sábado, agosto 23, 2014

Clubes



YPIRANGA FUTEBOL CLUBE

Com a instalação do Quartel – 1º Quartel – 1º RCT em Santa Rosa,  aos fundadores profissionais que vieram dos mais diversos recantos do Brasil, Oficiais, Subtenentes e Sargentos, Cabos e Soldados  juntaram-se os conscritos da região selecionados para o serviço militar obrigatório.
No Brasil, desde então, em qualquer turma de piasedo reunido, havia, como há, uma bola que os une e os separa ao mesmo tempo.
Unem-se todos na pratica da pelada, mas, não esqueçamos que jogam por times diferentes. Os de camisa contra os sem camisa.
A escolha para a formação das equipes é atribuída a pretensos capitães. Cada um indica um, alternadamente até se formar o time ou os times com  o número legal de jogadores ou em maior número dependendo da combinação e o acerto entre os selecionadores.
Se há uma praça, num pátio de colégio ou em qualquer terreno baldio ou pedacinho de terreno o jogo já está formado.
Imagine-se entre o efetivo de uma Unidade Militar.
Deste congraçamento teria surgido no Quartel e cercanias o Ypiranga Futebol Clube.
Havia um time de âmbito interno chamado DUQUE DE CAXIAS. Jogava pouco porque na época estava em vigor uma portaria que proibia jogos com ou contra civis. 
O idealizador, fundador e técnico foi o Sargento Alcibiades Schulz. Quando no desempenho das funções de treinador em determinadas jogadas dizia sempre: “Abre Zacarias”!
Sua primeira sede deve ter sido numa Pensão da família Oliveira, existente na Avenida Coronel Ladário, sendo lindeiros com as terras do Quartel.
O dono da Pensão por nome Valério Oliveira já era vidrado no futebol tanto que jogara num time do Lajeado,  onde morou.
Era daqueles “beques” que, embora, talvez não existisse o refrão como a bola vinha voltava não interessando para onde: “bola pro mato”... e fruía com alegria de sua própria façanha.
Um filho do Valério, Miro Oliveira seguiu os passos do pai. Foi também zagueiro e chutava a bola para qualquer lado em defesa de seu time.
Eis que começa a frequentar a Pensão um ferroviário vindo de Santa Maria, que teria ficado para tratamento de saúde.
Aqui permaneceu.  Abriu um bar como si dizia na época que começou a funcionar paras mini-encontros sociais e eram frequentadores atletas do Ypiranga. Para distração uma mesa de bilhar  e um carteado. Ali passou a ser a sede da agremiação. 

O ferroviário referido era ADÃO MONTEIRO (foto acima e ao lado) que com grande iniciativa incrementou o estabelecimento passando, também, a ser dirigente máximo do clube.
Remodelou o time e contratou jovens promessas da cidade.
Numa dessas ocasiões como já referi houve um encontro nesse local visando um “contrato”com Adroaldo Liberalli, Paulo Pinto e Jayme Araujo promessas do juvenil do Paladino. O acordo não aconteceu. Depois os três, com fundação do Juventus passaram a defender as cores do clube do Prof. Albino Werlang. 
Adão Monteiro era homem de visão. Foi aumentado o seu comércio, granjeando a freguesia passando a trabalhar com café que “importava” de Santa Maria.
Fundou então ORGANIZAÇÕES YPIRANGA uma mescla de padaria e confeitaria e instalou-se onde hoje é a FECOPEL, na rua Cristóvão Colombo.
Consta haver na calçada ainda hoje lajotas com inscrição do nome do time e da empresa.
O Patrono ADÃO MONTEIRO, foi por longo tempo o Rei Momo da cidade.

A CESAR O QUE É DE CESAR
O Ipiranga Futebol Clube disputou partidas emocionantes com o Paladino. Certa feita arranjou um goleiro bom, cheio de estilo, que se chamava Neter ou algo parecido. Esse escriba, iniciando-se como escrevinhador no jornal A SERRA e como era fã do referido arqueiro só viu no jogo as defesas brilhantes que este fizera, ressaltando sua alta qualidade, em detrimento dos demais jogadores.
Pareceu que a partida fosse um banho total do Paladino.
No domingo seguinte, ou na edição posterior da SERRA, saiu um artigo com o titulo A CESAR O QUE É DE CESAR, no qual o presidente Adão Monteiro tentava colocar as coisas em seu devido lugar:

