ALFREDO
MORÉ
É o único fundador remanescente do Paladino
F.C. Seu pai, Norberto Moré, em conversa com Waldemar Simeão e ambos resolveram
fundar um time de futebol para fazer frente ao Ypiranga, Operário e outros
existentes na época.
Da infância, Allfredo se lembra dos jogos
de futebol no Campo do Pessegueiro.
Sua vida esportiva, iniciou no Paladino FC,
primeiro como fundador, depois, atleta e como tesoureiro, fez parte da
Diretoria.
Além de atleta, exerceu a profissão de
pintor e de inspetor de educação.
É torcedor do Sport Club Internacional de
Porto Alegre. Hoje aposentado reside na capital gaúcha.
Para a fundação do Paladino, as reuniões e
a sede provisória eram na casa do futuro presidente: Norberto Moré, que tinha dois filhos homens, Alfredo (Dino) e
Arnildo.
Fizeram parte da diretoria, Alberto Samaniego, atleta paraguaio,
como refugiado político de seu país - o Paraguai. Jogou como centroavante e era
goleador nato. Importou um irmão, Leo, que depois de uma breve passada pela
cidade, foi para Santo Ângelo, jogar no Grêmio, de onde teria ido para Porto Alegre.

Jacob
Mander - Também atleta que alegrava em
jogar. Beque central, de onde a bola vinha, voltava. Cativou a torcida com sua
maneira tosca e brincalhona de atuar.
Alfredo
Moré
- Nosso craque de hoje. Nos primeiros
jogos atuou como back esquerdo. Depois cedeu o lugar para Nino Cappellari.
Permaneceu atuando quando chamado e exercendo a sua função na diretoria.
Waldemar
Simeão - Aportou em nossa terra, vindo de Gravataí, daí a origem do nome
Paladino, mesma denominação do clube da cidade de onde viera. Escolheram
camisetas nas cores vermelho e branco em listas verticais. Simeão, funcionário da polícia, também
“enganava” como jogador de futebol.
Foto 01 - Alfredo (Dino) Moré, fundador do Paldino F.C.
Foto 02 - Norberto Moré (pai), fundador e primeiro presidente e Alfredo Moré (filho), vestindo o uniforme do Paladino F.C.
Colaboração de João Jayme Araujo/POA.
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