sábado, 27 de agosto de 2011

Destaques


Iniciamos, hoje, uma nova coluna destinada a contar a vida esportiva de conterrâneos nossos que se destacaram no Brasil e no mundo. Como, no programa dominical O FANTASTICO, quem faz dois gols tem direito a pedir a música, Wilson Codinotti, nos relatou a vida futebolística de seus dois irmãos ALMA DE GATO e JAIME. Por esse motivo, num gesto de gratidão contamos, também, a sua própria historia
1 . WILSON CODINOTTI

Trabalhou com João Macluff no Banco do Estado recebendo 80,00 reais e sua atividade era carimbar papéis. Pintou como jogador de futebol.
Jovem jogou no Paladino, quando o técnico era Orestes Andretta. Aos 16 anos, como voluntário, incorporou ao Exército. Quando incorporado foi emitida uma portaria pelo Ministro da Guerra proibindo a participação de militares em clubes civis, que vigorou de março de 45 até abril/maio de 49.
Durante 4 anos não pode praticamente praticar o futebol e acabou “perdendo o ritmo de jogo
Jogou no Duque de Caxias um time de militares fundado pelo Major Waldir, no Ipiranga e no Paladino, onde foi inclusive treinador.
No Duque excursionavam à Argentina, principalmente a Oberá a 9 de Julho data da Independência daquele país.
Recorda que numa dessas viagens jogou de centro-avante e pela ponta esquerda o Subtenente Lima. Dari Sim era o goleiro. Na equipe local atuava um centro médio que era reserva da seleção argentina. No final do jogo, Wilson fez um lançamento para o ponteiro esquerdo Lima. Este chutou forte marcando o gol. As redes eram de arame. Pela violência do chute a bola voltou até a área. Receberam medalhas e recebeu Wilson o reconhecimento de “condutiere”.
Quando no Paladino ao jogadores se cotizaram para adquirirem um jogo de redes na Casa Esporte, em Porto Alegre. Lembra que seu técnico, Sargento Schulz, no Duque de Caxias, de quando em quando bradava:
Ave Zacharias.....

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