Mas tratemos sobre o time: Sem observar posições os primeiros jogadores foram  Dário – Viriato – Wilson Codinotti – Waldir de Paula – Dari Ponciano Nazarof – Edemar Lima –Décinho Nascimento – Celso – Cabrera – Helio Madureira – Ruy Jaeger, Darci Kanitz e Rebolo, ponta esquerda titular do Paladino, mas que, por ir servir foi “aconselhado” a defender as cores do Ypiranga que eram vermelho e preto.
Colaboração de  João Jayme Araujo

quarta-feira, agosto 20, 2014

PROJETO


JUVENTUS FORTE

Em reunião ocorrida na última segunda-feira, 18 de agosto de 2014, a Direção do           Juventus Atlético Clube aprovou o início dos trabalhos do Projeto Juventus Forte, assim como, parte do processo de campanhas de sócios. Para seguir na linha da transparência, está sendo divulgado o trabalho a ser desenvolvido:
1-      O elenco  Profissional será montado com jogadores regionais  com idade de juniores e, jogadores profissionais da região que queiram voltar para a vitrine. Á partir dessa montagem, buscaremos  por empréstimo nos clubes da série A, jogadores que não estão sendo aproveitados, mas, que o clube só aproveitará os mesmos em 2016/17. Esses jogadores virão para dar sustentação ao elenco em alto nível. 
Além da segunda divisão  gaúcha, o clube jogará vários amistosos durante o ano, para que o clube não entre em recesso, já que, o Juventus trabalhará o ano todo e não somente durante a competição, pois, o objetivo é manter todos os atletas em atividade. 
2-      A equipe juvenil jogará o gaúcho da categoria e torneios nacionais, com possibilidade de um torneio internacional.
3-      As categorias abaixo do juvenil e acima do Sub 11, jogarão torneios nacionais, 1 competição a nível estadual e torneios de grande porte, onde participam clubes de alto nível. Essa ação é necessária, para que tenhamos parâmetros na formação de atletas futuros. 
4-      As categorias  abaixo da Sub 11, jogarão torneios regionais em campo reduzido (futebol sete) e possivelmente o estadual da categoria. Também jogará 2 torneios internacionais (Argentina e Paraguai).
5-      Todas as categorias da escolinha participarão de competições regionais, pois, entende-se que todos os jogadores precisarão ir adaptando-se ao novo sistema de trabalho. 
6-      Todas as categorias de base, assim como as escolinhas, seguirão o sistema de jogo implantado pelo profissional.
7-      O sistema de trabalho seguirá uma linha única, desenvolvido especialmente para formação de atletas de qualidade técnica e alto nível, onde primaremos principalmente na adoção de sistemas modernos, com resultados extremamente eficientes. 
8-      A montagem da comissão técnica do profissional, está  sendo realizada com critérios bastante arrojados, pois, será de profissionais com capacidade técnica, liderança de grupo, ideias de futebol moderno, educação (hoje não se ganha no grito), trabalhador, aptidão para olhar atletas da base, que tenha conhecimento de vestiário e adapte-se ao plano de trabalho a médio/longo prazo. 
9-      Nas categorias de base, está sendo realizada em cima de um projeto que todos os profissionais tenham capacidade e educação para lidar com crianças e jovens talentos.
10-   O projeto Juventus Forte prevê uma equipe competitiva, com futebol bonito e moderno, fazendo com que todo jovem regional queira chegar ao profissional, para depois galgar um clube maior. Esse projeto se desenvolverá ao longo de 5 anos, independentemente das mudanças de profissionais comandantes e Diretoria em Geral. 
11-   O elenco de atletas iniciará na segunda quinzena de setembro e o anúncio da comissão técnica completa será no dia 30 de agosto de 2014. 
CARLOS ALBERTO FARIAS -  Diretor de Futebol                                           
ANTÔNIO BOICZUKPresidente

sexta-feira, agosto 01, 2014

DIRETORIA

ANTÔNIO DE SOUZA BOICZUK REASSUME A PRESIDÊNCIA O JUVENTUS A.C.


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quarta-feira, julho 30, 2014

Futsal

Juventus leva o título da Copa Sesc/Gazeta de Futsal na categoria Sub 13


 Foi realizado no dia 27, a última etapa da  1ª Copa Sesc/Gazeta de Futsal, desta vez na categoria sub 13, com a presença de diversas equipes da região. Quem levou o título desta vez foi o Juventus Atlético Clube, que na final venceu de goleada a equipe da Escola Pedro Meinerz, que ficou com o vice.  Em 3º lugar ficou a equipe Cruzeiro do Sul, do Bairro Cruzeiro e em 4º colocado, a FEMA. Todas as 4 melhores equipes são de Santa Rosa.
A artilharia ficou com o atleta João Pedro Gohlke, que marcou 13 gols e o goleiro menos vazado, com apenas quatro gols sofridos durante o campeonato foi Ruan  Schwaitzer. A realização da Copa SESC/Gazeta de Futsal, foi do Jornal Gazeta Regional, em parceria com o SESC, que já preparam para ainda este ano, mais uma competição.
Colaboração de Fernando Kronbauer

segunda-feira, julho 14, 2014

Por Onde Anda?


