (João Luiz) e Zequinha; Edson Luiz (Góia), Beto e Sandro Gomes. O árbitro do jogo foi Silvio Oliveira. Houve muita festa em Santa Rosa. A delegação foi recepcionada na RS 344, seguido de carreata pela cidade e após uma grande festa no Ginásio João Batista Moroni.

Com este resultado o Dínamo foi Campeão de sua chave e foi disputar o título da Copa com o Taguá de Getúlio Vargas. No primeiro jogo naquela cidade o placar foi de 2 a 0 para o Taguá. No segundo jogo, com casa lotada, o Dínamo não conseguiu reverter o placar para ser campeão: zero a zero. Ficou com o vice-campeonato. Mas, a vaga no Gauchão já estava garantida.

Fizeram parte da conquista em 1991: Goleiros: Lamar, Nelson e Danilo. Laterais: Paulo Tim, Paulo Henrique, Marcelo. Zagueiros: João Batista, Salsicha, Góia e Sandro Blum. Meio-campo: Rogério Manta, Classmann, Zequinha, Gilson, Zéio e João Luiz. Ponteiros: Elemar, Lica, Edson Luiz, Sandro Gomes, Sadi, Pipoca e Martins. Avantes: Vandenir, Beto, Joel Nunes e Soares.

Comissão Técnica: Treinador: Nenê Zorzan. Fisicultor: Soni Welke. Médico: Dr. Estanislau Acosta Medina.

Diretoria: Presidente: João Amaro Heck. Depto. De Futebol: João Luiz Gruber, Ilário Siebert, Elton Zulke.

Por três anos (1991/92/93) o Dínamo disputou o Campeonato Gaúcho da Primeira Divisão. Era muito respeitado pelos adversários. Possuía muita garra e determinação. No Estádio Carlos Denardin dificilmente era batido. Deixou sua marca na história do futebol do Rio Grande do Sul.

Fundação: O Dínamo F.C. foi fundado em 20 de setembro de 1970, tendo como sócios fundadores (Estatuto): Neuri da Costa Brun, Hilário Zorzan, Nelson Schmidt, Mario Alberto Preste Cardoso, João Alberto Fagundes, Airton Prado Schmidt, Pedro Assis Pinheiro, Luiz Carlos Kruel, João Adão Marques Mousquer, José Emilio Kruel, Bartolomeu Neis, Antonio Carlos Alves, João Gomes de Carvalho. No seu primeiro estatuto conta como finalidade, proporcionar a difusão do civismo e da cultura, a pratica de esporte, entre outros o futebol, sendo este de caráter amadorista.

Primeiramente disputaram jogos amistosos, depois campeonatos municipais e regionais, mais tarde estadual de amadores. As aspirações se tornaram maiores. Em 1986, veio o profissionalismo com a Segundona. Mas, o objetivo era chegar à Divisão Principal, hoje Primeira Divisão. E, chegou em 1991.

Todos os Presidentes tiveram importância na historia do clube, mas, destacamos dois, pelos feitos e pelas campanhas: José Emílio Kruel que levou o clube ao profissionalismo em 1985 e foi presidente até 1988, liderando o clube nas campanhas memoráveis de 1987 e 1988; Amaro José Heck que levou o Dínamo para a Divisão Principal em 1991 e que continuou no cargo até 1992.

Grandes campanhas: Destacamos três: em 1987, quando por detalhe, com uma equipe modesta, mas competitiva, quase chegou lá, ficou em 3º lugar, atrás com um ponto a menos, do que o Guarany de Cruz Alta e o Aimoré. Em 1988, faltaram dois pontos. Subiram Gloria e Novo Hamburgo. A melhor campanha foi em 1991, quando subiu para a Primeirona, com o vice-campeonato da Copa Aneron Correa de Oliveira.

Presidentes: 1.Derli Martins 2.Geraldo N. Silva 3.Neuri da Costa Brun 4.Mário Prestes 5.José Emilio Kruel (1984 a 1988 e 1993) 6.Wily Gonçalves Dias (1989) 7.Antonio Carlos Borges (1990) 8.Amaro José Heck (1991/1992) 9.Telmo J. Werlang (1993) 10.Cid Olivério Borges (1994)

Conquistas: 1979 – Campeão da Copa Cidade de Santa Rosa. 1980 – Bicampeão da Copa Cidade de Santa Rosa. 1981 – Tricampeão da Copa Cidade de Santa Rosa. 1980 – Campeão Invicto Regional. – Campeão da Região Missões – 1ª Fase 2ª Divisão gaúcha. 1987 – Campeão 1º Turno 3ª Fase Região Norte Missões 2ª Divisão Gaúcha. 1987 - Campeão 2º Turno 3ª Fase Região Norte Missões 2ª Divisão Gaúcha. 1988 – Campeão da região das Missões B, 1ª Fase 2ª Divisão gaúcha. 1988 – Campeão das Missões AB 1º Fase 2ª Divisão Gaúcha. 1989 – Campeão da Região Missões AB 2ª Divisão Gaúcha. 1991 – Campeão da Série C Grupo 1 Copa Aneron Correa de Oliveira. 1991 – Vice-campeão Estadual da Copa Aneron Correa de Oliveira. 1992 – Campeão da Copa Cleber Furtado Grupo 4 Campeonato Gaúcho Divisão Principal. 1995 – Campeão Regional de Futsal JIRGS São Martinho. 1995 – Vice-campeão Regional Futsal JIRGS Cruz Alta. 1995 – Campeão regional de Futsal em Santo Cristo.

Os doze maiores goleadores, jogos amistosos e oficiais na era profissional 1984-1994: 1 . João Luiz - 48 gols. 2 . Beto, - 35 gols. 3 . Zequinha – 32 gols . 4 . Edson Luiz – 30 gols. 5 . Paulo Tim – 40 gols. 6 . Toninho – 21 gols. 7 . Salsicha – 21 gols. 8 . Lica – 18 gols. 9 . Givanildo – 15 gols. 10 . Vandenir – 13 gols. 11 . Cezar Micuim – 11 gols. 12 . Joel Nunes – 10 gols

Jogos amistosos na era profissional 1984-1994: Foram disputados 48 jogos, sendo 31 vitórias, 10 Empates e 07 derrotas: 104 gols pró, 28 gols contra e 76 gols de saldo.

Jogos oficiais na era profissional 1984-1994: Foram disputados 309 jogos, sendo 122 vitórias, 97 empates, 90 derrotas, 330 Gols pró, 253 Gols contra e 77 Gols de saldo.

Comemoração

Paladino comemora 65 anos de fundação

O encontro com o objetivo de homenagear os atletas da Sociedade Esportiva Paladino Foot Ball Club, um dos primeiros clubes de futebol de Santa Rosa, foi realizada no sábado, 16 de julho.

O evento também comemorou os 65 anos do Clube. Paulo Madeira, um dos idealizadores do evento e presidente do Clube, lembrou de alguns momentos que o clube viveu. Fatos históricos que marcaram o time foram lembrados pelos ex-jogadores. Outro fato comemorado e de grande importância para a sociedade santa-rosense e regional é a obra social mantida pelo esforço dos paladinenses, a Associação dos Alcoólicos Anônimos de Santa Rosa.

O objetivo do encontro foi, além de resgatar a história, homenagear alguns dos jogadores que fizeram parte da história do Clube com uma medalha de mérito desportivo. No encontro, que aconteceu na sede do Paladino, estiveram presentes ex-jogadores, fundadores do clube e amantes do futebol.

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