VITÉLIO PEDROLO 

Nasci em Catuípe, RS, em 1943, conhecido no mundo do futebol por Vitélio. Casado com Helga H. Zielke Pedrolo,  temos 05 filhas ( Anete, Ariete, Adriane, Angela e Bianca; temos 06 netos.
Grau de escolaridade: Ensino Fundamental.
Como foi a infância: Minha infância, vivida em Catuípe, RS, até os 07 anos de idade, lembra com saudades da “primeiras peladas” jogadas com bola de “bexiga” de porco; como entregador de leite no Hospital da cidade de Catuípe, RS (montado no “petiço marchador”); do catecismo aos domingos e já pensando que na volta ia jogar futebol.
Vida esportiva: Iniciei em 1958, como juvenil (com 15 anos de idade) no G. E. Sepé Tiarajú, clube amador com sede em Santa Rosa, RS. Aos 16 anos, atuei no mesmo clube, porém, na categoria de aspirantes.  Com 17 anos, tornei-me titular e sempre jogando na lateral direita do alvi-azul santa-rosense, tendo, em 1960, conquistado o título de campeão citadino de Santa Rosa,  quebrando a hegemonia, até então,  exercida pelo E. C. Aliança. E, o fato que mais me marcou, até hoje ainda na minha memória, foi o gol que fiz, em jogo contra o Paladino F. C., no Estádio Carlos Denardin, quando faltavam dois minutos para o encerramento da partida, ao cobrar uma falta de fora da área grande, vazando a meta guarnecida pelo goleiro Canhete (goleiro famoso do Paladino, paraguaio de origem).
Em 1960, como bairrista e apaixonado pelo lugar onde então morava, me transferi para o Juventude F. C., do Bairro Cruzeiro, distrito de Santa Rosa RS. Nesse Clube, atuei até o ano de 1973, onde no ano de 1965, fui vice-campeão citadino. Lembro, com saudades daquele período, pois éramos como uma grande família, onde dirigentes e jogadores, torcedores, inclusive com ala feminina, irmanados nos mesmos objetivos, ou seja, dar o melhor de si em prol do Clube, cujas cores das camisetas eram verde e amarelo.  Lembro, que joguei ao lado dos irmãos Ivar e Ivanir Taffarel, dos irmãos Plínio e Jarbas Tonel,  do Willy Dias (nosso inesquecível capitão), dos meus irmãos Nelci (Seco) e o Eugenio (Gordinho), dos goleiros Adão, Geraldo e Gilberto Rosa e muitos outros atletas de muito boa qualidade técnica. Nos jogos do Juventude, sempre aos domingos e no Estádio Carlos Denardin, a população de Cruzeiro nos acompanhava e torcia com muito entusiasmo, e, as vitórias eram sempre festejadas entre jogadores, dirigentes e torcedores e na maioria das vezes o local das comemorações eram realizadas no Clube Social 7 de Setembro. Também atuei, no período de 1963/1965, como jogador de futebol de salão (Futsal) pelo Santos F. C., de Santa Rosa, RS. Os jogos quase sempre realizados na quadra do Colégio Evangélico da Paz, onde despontavam atletas como Valdi Lopes da Silva, Canjica, Plínio, Ivar Taffarel, Francisco Brandão (Mineirinho), Vilmar, Adão Marques (Perigoso) e Raul Meneguini.
Também, atuei como jogador de Bolão, pelo Clube Sete de Setembro, de Cruzeiro, onde integrei e ajudei nas conquistas de dois  campeonatos estaduais, nos anos de:  1964, jogando a partida decisiva na cidade de Cachoeira do Sul, RS, e em 1985, na cidade de Igrejinha, RS.
Com a extinção do Juventude F. C., ainda joguei pelo Cruzeiro do Sul e pelo Farroupilha de
Lajeado Reginaldo e encerrando minha carreira como jogador de futebol no Canarinho F. C. , clube fundado por um grupo de amigos
Clube pelo qual torce: S. C. Internacional de Porto Alegre 
Atividade atual: Não mantenho atualmente atividade profissional. No passado, fui comerciário, atuando na empresa Ferramis e também como gerente comercial da empresa Máquinas Agrícolas Carpenedo Ltda, .na cidade de Giruá, RS. Fui também representante comercial.
Mantem atividade relacionada com o esporte? Não.
Já foi treinador, dirigente ou algo similar? Sim, treinei o Cruzeiro do Sul e o Canarinho, ambos do Bairro de Cruzeiro, onde, até hoje, ainda resido no endereço da Rua Ângelo Cordenonsi, nº 227, Santa Rosa, RS, meu querido bairro, telefones 55 3511 6565 ou 9183 9310 .
O  que faz atualmente? Usufruo, como aposentado, das dependências do Clube dos Aposentados de Santa Rosa, RS, onde jogo canastra e passo o maior tempo de lazer. 



 
Colaboração de Raul Meneguini

terça-feira, julho 08, 2014

Craques do nosso futsal

DANILO ERNESTO KRUGER

 

Nascido em 23 de outubro de 1974, na cidade de Santa Rosa, o gaúcho Danilo Ernesto Kruger, ex-goleiro da seleção Brasileira de Futsal e que atualmente defende as cores do CAD de Guarapuavá – PR, em férias na sua cidade natal, contou ao Jornal Gazeta Regional um pouco sobre a sua trajetória no mundo do esporte.
Danilo morava com seus pais na vila Timbaúva e em um pequeno campo atrás de sua casa, foi o começo dos seus primeiros passos no futebol. Danilo foi crescendo e disputando competições pela equipe do Tarumã, e aos 15 anos já integrava a equipe principal do Tarumã em campeonatos Municipais, sendo titular.
Em 1990, Danilo foi aprovado para integrar as equipes de base do Internacional de Porto Alegre. Durante o seu tempo no clube, foi comparado ao lendário Taffarel. Mas essa passagem durou apenas 6 meses, pois após a realização de um exame de estimativa de crescimento, foi constado que Danilo alcançaria no máximo a estatura de 1,80 cm, a qual ele possui, e que é considerada baixa para a posição de goleiro, assim sendo dispensado pela equipe do Internacional.
Após a volta à Santa Rosa, no ano de 1993 foi convidado pelo treinador Perigoso da equipe da SER Santo Ângelo, para integrar a equipe juniores que disputaria o Campeonato Gaúcho daquela categoria, sendo mais tarde Campeão Gaúcho daquele ano, após uma vitória de 1 a 0 em cima da equipe do Gaúcho de Passo Fundo.
No ano de 1994, Danilo voltou à Santa Rosa e disputou o Campeonato Gaúcho pelo Dínamo, atuando em várias oportunidades como titular. Em 1998 foi convidado a participar da equipe de Futsal do Santa Rosa, o qual disputou a série Prata daquele ano, se destacando na competição pelo fato de ter introduzido características de jogar com os pés ao futsal.
A partir daquela aparição destacada na Série Prata, a sua trajetória no cenário do Futsal Mundial começou a render frutos. Em 1999 foi Vice Campeão Gaúcho série Ouro pelo UPF (RS), em 2000 Campeão Gaúcho série Prata pelo Santa Rosa, (curiosidade: marcou 14 gols naquela edição), 2001 Rio Verde (GO), 2002 Internacional (RS) Campeão Copa Abertura-RS, 2003 Ipiranga de Frederico Westphalen, 2004-2008 Carlos Barbosa (RS) onde foi Campeão Mundial Interclube, em Barcelona (2004); bicampeão da Liga Futsal (2004/2006); campeão gaúcho (2007),  2009 Atlântico (RS), 2010 Cortiana (RS) Campeão Copa Gramado, 2011 Petrópolis (RJ) Campeão Copa Rio, 2012 – 2013 Maringá (PR) Bi Campeão dos jogos Abertos (PR) e atualmente atua pelo CAD de Guarapuava (PR) onde é Campeão da 1ª fase do campeonato Paranaense e está disputando a Liga Nacional.
Experiência na seleção Brasileira: as vésperas da disputa do Mundial em 2008, surgia a notícia que todo o seu esforço foi reconhecido, naquela oportunidade, Danilo teve a sua 1ª convocação na Seleção Brasileira de Futsal, a qual defendeu em 22 aparições, sendo em 2009 Campeão dos jogos da Lusofonia Lisboa-Portugal, e em 2010 Campeão Sul Americano em Medelim-Colômbia. Ainda no ano de 2011 foi Pré-convocado para o mundial.
Títulos individuais:  no ano de 2005 foi escolhido o melhor goleiro Sul Americano de clubes em Lima-Peru, em 2006 foi escolhido como melhor goleiro da Liga Nacional, 2008 escolhido melhor goleiro do Campeonato Gaúcho, 2008 melhor defesa do Mundial na Espanha e 2009 melhor defesa Lusofonia Lisboa-Portugal.
Enquanto morava em Santa Rosa, Danilo atuava nas equipes da região e conciliava o futebol\futsal com o trabalho na Gráfica Coli, onde tem o seu grande amigo, o empresário Wilson, o qual sempre o apoiou no esporte, e foi parceiro em seus treinamentos.
Dentre suas principais características, destacam-se: qualidade na atuação com os pés, boa colocação no gol, posicionamento e uma liderança muito positiva em todos os times pelo qual já passou. Danilo é sempre elogiado por sua conduta agregadora, o qual rendeu o apelido de Taffarel das quadras, pelas semelhanças sejam elas na aparência, local de nascimento, pelas defesas ou a importância deles para o clube.

Fernando Kronbauer

sexta-feira, julho 04, 2014

POR ONDE ANDA?

TITA


JOÃO BATISTA RIBEIRO DA SILVA, nasceu no dia  03 de outubro de 1939, em Santa Rosa, Rs, é filho de João Ribeiro e Senali Alves Da Silva
Ficou conhecido no futebol pelo apelido de Tita.
Casado com Jurema Pedrosa da  Silva, do qual nasceram: Luiz Carlos Pedroso Da Silva, Sergio Roberto Pedroso Da Silva, Elisabeth Pedroso Da Silva e Iara Pedroso Da Silva.  Possui dois netos e dois bisnetos.
Grau de escolaridade: Ensino primário.
Como foi a infância: Vivida no lugar denominado Lageado Figueira, distrito de Santa Rosa, RS.,  em companhia de meus pais. Lembro, que aos 05 anos fui morar com meus pais na Vila Agrícola, em Santa Rosa,RS. Estudei no colégio Visconde de Cairú. Comecei a trabalhar com 12 anos de idade, em pedreira de propriedade do Município de Santa Rosa,  localizada na Av. Borges de Medeiros, nas proximidade do antigo Estádio Municipal do Pessegueiro. Depois, trabalhei no armazém de propriedade de Fernando Steffen, localizado defronte a Praça da Independência. Fui empregado do Sr. Agostinho Frainer no Cine Odeon e depois trabalhei em uma empresa de propriedade do Sr. Rosalino Vargas, ajudando na execução dos calçamentos, com pedras irregulares, no percurso das Avenidas  Rio Branco, Santa Cruz, Expedicionário Weber, todas  em Santa Rosa, RS. Aos 18 anos alistei-me  no 1º Regimento de Cavalaria Motorizada, com sede em Santa Rosa, RS., tendo engajado e lá permanecendo por 09(nove) anos, chegando ao grau de cabo. Em 1972 ingressei como funcionário do DAER lá exercendo atividades como motorista até 2007, quando me aposentei.   
Vida esportiva: Iniciei jogando na várzea em campo de terra localizado nas proximidades do Colégio Santa Rosa de Lima, depois no G. E. Sepé Tiarajú, onde joguei de 1958 até o ano 1964. Lá,  fui campeão citadino, pelo Sepé no ano de 1960, jogava como ponta esquerda, - recuado e lateral esquerda.

Clube pelo qual torce: S. C. Internacional.
Atividade atual: Aposentado
Mantem atividade relacionada com o esporte? Não.
Já foi treinador, dirigente ou algo similar? Não. 

 Colaboração de Raul Meneguini


quinta-feira, junho 12, 2014

Sorte no amor, sorte no jogo.



Victor Guilherme Massaia, jogador de futebol profissional, tem 22 anos, é filho de Vanusa Massaia e Clademir Massaia (mais conhecido por Chico Massaia), foi criado na localidade de Lajeado Tarumã, interior de Santa Rosa, e desde cedo foi incentivado pelo seu pai a praticar esportes. Leia mais clicando aqui.

sábado, maio 31, 2014

Memórias do nosso futebol

CAÇULA
Por Fernando Kronbauer 

O mundo do futebol é um baú de informações e histórias, repleto de sonhos, conquistas, desafios e superações. Hoje o Jornal Gazeta Regional conta um pouco da trajetória de um dos maiores Xerifões do interior do Rio Grande do Sul. Sim, é ele Carlos Osvaldo Hagemann Dauve, ou simplesmente Caçula.
Oriundo de uma família humilde, mas batalhadora da cidade de Santa Rosa, Caçula desde cedo conciliou trabalho e o futebol. No ano de 1983, aos 16 anos foi campeão estadual pelo CEBEM (Juventude da Vila Winkelmann), aos 17 anos foi Vice-campeão Municipal pelo Grêmio Santarosense.

Em 1984, aos 18 anos começou a traçar um longo e vitorioso caminho pelo Dínamo de Santa Rosa, equipe que no seu 1º ano de clube disputou Campeonatos Amadores, e no ano seguinte (1985), se profissionalizou juntamente com a equipe, formando por 4 anos dupla de zaga lendária e até hoje temida pelos adversários com o seu grande amigo Salcicha, dupla esta que é lembrada e comentada até hoje por esportistas e ex-esportistas do estado, pois eram comparados a renomada dupla de zaga Daison e João Pontes, que atuavam nas décadas de 60 e 70 pelo Gaúcho de Passo Fundo,que era considerada a melhor dupla de zaga do interior do Estado naquela década. Segundo Caçula, torcedores diziam que, “depois de Daison e João Pontes a dupla mais respeitada no interior do Estado era Salcicha e Caçula, dupla que atuou 5 anos juntas, pelas equipes do Dínamo de Santa Rosa e São Luiz de Ijuí.
Em 1989, Caçula foi em busca de novos caminhos e se transferiu para a equipe do são Luiz de Ijuí, aonde atuou por 6 anos. Durante os 6 anos foi titular, capitão, ovacionado e respeitado pela torcida, sondado pela dupla Grenal e emprestado ao Atlético Paranaense.
 No São Luiz de Ijuí, Caçula teve seu auge na carreira, sendo Campeão Gaúcho da Segunda Divisão no ano de 1990 e Vice-Campeão da Copa Governadores no ano de 1991, perdendo o título para a equipe do Internacional de Porto Alegre. Ano este que Caçula alcançou seu ápice, sendo cobiçado por vários clubes do Brasil, como a dupla Grenal, que não concretizaram suas negociações, por que esbararam na questão financeira solicitada por dirigentes do São Luiz de Ijuí. Também foi bastante lembrado pela imprensa do Estado, como na crônica escrita por Ruy Carlos Ostermann, no Jornal Zero Hora do dia 23 de julho de 1991, que falava sobre as perdas da equipe do São Luiz de Ijuí para a decisão contra o Internacional, na qual dizia o seguinte: “Caçula, brilhante Zagueiro de marcação, está fora por terceiro cartão amarelo. Gostei demais de vê-lo sábado passado contra o Grêmio. Sai para a marcação do centroavante adversário, acompanha-o nos dois lados, o que dá origem ao líbero Newmar na mesma medida em que anula as tentativas de ataque que cogitem da participação do centroavante. E, ao mesmo tempo, o que é muito fácil de compreender, adianta a linha de marcação e coloca com facilidade o time todo mais avançado sobre o campo adversário. Mas há qualidade pessoal envolvida nisso não apenas um esquema de marcação um pouco menos ortodoxo: Caçula é ótimo, ágil, tem magnífica percepção do tempo da jogada, uma clara compreensão dos movimentos do adversário combinado com as ações dos companheiros de sua defesa, é forte, cabeceia bem e sabe marcar a partir do princípio de que o bom marcador é aquele que sempre está entre quem cabe ser marcado e a goleira a ser defendida. Nunca, ao lado, que promove a falta como correção, nunca à frente que patrocina as melhores expulsões da temporada e os fracassos mais simples, sempre atrás como um caçador” (Palavras de Ruy Carlos Ostermann).
No ano de 1992, Caçula foi emprestado pelo São Luiz de Ijuí à equipe do Atlético Paranaense para a disputa do Campeonato Brasileiro daquele ano. Logo na chegada, Caçula se adaptou ao estilo de jogo da equipe e foi promovido a titularidade, disputou algumas partidas, mas uma sequência de lesões o afastou dos jogos, tirando a sequências de jogos do defensor.
No ano de 1993, Caçula voltou para o São Luiz de Ijuí com a frase “Esta área tem dono”, onde atuou até o ano 1995, quando decidiu buscar novos desafios em sua carreira e no ano de 1996 se transferiu para equipe do Pelotas, para a disputa do Campeonato Gaúcho daquele ano. Foram poucas partidas pela equipe e uma séria lesão no joelho. Submetido a cirurgia, Caçula nunca imaginaria que aquela data seria o fim de sua carreira, mas isso aconteceu, após um cirurgia mal sucedida.  Caçula teve que abandonar a sua carreira de jogador, sendo o fim de uma história que durou 12 anos.

Ao ser questionado sobre os clássicos e a pressão da torcida nos anos que atuou,
Caçula lembra que quem jogou clássicos contra o Tupi em Crissiumal, Oriental e Botafogo em Três de Maio e TAC de Três Passos estava vacinado a disputar qualquer campeonato em qualquer estádio do Brasil, pois Caçula disputou jogos em estádio com mais 35 mil torcedores e não sentiu tanta pressão como nos clássicos regionais.
Ainda, quando perguntado sobre qual foi o pior atacante a ser marcado, e qual a sua maior lembrança da carreira, ele lembra que Renato Portaluppi era muito ruim de ser marcado pelo fato de ser muito rápido e possuir muita força física. Das lembranças, Caçula lembra da partida em que o São Luiz de Ijuí parou a seleção Brasileira em um jogo treino, no ano de 1991, que terminou empatado em 0 a 0. O jogo era preparatório para a Copa América e a Seleção Brasileira contava no seu elenco com Taffarel, Cafú, Branco, Renato Portaluppi, , entre outros jogadores que foram campeões mundiais no ano de 1994.

Caçula ainda frisa, que as crianças de hoje em dia que pensam em virar jogadores de futebol profissional, não devem desistir de seus sonhos, mas sempre pensar nos estudos, conciliando o sonho com os estudos, pois ninguém sabe o quanto tempo pode durar um carreira no futebol.

terça-feira, maio 27, 2014

Por Onde Anda?

ZILMAR GONÇALVES DE OLIVEIRA (GIBA)


Nome, local de nascimento, filiação: ZILMAR GONÇALVES DE OLIVEIRA(foto ao lado) , nasci 15 de outubro de 1940, em Cerro Largo, RS,  filho de Manoel Olmiro Gonçalves e Elísia Gonçalves  de Oliveira

Apelido: Giba

Casamento: Em primeiras núpcias com VILMA DOS SANTOS DE OLIVEIRA (já falecida); filhos MARISETE, DOLORES, SÁVIO, JANETE e MOISÉS. Temos 10 (dez) netos. Em segundas núpcias com MARICÉIA PARAÍBA DE OLIVEIRA(foto abaixo),

Grau de escolaridade: Ginasial.

Como foi a infância: Desde a idade de 05 (cinco) anos, vivida em Santa Rosa, RS, residindo nas proximidades de antiga pedreira localizada na Avenida Borges de Medeiros, depois na Rua Giruá, na companhia de meus pais, até 18 anos de idade. Estudei no Colégio Visconde de Cairú, localizado na Avenida Borges de Medeiros, próximo ao Colégio Santa Rosa de Lima, depois estudei no colégio Machado de Assis, situado à Rua Santo Ângelo, em prédio que depois foi sede social do G. E. Sepé Tiarajú. RS.

Vida esportiva:  Iniciei como jogador de futebol da várzea, no antigo Estádio Municipal do Pessegueiro, situado às margens dos rios Pessegueiro e Pessegueirinho. Fui jogador do G. E. Sepé Tiarajú de Santa Rosa/RS, nos anos de 1957 até 1961. Em 1962/1963, joguei pelo Juventude F. C. de Cruzeiro, fazendo parte do elenco em que jogavam os irmãos Ivar e Ivanir Taffarel, o Willy Dias, os irmãos Plínio e Jarbas Tonel, o Mido e tantos outros. Em meados de 1963, retornei, encerrando a carreira, como jogador de futebol, jogando pelo G. E. Sepé Tiarajú, onde atuei até o ano de 1968. Sempre atuei como meia-direita, articulador; fui, no ano de 1960, campeão citadino de futebol de Santa Rosa/RS, pelo G. E. Sepé Tiaraju. Exerci a atividade de auxiliar de topógrafo - na companhia do grande amigo Jose Luis Fortes Rodrigues, de apelido Gordo - na Prefeitura de Santa Rosa/RS, e, posteriormente, fui vigilante na mesma Prefeitura de Santa Rosa, onde acabei me aposentando. Hoje sou membro da Igreja Assembleia de Deus, com sede em Santa Rosa/RS. Gostamos do tradicionalismo gaúcho - somos frequentadores dos eventos sociais, promovidos pelo Centro de Tradições Gaúchas Chama Crioula, com sede social em Santa Rosa/RS.

Clube(s) pelo qual torce: Torcedor do S. C. Internacional de Porto Alegre.

Atividade atual: Aposentado, pelo Município de Santa Rosa, RS.

Mantem atividade relacionada com o esporte? Não.
Já foi treinador, dirigente ou algo similar?Não. 

O que faz atualmente? Aposentado
GE Sepé Tiarajú campeão de 1960 com a seguinte formação: Darci Kanitz (goleiro), Montenegro, Luis Fortes Rodrigues (Gordo), Vitélio Pedrolo, Machado, Miro, João Gangorra, Waldemar, Engo Medeiros, Zilmar Gonçalves de Oliveira (Giba) e João Batista Ribeiro da Silva (Tita). 

Giba no Juventude FC do Bairro Cruzeiro

Data de 8 de novembro de 2013 - Noite da História e Memória do nosso Futebol. Representação dos homenageados do GE Sepé Tiarajú. À esquerda Giba e sua esposa,  presentes no ato de homenagem aos ex-atletas, dirigentes, técnicos e torcedores.

Colaboração de Raul Meneguini

segunda-feira, maio 19, 2014

Futebol Amador

GRÊMIO FUTEBOL SANTA-ROSENSE

 
Fundado em quatro de abril de 1971, por um grupo de desportistas identificados com o Grêmio Porto Alegre. Foram fundadores: Heinz Walter Franke, primeiro Presidente, Gilberto Rosa, vice-presidente, Kurt Hering, primeiro secretario, Zeferino Manuel Pereira, segundo secretario, Saul Flores, primeiro tesoureiro, Álvaro  Rochembach, segundo tesoureiro, e Conselho Fiscal: Nelson Torres, Elpídio de Aquino, Vivaldino Soares e Oliveira, Dirceu Torres, Dorvalino Soares de Oliveira, Alberí Flores, Oscar Paulo Elinger, Jose Aires Pinheiro, Jose Ferreira de Mello e Bruno Schutler. O uniforme, e claro, muito parecido com o do Grêmio de Porto Alegre. O escudo, apenas diferenciado na data de fundação e no complemento do nome. Foram presidentes: Heinz Walter Frank, Saul Flores, Jose Rani Junges Hahn e Dorvalino Soares de Oliveira, por vários anos, até seu fechamento em 1989.

Segundo o presidente Dorvalino, o Grêmio foi o sucessor do Grêmio Esportivo  Sepé Tiarajú, campeão citadino de 1960. Para jogar no Grêmio, não necessitava ser necessariamente gremista.  Eram aceitos também jogadores torcedores colorados. E alguns treinos, até havia "rachas" entre gremistas e colorados, numa boa.

Durante o período de existência disputou torneios locais e regionais. Sua primeira sede, conforme depoimento do Presidente Dorvalino Oliveira(foto abaixo) ,  foi num campo na propriedade de Benjamim Menzel, na então Vila Sulina.
Quatro anos depois, se mudou para uma sede no Lajeado Ipê, na propriedade de Arci Engrof.

Segundo Antonio Ailton Torres de Paula, ex-atleta, em 1972, o Grêmio foi jogar em Porto Mauá, A recepção foi tão grande, que quase os atletas não conseguiam entrar no gramado para a disputa do jogo. O Grêmio formou com: Julio César: Aroldi, Franco, Airton e Matinhos: Dani, Gentil e Cruz: Valter, Edgar e Acílio. Também jogaram Helio Torres, Dirceu e Cleto. Os tricolores fizeram uma partida impecável e o resultado foi de 8 a 0, a maior goleado imposta pelo tricolor a um adversário. Este jogo deve ter sido por volta de 1975.

Em 1972, ainda relata de Paula, que na época de atleta era conhecido como Airton, o Grêmio disputou a Taça Capiovy, na província de Missiones, Argentina, na cidade de Capiovy. Lá foi recepcionado com honras de clube grande. Na decisão da taça com os argentinos, os tricolores venceram pelo placar de  um a zero, gol de Helio Torres.

Em 1972 o Grêmio foi campeão da Taça Imigrante promovido pelo CMD de Santa Rosa.
Neste ano, o Grêmio venceu a consagrada equipe do EC Prenda por 3 a 2, no campo adversário.  Em 1986, foi campeão municipal e vice-campeão regional, sendo que em 1987, foi campeão regional. Em 1989, cessou suas atividades em razão de problemas financeiros.

Nos anos 70, havia uma grande rivalidade com o Comercial do Bairro Cruzeiro.  O Grêmio venceu um jogo no Estádio Carlos Denardin e foi marcado a revanche no campo do Juventude FC, no Bairro Cruzeiro. Era o dia 29 de setembro de 1974. O primeiro tempo terminou em placar favorável de 2 a 0. Na segunda etapa, houve uma confusão no momento da cobrança de um escanteio. No alvoroço, um atleta do Grêmio saiu correndo em zigue-zague, num trigal próximo do campo, com parte do time do Comercial atrás dele. Felizmente se safou. Depois deste episodio, ambas as instituições mantiveram boas relações.

Em 1972 e 1973, o Grêmio foi treinado por Artur Ribas, o Caiera, um dos grandes técnicos de futebol da cidade. Treinou os principais clubes de Santa Rosa, como Paladino, Aliança, ASRE  e Dínamo, ainda no amador. Neste período, o Grêmio utilizou como sede dos seus jogos, o Estádio Carlos Denardin. Em 1974, o Grêmio disputou uma partida oficial no Bairro Cruzeiro, contra o Guarani. O arbitro era Alcides dos Santos, de apelido Canhão, servidor da CEEE. O Grêmio atuou neste jogo com: Adãozinho: Aroldi, Sopa, Paulo Feriado e Airton: Valdir Dani, Gentil e Cruz:  Élio Torres, Carlinhos e Chiquinho. O jogo permanecia com placar em branco até os 15 do segundo tempo, quando Airton (de Paula) lançou uma bola na área, a mesma fez uma curva enganando a zaga e o goleiro, entrando no gol. O arbitro validou a bela feitura, como o proprio autor relata. O Guarani armou uma confusão. O policiamento entrou em campo e acalmou os ânimos. O jogo foi anulado pelo organizador e marcado um novo para o Estádio Carlos Denardin. O Grêmio venceu novamente.

Dorvalino é o fiel depositário dos troféus, bandeira, documentos do clube. Orgulha-se das conquistas em campeonatos e torneios, quanto no Sepé Tiarajú(atleta)  como  no Grêmio(dirigente).  Aposentado como construtor, Dorvalino reside em Santa Rosa, com sua família.



                   Campeão Municipal 1986, tendo como Presidente Dorvalino Soares Oliveira e Técnico Adelino Dani.

Esta matéria foi realizada com depoimento de Dorvalino Soares de Oliveira (último presidente do Grêmio) e Antonio Airton Torres de Paula (autor do livro Causos de Fatos, onde relata acontecimentos relativos ao Grêmio, no período em que foi atleta do mesmo.)

sexta-feira, abril 18, 2014

Parceria

Paladino e Juventus renovam parceria‏ 


Pelo terceiro ano consecutivo Juventus A.C. e Paladino F.C renovam parceria. Na atual parceria, o Paladino repassa ao Juventus um valor simbólico como patrocínio para auxiliar na manutenção e nas despesas das escolinhas de categorias de base, além de proporcionar aos alunos carentes a participação dos mesmos no projeto da escolinha.
Juventus em Campo pela Copa Paulo Bayer.
Neste domingo, 13, o Juventus irá a Coronel Barros para a disputa da Copa Paulo Bayer, nas categorias sub15 e sub17.  Os confrontos são validos pela fase classificatória da competição.
Fonte e foto Jornal Gazeta Regional / Fernando Kronbauer